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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

01
Ago17

Vens amar-me também?

Carolina Cruz

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Hey, estou aqui!
Eu sei, eu sei que sabes onde me encontrar.
Sim, escusas de vir se não for para ficar.
Entende que mudei.
Que não quero apenas que sejas só mais um.
Quero que sejas o meu amor eterno.
Eu quero acreditar.
Eu acredito.
Preciso que também o faças.
Preciso que me entendas, que entendas que o meu passado não é perfeito, por isso também não o sou.
Preciso que me leias.
Lê-me nas entrelinhas ou então nada em nós valerá a pena.
Eu quero que tudo resulte.
Quero que sejas quem eu vou amar para sempre.
Mas preciso de ti, que colabores, que estejas, que venhas, que me dês todo o teu amor.
Será que podemos tentar?
Hey, estou aqui!
Amo-te.
Vens amar-me também?
11
Jul17

Vamos?

Carolina Cruz

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Não me importa a onde vamos. 
Correremos o mundo juntos. De mãos dadas. Para sempre, de mãos dadas.
Não precisamos de ir muito longe, não precisamos de fazer milhares de quilómetros. Precisamos de sentir a natureza, de amá-la, como ela nos ama com todo o seu esplendor.
Não me importa a onde vamos. Eu só quero partir, tu e eu. Para longe de tudo. Para bem longe do mundo. Ficaremos mesmo no centro, do centro do amor.
Não me importa mais nada se estivermos juntos. Passearemos de mãos dadas o resto da vida. Viajar nos tornará melhores. Não precisamos de gastar um tostão, precisamos de amar o que temos e isso, isso já é tanto. 
Vamos… conhecer, completar (ainda mais) quem somos, vamos aprender, olhando ao redor do mundo. Vamos… conhecer novas culturas, novos lugares, pessoas novas, e ainda assim nos manteremos lado a lado, porque sem ti viajaria na solidão. Contigo, eu faço esta travessia de alma e coração.
Vamos?
 

 

 

 

 
14
Fev17

S.Valentim

Carolina Cruz

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Se eu quisesse receber S. Valentim como ele é, no seu autêntico consumismo, eu dir-te-ia: Vem, traz-me rosas vermelhas, um coração enorme, um peluche felpudo para que eu o possa abraçar todas as noites para me lembrar de ti, mais umas quantas caixas de bombons e um perfume caríssimo. Mas eu não quero nada disso.
Dir-te-ei então.
Vem, receber-me, despir-me a roupa, beijar-me os seios e entrar pelo meu peito adentro, despe-me a alma e faz de mim a mulher mais feliz do mundo. Não apenas hoje, mantém esse desejo para todo o sempre, para o resto das nossas vidas.
Não quero apenas isso, quero que sintas que sou parte de ti, cerca-te de que somos um só e não apenas na cama. Seremos um só, quando pudermos dividir as alegrias e as tristezas, quando a base do nosso amor é o respeito, a amizade e o querer tanto.
Que se lixem todas as prendas que te poderia dar hoje, o meu presente preferido és tu e o melhor que eu posso receber é o teu amor.
Não apenas hoje, todos os dias, porque hoje é apenas mais um dia para te amar. Somente 24horas, somente um dia, numa imensidão de anos.
Amo-te.

 

Fonte da fotografia: 3 metros acima do céu (filme)

28
Set16

[Completas-me] com Vânia de "A duquesa e o gato"

Carolina Cruz

Hoje trago-vos mais um "completas-me"! Confessem lá, já tinham saudades, não já? Também eu! 
Quem nos presenteia com um texto romântico e muito bonito é a nossa querida e simpática Vânia, do blog "A duquesa e o gato" quem consegue resistir a este fantástico blog? E hoje... às suas palavras? Espero que gostem! Aqui vai:

 

"Maria tinha 20 anos. Dona de uns belos e longos cabelos negros e de uns olhos cor de mel. Era tímida mas ao mesmo tempo adorava conhecer pessoas e locais. Tinha saído de uma relação conturbada e quis refugiar-se nos amigos. 
Numa das saídas à noite com o seu grupo, Maria conheceu-o.
Cláudio era moreno, com olhos verdes e lábios finos. Sorria com os olhos e isso encantava-a. 
Foi nessa mesma noite que ele, timidamente, por debaixo da mesa, lhe deu a mão. Trocaram o primeiro beijo quando se despediram nessa mesma noite quente de Primavera.  Maria sentiu pela primeira vez o que realmente eram as ''borboletas na barriga''. Estava apaixonada!
A partir desse dia, Maria e Cláudio nunca mais se largaram... Todos os dias eram diferentes, todos os dias ele a surpreendia. Viveram um conto de fadas durante um ano até que, sem qualquer aviso, Maria recebe uma mensagem de Cláudio. Ele acabara com a relação, dizendo estar apaixonado por outra.
Maria ficou devastada. Soube mais tarde, por amigos, que o seu pai o proibira de namorar com ela por não ser rica.
Durante anos sempre pensou que um dia receberia a sua visita em casa a pedir-lhe perdão ou uma simples mensagem. Tal não aconteceu e Maria decidiu que precisava de seguir em frente. 
Passaram 10 anos e ambos tinham seguido as suas vidas. Encontraram-se numa saída à noite, num bar com karaoke. Os seus olhos cor de mel cruzaram-se mais uma vez com os seus olhos verdes…"

