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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

17
Nov17

[Cinema] Amor acima de tudo

Carolina Cruz

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Amor acima de tudo”, filme baseado no livro “Tudo, tudo… e nós” está bonito, porém quem leu o livro há-de entender-me quando afirmo que fica um pouco aquém.
Como falámos na resenha do livro, a história desta longa-metragem fala-nos de Maddy, uma rapariga de 18 anos, que é alérgica ao mundo e que vive com bastantes cuidados, sem nunca poder sair de casa, sem conhecer outro lugar senão nos livros que lê.
Tudo muda na sua vida quando se apaixona por Olly, o novo vizinho. A sua perspetiva do outro lado da janela muda e a sua vontade de arriscar ter medo também. O amor pode fazer-nos alcançar o impossível.
O filme tem um bom elenco, jovem, que prende ao ecrã pela simpatia. Porém, tem algumas coisas de que não gostei e que não tivesse lido o livro talvez não notaria.
Há partes confusas no filme que quem não leu o livro talvez não entenda que sejam sonhos, quando ela apenas imagina, e nesses mesmos sonhos a ficção é demasiada, na minha opinião.
Ainda assim, a história consegue cativar o público jovem e para os mais românticos é de facto um romance para sonhar. 
Mas, pronto, preferi o livro!
E vocês? Leram o livro? Viram o filme?
Qual a vossa opinião?

 

 

27
Jul17

Hey rapariga!

Carolina Cruz

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Hey rapariga, dança!
Aproveita! A vida é curta. É uma passagem.
És jovem. Bonita.
Vem, dança!
Esquece os problemas, o que dizem os outros, o cansaço!
Vive, dança!
Estás a ficar demasiado séria.
Quando te aperceberes disso será tarde demais.
Não queres aproveitar agora?
Vem, dança.
A vida não pode ser levada assim. Temos de largar os receios, esquecer os medos, as prisões da mente.
Vive o presente. 
Vive, dança!
Que quem é feliz, nunca se cansa!
Vem!
 

 

 
 

 

17
Jul17

[Ficção] Esses olhos

Carolina Cruz

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Esses olhos. 
Eram os teus olhos rasgados a olhar os meus.
O sorriso a despontar. O sorriso a nascer para toda a vida... esse mesmo sorriso que se quebrou.
Não há mais volta e tu não voltas para mim.
Não há amor como o primeiro? Mentira, não há amor como aquele que nos mata a sede, que nos envolve no peito e nos queima de prazer pelo simples gesto de amar.
Nunca me esqueci de ti.
Não existe um único dia em que não me lembre desse olhar.
Há amores que, por mais anos que vivamos, por mais pessoas que passem por nós, são eternos, pelo facto de nos terem marcado para sempre.
Embora eu ame quem tenho a meu lado, os meus filhos, os meus netos, eu ainda amo as nossas memórias, quem foste para mim, porque a juventude não volta. Volto apenas, todos os dias, a vontade de voltar atrás no tempo.

 

 

29
Jun17

[Cinema] O Herói de Hacksaw Ridge

Carolina Cruz

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Cobarde não é aquele que não aceita as leis, cumprindo os seus ideais. Cobarde é aquele que não vê que certas leis precisam de ser quebradas para nosso bem.
Doss foi um homem tido como cobarde. Tendo o sonho de ser médico, sonho esse que foi adiado por ter de se alistar. Doss aceitou a guerra, mas com um único objetivo – não matar, mas cuidar.
Doss, um homem religioso, jovem, segundo todos os companheiros – enfezado – não aceitou pegar em nenhuma arma para matar. Por isso foi espezinhado, gozado, torturado e espancado e, quando todos pensavam que ele desistiria, Doss permaneceu fiel a si mesmo. Conseguiu desafiar o exército norte-americano e seguir para a Segunda Grande Guerra sem qualquer monição em sua defesa, mas sim como médico.
Em defesa dos outros sempre se manteve predisposto, salvando assim milhares de vidas. E, o outrora cobarde foi glorificado, medalhado e honrado, tornando-se um verdadeiro herói vivo – o Herói de Hacksaw Ridge.
Uma história verídica, que nos faz refletir. Qualquer que seja a nossa religião, acreditemos ou não em Deus, este filme leva-nos a acreditar na arte do bem-fazer e nos corações nobres e poderosos!
Vejam, vale mesmo a pena!

