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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

30
Abr16

# Uma foto por dia: Abril!

Carolina Cruz

Nunca um mês me deu tanto trabalho, não estou a falar do mês em si, mas das fotografias, não pela escolha da escolha das fotografias, mas porque me enganei num número e tudo o resto ficou mudado! Para quem notar no instagram (não liguem, sou uma despitada!).
Quanto ao mês de Abril foi um mês de despedidas, de quebrar a rotina, de novas mudanças, sempre a procurar pensamento positivo. 
Espero que gostem das minhas fotografias!

 

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92/366 - céu azul
93/366 - (re)leituras que aquecem o coração
94/366 - modelito de domingo!
95/366 - até para a semana segunda!

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96/366 - terminar o dia a assistir a esta fofura. - the song of the sea"
97/366 - bom dia sol! Vem para ficar por favor!
98/366 - Lar doce lar!
99/366 - Coimbra

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100/366 - Hoje é dia de leituras
101/366 - o lado bom dos dias de mau tempo
102/366 - ser amigo é partilhar a felicidade com alguém.
103/366 - bom dia alegria!

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104/366 - a sentir-me Garfield!!
105/366 - It's my life! My heart!
106/366 - vontade de partir sem rumo.
107/366 - hoje no blog

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108/366 - Arrumar milhares de cadernos e encontrar textos antigos
109/366 - digitalizar memórias
110/366 - vida de lord.
111/366 - um dos filmes do meu top 10. Adoro. Quem mais?

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112/366 - o trabalho dos meus sonhos
113/366 - Primavera envergonhada
114/366 - finalmente é meu. Ansiosa para ler
115/366 - Wedding day

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116/366 - Viva a primavera, a boa vida, e as borbulhas da dona!
117/366 - A começar e já a adorar!
118/366 - É a vida!

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119/366 - Black & White
120/366 - dia de perdidas e perdições.
121/366 - mirone!

 

[Que Maio,  o meu mês do amor, venha e seja leve e feliz]

30
Abr16

Cada toque seu (parte IV)

Carolina Cruz

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Lembro-me de correr a toda a velocidade pela rua escura, desiludida e iludida, não sabia bem o que queria, se te queria, se nos queria como um só, tinha receio a multiplicar por mil, mas ainda assim eu amava-te como mais ninguém, eras a pele que feria profundamente.
Ao longe avistei um carro, pensei que fosse ele e parei, mas não era e o medo assolapou-me com um arrepio tremendo, um homem que me lançava piropos, queria que entrasse no seu carro, e eu congelei, grande parte de mim desejava que ele aparecesse como um super herói ou um príncipe que salva a sua princesa, criancices, só pensava em coisas para me esquecer que estava a ser forçada a receber boleia de alguém que não queria, era cliché, mas já rezava para mim mesma.
E Deus ouviu as minhas preces.
- Desculpe. Mas não. – Acabei por dizer e correr novamente a toda a velocidade, até que me escondi atrás de uns arbustos, imaturidade pois o homem podia ir atrás de mim, mas seguiu o seu caminho!
Chorava, como é que a vida podia ser tão ingrata comigo?

 

(Continua...)

29
Abr16

Cada toque seu (parte III)

Carolina Cruz

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Enquanto o beijava no pescoço para que se sentisse arrepiado, ouvi-o sussurrar:
- Porque é que foste tão difícil durante este tempo todo?
Caí em mim, empurrei-o, afastando-o:
- Foi isso que te fez seguir-me até aqui? Porque sabias que não ia resistir?
- Não, porque sonho contigo desde o dia em que te vi.
- E às outras também... Tu queres todas aquelas que morrem por ti, eu amo-te, mas não serei uma delas que se limita a ser só mais uma... - Dizia enquanto me preparava para vestir.
- Tu não percebes. - Disse. - Foi uma forma de te provocar ciúmes porque de nenhuma outra forma teria a tua atenção, desta maneira. Não me interpretes mal...
Mas interpretei mal aquelas palavras, feriram-me inteiramente por mais que achasse que não, por isso continuei a vestir-me, dei-lhe um beijo na testa, continuando a fazer-me de difícil pois se ele me amasse realmente, a partir daquele dia que sabia o que sentia por ele, iria lutar por mim.
- Então prova que me queres muito além de uma noite como esta.
Mania de certos homens pensarem que as mulheres não resistem, que as mulheres são fáceis de cair na mão, não é verdade, eu não seria.
Bati a porta e cada um seguiu caminhos diferentes, cada um para sua casa.

(continua...)

28
Abr16

Cada toque seu (parte II)

Carolina Cruz

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Caramba! Os seus olhos pareciam dois cristais, o sorriso pareceu oferecer um beijo e eu parecia aceitar toda a situação.
Idiota, não resisti... e sabia que havia o desejo de o querer mas mais desejo ainda de que ele me quisesse a mim.
Aquele jogo de incertezas e ódio pareciam perseguir-me, ainda asssim rendia-me aos seus beijos, ao seu corpo estupidamente bem constituído, enquanto ele me puxava o vestido para cima, despindo-me por completo.
Cada toque seu era uma ferida na minha consciência e um sorriso no meu coração lamechas, mas o meu corpo desejava que aquele momento fosse eterno.
O calor dos seus lábios sobre a minha pele pareciam queimar-me e a sua força contra o meu peito prendia-me, como eu abominava mas queria.
Então percebi que independentemente de todos os sentimentos contrários, eu sempre sonhara com aquele momento. Então encostei-o contra a parede, se ele tinha aberto o jogo então eu merecia mostrar o que valia.

 

 


(Continua?!)

