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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

Olho por ti a dentro.

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Olho por ti a dentro. Refresco-me na tua alma. Agradeço por te pertencer.
Consigo ver que pessoas como tu jamais serão esquecidas. Pessoas como tu existem poucas. E eu tenho a sorte de te olhar nos olhos e sorrir.
Posso ver-te crescer ao olhar-te nos olhos. Consigo ver o quanto te tornaste adulto e como é bom estar ao teu lado, a vivenciar tudo, com amor.
Esse amor leve que me aquece o peito, esse amor leve e apaixonante que me faz ser… Nunca nenhum homem me amou por inteiro como tu. Nenhum homem, além de ti, me soube olhar nos olhos e por gestos dizer que me amava.
Não é o teu cavalheirismo que me inquieta ou que me conquista. É o teu querer-me tanto, é o teu sorriso quando me vês sorrir. É esse olhar que sorri e que brilha muito mais que todas as estrelas do céu.
Eu não quero casar contigo. É apenas um papel. Nós não precisamos disso, pois não?
Eu não quero dizer a toda a gente que te amo, porque as pessoas mais importantes já o sabem, e são o bastante – nós dois.
Eu quero apenas pertencer-te todo o resto da minha vida. Adormecer uma e outra vez no teu peito e acordar com um beijo doce e um sorriso breve, tão certo como a paz de um oceano.
Eu quero ser, sem regras, toda tua, até ao fim da minha vida.

 

Sabes a certeza

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Cheiras a mar, sabes a certeza.
Provar-te é degustar profundamente o teu amor.
É sentir a tua pele ardente, com saber e sabor.
É como criar, esperar, sorrir, ser.
Brinco no teu leito e acalmo a minha alma em pequenos pedaços de prazer.
Sentir-me como parte do teu corpo é poder trincar o sonho e mordê-lo com provocação.
Ser-te fiel é tão certo, tão bom.
Podemos ficar nesta doçura toda a vida?
Embora te saiba seduzir. Embora saiba que o que temos não é tudo, que não é sério, eu quero-te para sempre. É por isso que eu te quero para sempre. És a perfeita metade de mim.
Se sei viver sem ti? Não sei se sei. Prefiro ficar na dúvida. Posso?
Envolve-te nos meus braços. Beija o meu peito e aquece-o por dentro, bem no fundo da minha alma.
Anda. Esqueçamos isso.
Tenho-te neste momento, é tudo o que importa. Tudo o que mais quero.

 

 

Deixa-me ser feliz

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Adoro-te. No entanto, por vezes não te consigo ler. As tuas entrelinhas são códigos secretos, dentro delas eu estou cega, porém eu nunca compreendi Braille.
Como posso amar-te senão me deixas? Num minuto sinto que o teu sorriso é sincero, no outro que ele se cansa de mim.
Não quero ser eu a mártire que confessa todos os amores que sinto proibidos, que te ama sem querer nada em troca, que insiste e persiste em te querer do meu lado sem esse amor comum que devia existir entre nós.
Só não resulta porque não queres, só não me tens no meu todo porque nunca me soubeste ter.
Sou apenas um corpo e tu uma mente fria, eu um coração aberto e tu uma alma fechada. Será que eu posso ser o sentimento impulsivo e tu a razão? O contrário? Ou nada disto existe e é pura ficção da minha mente perdida de paixão?
Se é desastre ou ciúme, diz-me, implora-me, cumpre tudo o que prometeste outrora, se não, então vai, sai do meu pensamento, deixa-me, deixa-me ser feliz.
 

 

 
 
 
 

 

Trouxeste o inverno à minha alma.

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Neste momento, se não te tenho, então não quero mais ninguém.
Envolvo-me entre a roupa, debaixo dos meus cobertores quentes, porque o frio do inverno arrefeceu o meu corpo e, a tua ausência, arrefeceu a minha alma.
Trouxeste o inverno à minha alma.
É impossível não entristecer quando era contigo que me imaginava aqui debaixo, de mãos entrelaçadas até elas ficarem repletas de sabedoria, enrugadas e cheias de amor.
No entanto, naquela manhã tu partiste sem querer me dar satisfações, sem dizeres porque foste. Todo esse amor que anotaste na carta escrita e perdida no passado, não passou de uma mentira e, o amor que hoje sinto, não passa de uma desilusão.
Por isso, relembro tudo como se de um sonho passado se tratasse, como se todos aqueles lugares em que estivemos, todas as conversas partilhadas, todos os beijos ou todo o sexo não passaram de um prazer decidido do meu inconsciente, que acordou esta manhã.
Quero. Juro que quero mesmo levantar-me daqui, sair, seguir em frente. No entanto, uma parte de mim sabe que tudo foi verdade, e é essa consciência que me resiste e que me faz render. Apetecia-me acordar noutro lugar e acreditar que a vida ainda vale a pena, que o meu sorriso encontrará alegria em outro olhar. Será?