 

 

27
Mai17

[Resenha Literária] Até que a doença nos separe

Carolina Cruz

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É interessante como a escrita pode, realmente, ser uma paixão comum do ser humano e, na maioria das vezes, essa paixão tende a nascer cedo.
João Jesus e Luís Jesus são dois jovens bloggers (letras aventureiras) de 14 anos, amantes da escrita e esta é, para eles, um sonho, que têm vindo a concretizar em livro.
"Até que a doença nos separe" é o segundo livro destes irmãos, sendo este o seu primeiro livro na Capital Books.
João e Luís apresentam neste livro a história de dois adolescentes (Rui e Molly) com gostos e vidas diferentes, que se apaixonam.
Rui tem leucemia e combate esta com bastante humor.
É um romance que envolve aventura, dor e paixão. É divertido e engraçado!
Fez-me lembrar quando também eu comecei a escrever, fez-me relembrar os velhos tempos. Têm uma escrita jovem e que expressa a sua idade, uma vez que vai ao encontro da vida e maturidade destes jovens escritores.
Curiosos? Tratem de ler!

 

 
09
Mai17

[Resenha Literária] Eu estive aqui

Carolina Cruz

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Não estamos sozinhos na dor. Nunca estaremos. É este o mote de Gayle Forman para o seu livro "eu estive aqui".
Este livro conta a história de Meg, uma jovem aparentemente feliz e de bem com a vida. No entanto, não é bem assim, pois a história é narrada por Cody, a sua melhor amiga, que fica destroçada ao saber do seu suícidio.
Cody, não se conformando com o destino trágico da amiga, vai em busca de factos, de pessoas e de lugares que possam estar ligados à morte de Meg.
Como conseguirá ela vingar a morte da amiga? Afinal quantas pessoas que tal como ela, se possam sentir culpadas? Quem é o verdadeiro culpado? Conseguirá Cody seguir em frente depois da morte da melhor amiga?
Gayle Forman, a minha autora favorita, não desilude! Apresenta um livro cheio de mistério, amor e coragem, deixando uma mensagem a todos os jovens que estejam a passar pela mesma dor ou que tenham alguém próximo que cometera o suícidio.
É um livro forte e interessante!

06
Mai17

[Resenha Literária] A rapariga que roubava livros

Carolina Cruz

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O ser humano, esse ser, pior que qualquer irracional. O Homem, o único, que mata por prazer. Guerras, mortes inocentes e um imperialismo que conta a história que Hitler escreveu. Triste, repugnante, horrorosa. Muitos mais adjetivos podiam descrever o holocausto, mas por mais anos que passem, é impossível.
"A rapariga que roubava livros" é um livro que narra a história de quem viveu nessa época.
Esta trama é narrada por alguém que teve grande destaque na 2° guerra mundial, sobretudo entre os judeus - a morte.
Ela conta a história de Liesel, uma menina a quem roubaram a esperança e que ainda assim nunca deixou de sonhar. Agarrou-se às palavras, aos livros e aos que mais amava e o mundo, ainda que cinzento, tornara-se cor-de-rosa.
A ânsia de roubar um livro era tão forte que cada dia se tornava numa aventura, ao lado do seu amigo Rudy.
Uma história de ficção envolvendo a história mundial, sobre a inocência, o amor, o afeto, a lealdade e a esperança num mundo onde a morte e a crueldade entram a cada instante.

