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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

* TV Shows: 13 reasons why

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Já aqui falei sobre o livro, hoje vou falar da série do Netflix baseada em "Por treze razões".
Na minha opinião, tal como tinha vindo a ouvir das outras pessoas, a série, é sem dúvida, melhor que o livro. Vou passar a explicar porquê.
Enquanto o livro se centra mais em Clay e na descoberta deste sobre as treze razões que levaram a rapariga que amava a acabar com a vida. Na série, conseguimos compreender melhor a envolvência das treze pessoas a quem pertencem as cassetes.
Quero dizer que, durante estes treze episódios conhecemos mais detalhadamente as personagens.
Porém algumas diferenças são visíveis. Na minha opinião, o livro apresenta um Clay que é mais reservado ainda e que, a meu ver, tem muito menos ligação com a Hannah do que o Clay da série.
As razões da Hannah, tal como no livro, começam a ter maior intensidade a meio e conseguimos sentir o seu declínio, porque tal como disse anteriormente conhecemos melhor a forma como ela se relaciona com as outras personagens e como elas são.
É uma série com conteúdo forte e susceptivel e, como o livro, creio que não deve ser visto por todos os jovens. Pode ser um certo despoletar para quem, tal como Hannah, pensa nesse fim.
Também por isso, penso que mais importante do que ser vista pelos jovens, deve ser vista pelos pais e educadores, surgindo como um alerta, para que casos como o de Hannah não aconteçam nas suas vidas.

 

 

* Filmes com história: Under the tuscan sun

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O amor verdadeiro surgirá.
Até lá, não deprimas, não te lamentes, diverte-te!
Há um mundo lá fora que te quer ver sorrir, milhares de paisagens para disfrutar e pessoas novas para conhecer.
Frances julgava ter um casamento feliz, mas foi traída.
Desacreditou do amor até ao dia em que ao viajar para a Toscana, a terra do maravilhoso pôr-do-sol, percebeu que o amor é um sentimento muito além de uma relação amorosa.
Percebeu também que o amor próprio é o mais importante e que é meio caminho para o sucesso.
Desta forma, Frances compra um velho casarão de uma duquesa antiga. A casa necessita de obras. Ainda assim, Frances recomeçou ali a sua vida.
E é aí que tudo começa a ter graça. Depois de se libertar das tristezas e do medo, a sua vida começa a ter cor.

Um filme com paisagens lindíssimas e com uma mensagem muito importante!
Quem já viu? Tratem disso!
 
 

 

* Filmes com história: Death Clique

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A amizade é dos sentimentos mais puros, como é que alguém consegue pensar em condená-la?
As condições, horas, e a adrenalina do dia-a-dia fazem com que façamos coisas sem pensar com sensatez e, por vezes, confiar em pessoas às cegas. É verdade. Porém, há erros imperdoáveis, e consequências que nos marcam para toda a vida.
Jade e Sara são as melhores amigas e prometem amizade eterna. No entanto, tudo muda com a chegada de Ashley, uma miúda calculista, mal-intencionada e fria, que trava uma amizade demasiado íntima com Jade. Deixando que esta deixe para trás uma amizade verdadeira de anos.
“Amizade fatal” é um thriller que eu considerei brutal e horrível.
Brutal porque nos agarra do início ao fim, por causa da crueldade da história e da frieza da personagem principal.
Considero horrível, tendo em conta que é um filme baseado numa história verídica. Mas afinal que história horrível é esta?
Vejam e deixem-se surpreender.

 

 

* Palavras que não são minhas: A rapariga que roubava livros

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O ser humano, esse ser, pior que qualquer irracional. O Homem, o único, que mata por prazer. Guerras, mortes inocentes e um imperialismo que conta a história que Hitler escreveu. Triste, repugnante, horrorosa. Muitos mais adjetivos podiam descrever o holocausto, mas por mais anos que passem, é impossível.
"A rapariga que roubava livros" é um livro que narra a história de quem viveu nessa época.
Esta trama é narrada por alguém que teve grande destaque na 2° guerra mundial, sobretudo entre os judeus - a morte.
Ela conta a história de Liesel, uma menina a quem roubaram a esperança e que ainda assim nunca deixou de sonhar. Agarrou-se às palavras, aos livros e aos que mais amava e o mundo, ainda que cinzento, tornara-se cor-de-rosa.
A ânsia de roubar um livro era tão forte que cada dia se tornava numa aventura, ao lado do seu amigo Rudy.
Uma história de ficção envolvendo a história mundial, sobre a inocência, o amor, o afeto, a lealdade e a esperança num mundo onde a morte e a crueldade entram a cada instante.

