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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

26
Jul17

[Ficção] Não existe amor maior

Carolina Cruz

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Vais, voltas. As vezes que entenderes. Somos instantes pequenos, formas desalinhadas de se viver uma paixão.
O amor não escolhe forma e nós decidimos amar à distância. 
Há formas de amar, sim. E não é por isso que se ama menos. 
Mesmo distante de ti, a cada encontro eu ainda te beijo como da primeira vez, ainda sinto o teu corpo quente como se fosse a ultima vez que nos tocamos. E tu vais, partes, e eu fico, remoída de saudade. Uma saudade boa, que nos mantém, que nos basta, porque eu sei… 
Vais, voltas… 
Não existe amor maior, não há nada que nos faça mudar, permanecemos unidos ainda que longe. E ainda que sejamos mais amigos que namorados, os namorados devem ser amigos, e somos… somos amores infindáveis, com uma cumplicidade desmedida. 
Se estivéssemos todas as vezes juntos, seria essa cumplicidade imensa? Ou é a saudade que nos alimenta e nos seduz? Nos liga ao prazer de cada momento?
Talvez não resultaríamos de outra maneira… Talvez… 
Não me interessa. Interessa-me quem somos quando estamos juntos.

 

 

 

24
Jul17

Alma fresca

Carolina Cruz

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Que calor!
Que bom!... que posso beber dessa tua alma fresca… 
Que bom!... que posso deitar-me e saudar-te de sorrisos nos lábios! 
Que bom dizer que o dia terminou, que chegou ao fim, que findou, contigo ao meu lado!
Por mais desilusões que haja, por mais maus momentos que existam, que bom!... saber que te tenho comigo, que depois de tudo ainda moro nos teus braços e a tua alma fresca me sorri.
Venha o sol, o mar, a tempestade e a chuva! Venham as marés, os maus agoiros e o calor abrupto. Venham as desilusões, as perdas e os desamores… Eu estou contigo, tu estás comigo e isso é indiscutível, infindável ao contrário dos dias, perfeito. E só isso, apenas isso, me basta.

 

 

29
Dez16

Preciso do Verão!

Carolina Cruz

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Preciso de abandonar, por momentos, as preocupações desmedidas e sentar-me apenas, observando o mar, sentir o ar no rosto e pensar que a vida é simples.
Preciso de sentir o sabor da tua pele salgada, sentir a beleza dos nossos corpos morenos e prometer às estrelas que será sempre assim, que seremos sempre jovens enquanto a nossa realidade nos permitir. 
Quero acordar e sentir que há mais para além daquilo que me levanta todos os dias, quero acordar e ver o sol olhar-me nos olhos para me deixar feliz, preciso que ele desperte em mim um ser mais leve e que me prenda à força da vida.
Sim, eu preciso das noites quentes que me fazem escrever todas as horas, preciso das noites simples para brindar à amizade e ao amor, dos dias longos que nos aquecem a alma, que me aquece o coração.

Sim, eu preciso do Verão!

01
Jul16

* No (en)canto do meu olhar: Quero o sol.

Carolina Cruz

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Quero o sol, os banhos de calor, os beijos salgados e os momentos que nascem para jamais morrerem.
Tenho saudades de partir, de viajar, de lutar pela liberdade e conhecer novos caminhos para ser feliz.
As noites são sonhos e o calor aquece os corações, as mãos dadas e os sorrisos cantam.
Os lugares parecem ter uma maior beleza e os sentidos que lhe damos é maior.
No Verão a esperança muda e os dias parecem não ter fim.

28
Abr16

Cada toque seu (parte II)

Carolina Cruz

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Caramba! Os seus olhos pareciam dois cristais, o sorriso pareceu oferecer um beijo e eu parecia aceitar toda a situação.
Idiota, não resisti... e sabia que havia o desejo de o querer mas mais desejo ainda de que ele me quisesse a mim.
Aquele jogo de incertezas e ódio pareciam perseguir-me, ainda asssim rendia-me aos seus beijos, ao seu corpo estupidamente bem constituído, enquanto ele me puxava o vestido para cima, despindo-me por completo.
Cada toque seu era uma ferida na minha consciência e um sorriso no meu coração lamechas, mas o meu corpo desejava que aquele momento fosse eterno.
O calor dos seus lábios sobre a minha pele pareciam queimar-me e a sua força contra o meu peito prendia-me, como eu abominava mas queria.
Então percebi que independentemente de todos os sentimentos contrários, eu sempre sonhara com aquele momento. Então encostei-o contra a parede, se ele tinha aberto o jogo então eu merecia mostrar o que valia.

 

 


(Continua?!)

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