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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

* O teu olhar: voa sem medos

Carla Santos.jpg

 

Voa, sem medos… 
São os teus sonhos, intensifica-os, agarra-os, luta até ao tutano. Tu és forte, guerreira e amas aquilo que a vida te dá. Amanhã não será diferente, não poderá ser diferente… 
Vai e luta! Tu és capaz…
É nessa capacidade que tens de acreditar… Acreditar que, mesmo sem asas, tu és capaz de voar. 
Voa em frente… Não baixes os braços, não tombes a cabeça. És forte demais para te diminuíres, és grande e tens o mundo a teus pés, que é teu pequenino ao pé da grandeza dos teus sonhos. 
Vem, voa, sem medos… 
Tu tens a cor da luta, tens a imagem de um sorriso infinito de braço dado com a tua loucura saudável de que chamas de amor, inteiramente com o coração, com a força de uma vida que aí vem e que será sempre tua.

 

Fotografia da autoria de Carla Santos :)

* O teu olhar: Porto do meu coração

Sara Morais Just Saying.jpg

 

Porto.
Há muito que não te escrevia. E tu sabes porquê, enamoraste-me na paixão pelo teu rio e deixaste o meu amor por ti morrer. Ainda assim eu não sinto rancor, sinto saudade. Saudade de te dizer "estou aqui" e estar realmente de braços abertos para te receber, porque deste-me o maior encanto de todos, o amor-próprio.
É por isso que mesmo depois de tudo, de tanto tempo, eu ainda consiga gostar de ti da mesma forma e recordar o teu sorriso ao nascer do sol.
Essas tuas pontes são a forma de compreender que existirá sempre uma razão para nos unir, mesmo antes de nos separar.
Porto, desculpa não escrevo só para ti, escrevo para um amor perdido, no entanto decidi em escrever-te.
Foste tu o meu remetente porque foi nos braços dele que me perdi mas foi no teu regaço que me encontrei.
Porto, feito de memórias. Porto feito de razão, porto de abrigo, de amor. Porto do meu coração.

 

 

(Adoro o Porto, a Sara sabe disso. Esta fotografia está maravilhosa, é uma das tantas fantásticas que tira. Já seguem o seu blog "Just Saying"? Tratem disso porque vão adorar!)

* O teu olhar: Fotografar é tão idêntico com viver

Alexandra Duque (6).JPG

 

“Fotografar” é um verbo tão idêntico ao de “viver”. É não é? Saborear as pequenas coisas, ver o mundo com os nossos olhos, dar ao mundo a perspetiva daquilo com que sonhamos.
Fotografar é exatamente isso, olhar o mundo, ver a beleza nos pequenos prazeres, numa simples flor, numa casa ornamentada tão diferente do que estamos habituados. Fotografar é como viver: explorar, sentir, absorver… E mais! Muito mais…
Fotografar é retirar de nós memórias, de um passado que foi nosso, de uma realidade inquieta que já não nos pertence… Quando fotografamos vemos o mundo com amor, com interior, com delicadeza na alma, uma fotografia é uma identidade, de nós, dos outros, de quem somos, do que nos rodeia.
Viver e fotografar só podem ser verbos infinitamente e intimamente ligados. Assim como o mundo e os nossos olhos, são realidades pura e simplesmente em concordância com o universo.
As memórias e quem somos, o passado e o presente representados numa simples imagem que nos marca para a vida toda.

 

 

 

Fotografia da autoria da Alexandra Duque, uma talentosa blog, que além de tirar fotografias fantásticas, é simpática e muito querida, ainda não conhecem o seu blog Al-duque? É espetacular, visitem! :)

* O teu olhar: A tua bagagem

rita gomes titi.jpg

 

Deixa-me ser a tua bagagem. Deixa-me entrar dentro de ti, sentir firmemente a tua pele e dizer-te que serei sempre o melhor de ti. Quero que me digas também, sem dúvidas, sem rodeios “és o melhor de mim” e respeitares todas essas tuas palavras ditas. Não me mintas, eu vou saber se o fizeres.
Se não fores o melhor de mim, nem eu o teu, se não me respeitares por atos, mas somente em palavras, essa bagagem que sou, haverá de ser preenchida por mim, mas para partir. Partir para longe e partir o teu coração, se for preciso, ao reparares que erraste.
Será tarde demais, não terei pena, estarei melhor sozinha.
Não venhas tentar comprar com rosas ou com as flores mais bonitas do mundo, se não vieres para me amar. Tentar comprar-me com algo mais material que sentimentos ou gestos genuínos será em vão, eu não estou à venda, não me podes comprar, nem sou vencida com tão pouco.
Eu já sou uma flor, se me regares serei tua, se conheceres e amares as minhas raízes, cresceremos juntos, de outra forma, na tua vida, eu murcharei e não me terás mais.
 