 

 

Na memória nada fica.

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Toda a vida roda, roda e eu não entendo a sua razão, sofro e acaba, morro de desilusão.
Morri, morrer de sonhar, o que hoje vai, amanhã não volta, e vai sem olhar para trás...avança e esquece.
Na memória nada fica, nem mesmo o que fez chorar ou sorrir, na memória fica o agora e não o que foi ou o que fomos, se algum dia tivemos sido.
Murmúrio, silêncio e saudade...fecho os olhos e também esqueço por tudo o que não foste, o que nunca serás. Não serás a roda da minha alma, quanto mais pertencente ao meu coração.

 

* Simplicidades da vida: nadar

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Nadar é sentir-me em casa, livre, dispensada de receios.
Sinto-me um peixe na água, devorando sorrisos e sonhos profundos.
Quando saio tudo o que sinto é paz, o meu corpo cansado envolve mistérios, capazes de dar e fazer o seu melhor.
Há uma magia inerente ao nadar, a nossa alma mais que o nosso copo tem a certeza de que sabe respirar e acreditar em como é bom estar-se vivo!

* Simplicidades da vida: dançar

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Danço, sem parar, sozinha, livre. Era o que mais precisava neste momento de tensão: pôr o rádio no máximo e dançar como uma louca, sabe tão bem não sabe? Sentir a música que nos dá outro ânimo e sentir que estou livre de preocupações, pelo menos naquele instante e então tudo o que é pesado se torna mais leve e volto a dançar e a cantar com uma diva e sou-o, naquele momento, sou tudo aquilo que quero ser: feliz.

Sento-me e sinto.

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Sento-me, carrego comigo toda a mágoa que invade o ser humano e questiono-me sobre tudo o que vai na sua alma.
Hoje cansei-me dele, das suas intrigas, hoje tomei o partido da sensatez e sentei-me, onde o sol se põe e a tranquilidade aflora o simples som do mar, flutuante e calmo, constante, mesmo ali à minha altura.
Canso-me demasiado e inspiro como se morresse hoje arrastada pelas ondas, talvez fosse levada para o paraíso, talvez lá a humanidade não cairia no desumano, não falava em tudo e nada, não comentava e não empinava o nariz com autoritarismo.
Estaremos nós loucos? Que se passa? O que aconteceu ao nosso “eu”? À nossa união que fazia a força nem que fosse por um segundo? Que é feito do conceito de “Família”? Mudámos o nosso vocabulário, mudámos as coisas simples para futilidades, em mesquinhices e rancores, expiro, morri…este não é o meu mundo não é, enfim…
Sento-me e sinto-me, sensata.

A amizade é um amor que não morre

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Eu sou assim, uma estrela, uma alma que se cruza no teu caminho, espelhada na água do teu mar profundo, entro na cor rasgada do teu olhar.
Sento-me ao fundo da escada, olho o redor, sinto-me tão calma, sinto-me muito melhor, cruzo os braços e revivo tudo outra vez exatamente como no começo.
Sinto o teu perfume, sorrio, envergonhada. Não sou demente, apenas sinto que cresci quando consegui construir de novo a expressão do teu olhar mais profundo, a tua esperança não morreu em mim.
Sou a palavra amiga com quem podes contar sempre, independentemente de tudo o que possa acontecer com o nosso amor, estarei aqui sempre, a teu lado e com grande orgulho.
Não finjo ser quem não sou, não minto nem omito, sou eu, encontrar-me-ás se olhares bem fundo, porque sou aquela que olha e sente que ninguém te amará como eu, porque a amizade é um amor que não morre.

 

Fotografia do filme "The Last Song"

Há uma saudade

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Há uma saudade que volta ao meu rasgar do sorrir.
Voltei a perder tudo e a guardar memórias como quem guarda vaidade de tempos vividos, de marcar a diferença!
Volta a saudade sempre que penso como fui feliz por cada rua da minha alma, em cada cântico de uma balada, de amargura. Embora me sinta triste, sinto-me ainda mais contente por saber que o vivi!
Não... jamais deixarei partir os meus amigos, que comigo criaram os maiores laços e as melhores certezas, que aconteça o que acontecer, venha a distância que vier, estamos sempre juntos, sempre.
Porque há sempre um tempo assim nas nossas vidas, que vem para nos fazer dar valor a tudo aquilo que temos, traz-nos as melhores pessoas para ficarem connosco e envolve-nos na magia que há em acreditar em um para sempre.
Sim, há saudade! Há nostalgia! Por sonhar e lembrar momentos tão passageiros, que marcaram tanto, que de tão rápidos me ofereceram o melhor de mim, por isso há saudade, mas também há esperança que todo esse viver se repita sempre em cada recanto da minha vida!

 

(fotografia do filme "A culpa é das estrelas")

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