 

todos os dias - paulo sousa.jpg

 

Maria queria correr até ele, era o que dizia o seu coração que há 10 anos não queria mais ninguém, aquela relação marcara-a para sempre, como era possível esquecer?
Era verdade que os seus olhos se tinham cruzado com a mesma intensidade de outrora, que espelhavam o mesmo amor, ou o mesmo encanto que conheceram da primeira vez que se cruzaram.
No entanto, Maria era orgulhosa, Cláudio teimoso. Ela estava mais bonita que há dez anos, os anos pareciam não passar por ela, ele estava calvo, mas igualmente sensual.
Caramba, seria assim tão difícil deixar que o destino acontecesse, agora que ambos não tinham ninguém que condenasse o seu destino?
Alguém tinha de dar o braço a torcer, amores como este, verdadeiro, como o deles, acontecia uma vez na vida, porque é que tinha de ser imperfeito ou impossível?
Maria saiu do bar, lavada em lágrimas, não era assim tão forte para aguentar tal encontro cruzado.
Limpava o rosto, quando começou a tocar “Home” de Simply Red, a música que os ligava a cada segundo de melodia, todos os minutos que viveram pareciam eternos, até mesmo nos anos que viveram afastados. Cláudio queria, naquele segundo, recuperar um por um:

 

“Maria, eu sei que andas por aí. Por favor ouve-me.”

 

Era a sua voz, não mudara nem um timbre que fosse. Maria correra para dentro do bar, como que num ato de desespero.
Os seus olhos voltaram a cruzar-se e tantos segredos queriam contar um ao outro. Ele continuou, sem qualquer receio na voz:

 

“Sei que nenhum louco no seu mais perfeito momento de delírio o faria, mas eu vou fazê-lo, antes que seja tarde demais. Levei dez anos a tentar esquecer-te, não consegui, era o tempo a dizer que o destino ainda faria cruzar nossos caminhos, e eu não posso deixar que nos voltemos a afastar.

Casa comigo. Não aceito um não.”

 

Maria petrificou, chorou como quem abraça o tempo e o abraçou-o como se conhecesse o infinito, o amor não morreu, o amor verdadeiro sempre vence. Hoje, Maria e Cláudio ainda permanecem juntos. Eu acredito no amor para sempre. Eles também.

13
Dez15

É assim que olho a vida

Carolina Cruz

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Eu sou de choro fácil e de sorriso verdadeiro, se não o for não vale a pena, se não o for, algo então me feriu e não tomei os meus sentimentos como necessários.
Não se chama falta de educação ou insensatez, nem por isso. Eu chamo-lhe de maturidade. 
A maturidade que existe em mim é um tanto de menina mulher que sou, é algo que me faz arriscar o desconhecido e enfrentar o que de melhor tem a vida, vivendo um dia de cada vez.
Enfrentar o desejo de amor eterno também é sofrer, é acreditar que os nossos sonhos têm uma forma de se fazer sentir, mas também chegamos lá tropeçando e melhor que tudo, levantando-nos para um novo dia. 
É assim que olho a vida, sempre como um novo dia, cheio de novas experiências, sentimentos e ânsia de querer viver mais, com um sorriso, aprendendo com o mau, contentando com que há de melhor!

30
Nov15

Dançar à chuva

Carolina Cruz

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Vem comigo. Vamos dançar na rua, vamos? 
Dançar à chuva, sentindo cada gota de água nossa bênção de amor eterno.
Deixa que ela leve todas as nossas preocupações, e nos traga tempo, sabedoria e esperança de sorrir mais vezes do que chorar e se pudermos chorar de alegria. 
Vamos balançar no tempo, deixando que ele seja fruto da nossa união, e a nossa união seja a nossa vida para que todos os dias, as gargalhadas se unam num beijo sem fim.

12
Nov15

União infinita

Carolina Cruz

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Eu sei, eu sinto que é possível existir amor verdadeiro, aquele que nasce para jamais morrer, eterno e insaciável, feroz e imortal. É o desejo de cada dia, o sorriso conquistado a dar a mão ao mundo.
O tempo não acaba, passa devagarinho, embora acelere com o bater do coração, que ao encostar o ouvido renasce a ternura e a emoção.
Sinto-me e sentes-me numa união infinita, que não cessa mas queima, é paixão ardente, pois é amor, em que se ama realmente.

03
Nov15

Hoje e amanhã, para sempre

Carolina Cruz

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O amor faz-me sentir que distância não existe em nós, mesmo que aconteça.
És tudo aquilo que está perto, mesmo longe vives em meu pensamento e em tudo o que tem cor. És o tempo que não envelhece e que me cura daquilo que não quero sentir, que magoa, pois o teu olhar sempre me consola e o teu sorriso faz-me sonhar.
Hoje e amanhã, serás sempre quem eu vou amar, sempre com histórias para contar.

 

 

 

Fonte da imagem: Tumblr

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