27
Abr16

Cada toque seu (parte I)

Carolina Cruz

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Eu amava-o, sempre soube. No entanto, odiava-o completamente, aquele jeito rude e convencido quebrava-me por completo.
Eu não sabia estar na sua presença, não me reconhecia e por isso odiava-me a mim própria também. Não me continha, o coração palpitava, os nervos sempre surgiam à flor da pele.
Porque é que ele era tão irritante quanto encantador? Ele sabia ao certo como mexer comigo.
Naquele dia, o ar animado em casa de uma amiga parecia sufocar-me sempre que ele decidia puxar dois dedos de de conversa com qualquer outra rapariga que não eu.
Levantei-me e fui pensar para longe - no consolo de um quarto rosa de padrão floral - estava seriamente irritada comigo mesma.
Fechei os olhos e respirei fundo quando senti uma porta a bater silenciosamente...

(Continua...)

26
Abr16

“O livro que marcou a minha vida”, com The Chocolate

Carolina Cruz

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Há uns meses fui desafiada pelo blog The Chocolate (um doce de blog) para falar sobre o livro que mais me marcou, e não podia ter vindo em melhor altura, pois há já algum tempo que andava para ler “Na Margem do Rio Piedra, eu sentei e chorei” de Paulo Coelho, o livro que marcou a minha vida. O livro que me fez começar a ler desmedidamente e que fez com que me prendesse a este amor pelos livros, a esta paixão mágica que é ler.

 

Este livro de Paulo Coelho marcou-me, porque de certa forma, retrata um pouco da minha forma de levar a vida, de amá-la, de viver com fé, com um olhar bom sobre o mal que por vezes nos pode acontecer.
As suas palavras fazem-me sorrir, parece que conversam comigo, que falam um pouco sobre mim.
Na verdade, fala-nos sobre as pequenas coisas da vida, aquelas que lhe dão sentido: o amor, a luta, a fé em não desistir dos nossos sonhos, no vencer o medo de correr riscos. Porque a vida é isso mesmo, precisamos de viver um dia de cada vez, em harmonia connosco mesmos, com a natureza, com os outros.
Um livro que nos encanta, nos emociona e nos faz abraçar a vida!
Faltam-me as palavras para o definir, por isso deixo-vos um excerto:

 

“É preciso correr riscos, dizia ele. Só percebemos realmente o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça. (…) quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. Ele pode estar escondido na altura em que enfiamos a chave na porta, pela manhã, no instante de silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais.
A felicidade às vezes é uma bênção – mas geralmente é uma conquista.
O instante mágico do dia ajuda-nos a mudar, faz-nos ir em busca de nossos sonhos. Vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões – mas tudo é passageiro, e não deixa marcas. E, no futuro, podemos olhar para trás com orgulho e fé.
Pobre de quem teve medo de correr os riscos. Porque este talvez não se dececione nunca, nem tenha desilusões, nem sofra como aqueles que têm um sonho a seguir.”

 

Leiam, vale (muitíssimo) a pena.

26
Abr16

Vem comigo

Carolina Cruz

Vem comigo, vem...vem saber se sou feliz e quanto essa felicidade me custa.
Hoje tornei os meus sonhos realidade, construí neles um sorriso maior pela minha capacidade de vencer.
Construí contigo uma história que não o fiz com mais ninguém, quando perco algo teu, perco um pedaço de mim mesma, não sou completa, há todo um perder tão forte que em nada me sinto viva.
Sei que é errado perder-me em alguém que tão pouco me respeita, mas sei tão bem ou melhor que tu, o quanto gostas de mim!

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25
Abr16

Sim, meu amor

Carolina Cruz

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Sim, meu amor, hoje quero dar-te o meu prazer... o prazer de dormir na tua cama, hoje, todos os dias... a saudade.
E quanto isso me dá prazer! Ver-te desejares-me e não me teres, de me quereres e de eu não te querer como um dia não me quiseste a mim.
Eu posso perdoar mas não esqueço, sou amável até me pisarem os calos e consigo ser tão arrogante quanto o desrespeito que tiveste por mim.
Por isso, meu amor, quero ver-te afogado nessa saudade que tu próprio criaste, quero criar em ti o maior peso, não o da traição mas o de coração despedaçado.
Exatamente igual àquele que encontraste no meu rosto em lágrimas.
Eu não guardo rancor, ora essa, não mereces, por isso te digo que quero deitar-te com a saudade de mim, porque de mim em ti, só restará isso.

24
Abr16

Minha loucura

Carolina Cruz

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Lembro de ela partir sem dizer o nome, mas quase diria chamar-se Madalena, pois tal como a música, de seu nome, me fez chorar.
As formas do seu corpo eram leves mas ainda assim pareciam aprofundar-se numa sensualidade inata.
Apetecia-me senti-la nos meus sonhos, acordar e ainda tê-la a meu lado debaixo dos mesmo lençóis.
Como se pode desejar alguém que minimamente se conhece?
Eu sei... Ela trazia luz consigo, como algo que queima e arde por dentro num prazer que parece não ter fim.
Se pudesse dir-lhe-ia tudo o que em mim se invade, tudo por sua culpa. Chamar-me-ia de louco e eu convidaria-a para prova um pouco ou tanto desta minha loucura.

23
Abr16

Depois de tantos anos

Carolina Cruz

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Mesmo depois de tantos anos, de relações falhadas ou sólidas que terminassem, ela ainda era o amor da sua vida, aquele que o fazia vibrar em segredo, ela era mulher que temia e que ao invés amava como um louco. As palavras não eram pronunciadas mas o seu olhar contava tudo e em cada jeito seu existia a memória dela que em salto alto o olhava e sorria, deixando um rasto de magia, tristeza ou nostalgia, mas feliz porque sentia que ela seria sua um dia.

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