* O teu olhar: meu "cãopanheiro"

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Meu “cãopanheiro” é contigo, e foi contigo que eu acreditei que a amizade pode ser muito mais que algo entre géneros, forças ou humanos. Não acreditas? Bem podes fazê-lo, porque, na minha opinião, és o melhor amigo que alguém pode ter. Entendes-me, conheces todos os meus defeitos e não criticas, não dizes mal, compreendes e ainda assim manténs-te do meu lado, a amar-me da mesma forma.
És tu que estás sempre lá. És tu que me abraças como se fosses a areia e eu o mar. És tu que me sabes realmente amar. Sem rodeios, sem formas, sem complexos ou complexidades. O Homem é demasiado comum, demasiado complexo para compreender sem julgar os outros, ouvir sem conversar ou sem pôr erros de parte. Tu, pelo contrário, ouves-me, choras comigo e mesmo sem conhecer a realidade sabes que do preciso, de conforto e de alguém esteja lá, tu sabes tudo sem, se calhar, saber realmente. No entanto, não importa, pois sabes amar, amar sem vírgulas ou pontos finais, amar no mais simples da palavra e do verbo.
Não me perderás nunca, pois vivo no teu coração, que embora pequeno, é tão grande e, eu sei, que nunca me abandonarás. O teu maior erro tu não podes controlar, mas eu sei que partes cedo, pois o teu objetivo é o de me marcar. Um marca de amor para sempre.

 

(fotografia da autoria de Zinder León)

* Filmes com história: Summer of 8

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“The summer of 8” é um filme jovem, que fala sobre sonhos, receios, recomeços, atração, paixão, amor e amizade.
Os “8” do título representa os oito elementos de um grupo de amigos que está prestes a entrar para a faculdade e aquele é o seu último verão juntos, o último dia, a última noite, antes das suas vidas mudarem para sempre. Tudo pode acontecer, mas o que acontecerá realmente?
Aquele grupo representa muitos outros que existem na vida real, com amores escondidos, com erros e momentos que jamais poderão esquecer. Será infinita esta amizade que os une? Conseguirão eles partir sem voltar? Só poderão saber se virem o filme e descobrirem os segredos mais bem guardados que só com os seus grandes amigos irão partilhar.
Vejam! É leve, jovem e um bom filme para descontrair.

 

 

18 # Existirá destino sem os sonhos?

“Pois merecemos. E termos um final feliz é aceitar que não temos mais nada a ver um com outro a não ser nas memórias. Iludi-me sim, sonhei muito alto, perdi-me no teu corpo, soube-me bem, senti prazer. No entanto, tenho maior prazer ainda em dizer que me desiludiste, o tempo muda as pessoas. Já não és o meu Manel do passado. Perdoo-te sim, ao fechar os olhos e lembrar que o que passou não passou de uma história terminada. Se eu tinha dúvidas hoje não as tenho mais. Tu adoras a sensação de me teres a teus pés, não a minha pessoa propriamente. Não nego nem duvido que me tenhas amado, mas mudaste. E não é a tua pessoa que eu quero na minha vida. Poderei cumprimentar-te, tomar café quando regressar a Portugal, somente isso. Amizade, nada mais. Perdoo-te sim e agradeço-te por teres-me ajudado a virar a página.
Sê feliz, beijinhos”

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Bloqueou o telemóvel e dirigiu-se à cozinha. John que se encontrava a escorrer a massa, recebeu um abraço. Sara abraçou-lhe as costas. Ele virou-se num repente delicioso.
- Vou dar o meu melhor. Virei a página. Agora, serás a única pessoa que eu hei-de querer ler. Vou fazer por merecer o teu amor. Por inteiro. Sei que dói, mas vamos fazer por isso?
John sorriu, olhou-a e só conseguiu beijá-la.
- I love you. – disse ele.
- Me too.
Sara voltou a Londres, aos recitais de Shakespeare, à enfermagem e nos braços de John manteve o seu sonho. Não há destino se não seguirmos os nossos sonhos, não há destino se os sonhos dos outros mudaram e só um fala de paixão, de amor, ou de futuro. Só existe destino, se ambos quiserem. Sonhos morrem e nascem todos os dias. Os verdadeiros, os nossos, permanecerão.

 

(fim.)

8 # Existirá destino sem os sonhos?