26
Abr17

[Cinema] Summer of 8

Carolina Cruz

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“The summer of 8” é um filme jovem, que fala sobre sonhos, receios, recomeços, atração, paixão, amor e amizade.
Os “8” do título representa os oito elementos de um grupo de amigos que está prestes a entrar para a faculdade e aquele é o seu último verão juntos, o último dia, a última noite, antes das suas vidas mudarem para sempre. Tudo pode acontecer, mas o que acontecerá realmente?
Aquele grupo representa muitos outros que existem na vida real, com amores escondidos, com erros e momentos que jamais poderão esquecer. Será infinita esta amizade que os une? Conseguirão eles partir sem voltar? Só poderão saber se virem o filme e descobrirem os segredos mais bem guardados que só com os seus grandes amigos irão partilhar.
Vejam! É leve, jovem e um bom filme para descontrair.

 

 

15
Mar17

[Música] DAMA

Carolina Cruz

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Com um espírito livre na alma e a fazer da alma coração e do coração o sonho, esse mesmo sonho que tem vindo a ser tornado realidade, os DAMA levam aos mais novos, importantes mensagens, sobre a forma positiva de como levar a vida.
Mais centrados no público jovem, não é novidade que os DAMA já conquistaram os mais velhos pela sua simplicidade, sensatez e maturidade que apresentam na sua forma de ser.
São, sem dúvida, um bom exemplo, uma boa influência, não só nas músicas que escrevem mas na forma humilde como traçam a sua carreira.
De forma a incutir bons ideais, os DAMA têm boas músicas de intervenção: "Eu sou o maior" (com o lema de que se conduzir não beba), "Eu não faço questão" (para seguirmos os nossos sonhos, libertando-nos da rotina, pedindo aos jovens que se afastem do comodismo.) e este verão aliaram-se à "Liga Portuguesa contra o Cancro" alertando para os malefícios de apanhar sol nas horas de maior calor e a ausência do protetor solar (com a música "Joni").
Em todas as suas canções há um talento que destaco nestes três jovens músicos - o facto de serem canta-autores e produzirem rimas de forma artística e a forma como jogam com elas.
Porque eu sou da opinião que os DAMA não são uma banda com talento como nenhuma outra. No entanto como eles dizem, de forma bastante humilde, juntos fazem a diferença e juntos fazem magia, tendo esgotado recentemente o Meo Arena, um sonho que trilharam com garra, sem nunca baixarem os braços.
Bem haja a eles, pelo gosto de viver e por esse sonho que tem um nome: música nacional!

 

 

13
Mar17

[Séries] Malhação

Carolina Cruz

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A malta dos anos 90, vai compreender-me a 100%. Haveria coisa melhor do que chegar da escola e ir direto ao "Multipla Escolha" e ao "Giga Byte"?
Não havia série como esta! Tudo bem, é certo que os "Morangos com açúcar" surgiram um pouco após esta temporada e que foi um sucesso. No entanto, já nessa altura eu defendia que a série juvenil brasileira - "New Wave" em Portugal e "Malhação" no Brasil, na qual se basearam para fazer a série portuguesa tinha, sem dúvida, mais qualidade, sem querer dizer que o que temos não tem qualidade, nada disso, mas quem é da geração "Malhação" sabe do que falo!
Hoje, a "Malhação" está de volta para quem tem a TV Globo Portugal.
De momento. está a dar a temporada 9, onde podes recordar e reencontrar Henri Castelli e a Juliana Silveira, em Pedro e Júlia.
É tão bom recordar um pouco das tramas e dos personagens que mexiam connosco e perceber hoje com uma maior maturidade que os assuntos são discutidos de forma interessante e delicada. Faz-nos recordar igualmente os nossos amores desses tempos, as amizades, as histórias, deixando-nos com um sorriso na cara. Porque quem sonha, todos os momentos são eternos.
Quem mais gostava desta série?
Quem é da geração Malhação?

 

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