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A vinda a Portugal chegara num instante, Sara estava bastante ansiosa e John bastante feliz por partilhar com ela este regresso cheio de emoções.
John falava pouco português, tudo o que sabia, tinha aprendido com Sara. No entanto, não se importava pois a sua amiga sabia suficientemente bem inglês para traduzir o que quer que fosse à sua família ou amigos.
Aquele abraço apertado entre filha e mãe dissera tudo, quanta saudade cabia naquele abraço. Saudade, amor, valores e felicidade, felicidade que corria em lágrimas pelos olhos de ambas.
- Mãe, este é o John.
- Ólá! – Dizia simpático John no seu sotaque português cómico e envergonhado.
- Que bonito filha. – Segredou-lhe a mãe. – Prazer, meu querido!
- É apenas um amigo especial. – Esclareceu Sara de imediato.
- Yes, I am! – Disse John entre gargalhadas que choravam um querer mais.
No entretanto, chegara o pai de Sara, com os olhos rasgados de lágrimas. A cumplicidade de Sara com o pai era, desde que se lembra, muito cúmplice. Não esqueceram nunca como Sara tinha sido o seu suporte com os outros irmãos e a construir uma nova felicidade após todas as desilusões da vida (a morte do pequeno irmão).
Por falar em irmãos, Filipe e Joel estavam enormes, catorze anos tinham passado por eles. Filipe tinha vinte e quatro e Joel vinte. Já não eram mais os seus miúdos pequenos, mimados ou travessos. Eram homens grandes, quase de barba rija e sorriso no rosto, adultos e responsáveis. Bonitos, simpáticos.
Gostaram imediatamente do feeling positivo de John e as suas conversas eram longas. Sendo Natal, estavam ambos de férias, tinham grande disponibilidade e interesse em apresentar os novos cafés da marginal ou os bares onde havia música ao vivo.
Tudo estava a ser perfeito, Sara começara a olhar John com outros olhos, olhos que transmitiam orgulho, seria amor?
Tudo estava a ser perfeito, até ao dia em que a sua mãe, sem nunca ter sabido de nada, mexera com a sua alma, com o seu passado e com o seu coração.
- Sabes quem é que eu vi no outro dia? Diz que está de volta à cidade e que abriu o seu próprio negócio de marketing e relações públicas… O teu professor de teatro, o Manuel.
O Manuel, o apaixonado Manel, estava tão perto de si. Um “a sério?” foi dito, carregado de uma adrenalina entusiasmante e nostálgica. Que faria ela com aquela informação?
 
(Continua...)

 

 

* Palavras que não são minhas: Viver sem ti

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“Como recomeçar quando perdemos quem amamos?” é o mote para o livro “Viver sem ti” de Jojo Moyes.
Como será a vida de Louisa Clark após a partida do seu querido Will? A vida dos seus pais? Como recomeçar depois de toda a desilusão? Com a dor do luto… Será que a morte de Will não foi tão dolorosa para quem ficou como fora o seu acidente e a sua condição? Claro que sim, mas novos começos precisam de acontecer.
Embora, não tenha chorado tanto como no primeiro livro. Esta continuação é igualmente fabulosa e Jojo Moyes tem o poder de nos fazer sorrir mesmo no pior momento das suas personagens.
A forma espetacular como conta o dia-a-dia das mesmas, as suas rotinas, com simplicidade e amor, torna um livro simples numa descontrolada emoção de sentimentos. Isto porque, ao longo da história, vamo-nos apaixonando ainda mais pelas personagens que Will amava, e vamos percebendo como é difícil perder o lugar de alguém no coração e que ninguém é substituível. No entanto, novos começos são necessários e se acreditarmos muito, eles realmente acontecem.
Neste livro vemos a evolução de Louisa Clark, a sua mudança e os seus sentimentos sempre à flor da pele. Porque ela é, muito mais do que julga, uma mulher forte e realmente bondosa, é isso que a torna bonita por dentro e por fora.
Não acredito que vou dizer isto, mas vou ter saudades dela.
Vamos ler? Vale muito a pena!

Um novo começo (parte VI)

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Aquele sorriso queria retribuir-lhe todos os segundos que perderam por Sofia recear aquele encontro. Aquele sorriso falava o mesmo idioma sim, falava sobre paixão, sobre amor à primeira vista, um sorriso que falou num beijo impulsivo.
- Eu vou fazer um esforço para falar inglês. – dizia Sofia – Sorry! Speak english!
Mike soltou uma gargalhada!
- E eu pórtuguês. Other place! Now!
Sem saber o que Mike revelaria mais tarde, esqueceram-se de todos os compromissos e deixaram que acontecesse, que a paixão revelasse a alegria dos seus corpos e fizeram das incertezas o momento.
Sob a nudez revelaram segredos.
- Speak about you.
- I’m live in England and I’m Erasmus student. I will ingress in Universidade de Lisboa.
- Really?
Com a felicidade, Sofia acabava por entender não só tudo o que ele dizia, mas também ela expressar-se em inglês.
Tal como Sofia e as amigas, Mike iria ingressar na Universidade de Lisboa, por um ano. O seu sonho não era de uma noite, todo este amor podia durar mais que um dia, que uma semana. Só o tempo o diria, mas naquele momento nem o tempo importava.
Sofia sabia que tinha sido louca em arriscar, mas por vezes quando a intuição nos fala, não é tão bom sermos loucos? É importante que saibamos quem somos e manter a nossa alma e a nossa consciência tranquila, mas cair na loucura não nos torna de todo insanos, por vezes torna-nos saudáveis.
Certamente se Sofia não arriscasse não saberia que o melhor ano da sua vida estava prestes a chegar!

(fim.)
 

 

 
 

 

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