 

 

 

(A fotografia é tão maravilhosa como a dona. Amante da vida e das suas pequenas coisas, a Titi tem um coração enorme, já a conhecem? Visitem "Em nome do amor")

* O teu olhar: O que é o amor?

That Girl Melanie Moreira.JPG

 

Vim buscar-te às minhas memórias.
Vim passear pelos campos onde fui mais corpo que saudade. Onde fui mais pecado que certeza. Mas que importa? Nascemos para marcar a vida um do outro, não para ficarmos juntos.
Nem todas as histórias de amor têm de ter um final feliz.
Eu nem tão pouco sei se era amor.
O que é o amor? Um corpo nu que se apaga entre as cinzas de um casamento morto? Um “quero-te para sempre” nesse amor escondido?
Porquê amor se não cumprimos todas as promessas?
Porquê amor se era proibido? Se era escondido? Vagabundo?
Por que é que o meu corpo se fundiu sobre toda a lezíria estonteante do teu abraço que não perdurou?
Se fosse amor… tu estavas aqui, certo?
Se fosse amor teria resultado.
Não. O amor nem sempre resulta. O amor nem sempre é um mar de rosas. É uma poeira invasiva que nos cega e nos morde os olhos de calor. O amor é uma forma insana de te querer mesmo sem saber quem és ou o que contas.
O amor é não saber porque te amo, é não saber porque ainda guardo estas memórias de ti, se não passaste de uma miragem e de uma sedução que terminou.
Eu fui apenas pele para o teu prazer. Fui corpo para a tua pele sentir. Nada mais que nada. Embora tenhas sido tudo. Para mim, amor. Para mim, fomos enrolados de sorrisos imundos e finitudes capazes de me fazer sonhar.
É amor porque embora não tenha resultado, eu não esqueci.
O meu peito dói como doeu a secura do teu beijo.
Se eu jamais te tivesse amado, eu não permaneceria aqui, à margem de tudo. À tua espera.

 

 

(Fotografia da querida Melanie Moreira, do blog "That Girl", visitem, serão muito bem recebidos!)

* O teu olhar: Amar-te é ser feliz

Diana Rodrigues (2).JPG

 

Não sei se mereço esta nossa história de amor. Mas eu sempre sonhei com ela. Tu és um pedaço perfeito do meu sonho feito realidade. Sabes porquê?
Porque eu não preciso de mais ninguém se a tua respiração se mantiver por perto. Se é contigo que parto à aventura. Se é contigo que desabafo. Se és o acalento das minhas desordens.
És o suporte que pedi à alma que move o mundo. Não sei se é Deus ou outra força dinâmica, seja como for agradeço-lhe de coração aberto por te poder receber nos meus braços e amar-te sem medos.
O futuro é nosso, independentemente de como seja.
Ainda assim, eu agradeço ao meu presente, sou-lhe grata, porque te tenho a ti, apertando bem a minha mão. És o meu melhor amigo. A nossa amizade é um mar infinito de certezas e uma bênção. Sei que é para sempre, que serás sempre alguém que jamais partirá. Ficarás mesmo quando a maré alta baixar, mesmo quando todos os barcos do porto encalharem, mesmo que todos os marinheiros partam. Serás sempre o meu farol, a minha luz, o meu pôr-do-sol e a vontade de amanhecer todos os dias.
Obrigada é pouco, amar-te é ser feliz.

 

 

 

Fotografia da autoria de Diana Rodrigues :)

* O teu olhar: meu "cãopanheiro"

5. Zinder Léon.jpg

 

Meu “cãopanheiro” é contigo, e foi contigo que eu acreditei que a amizade pode ser muito mais que algo entre géneros, forças ou humanos. Não acreditas? Bem podes fazê-lo, porque, na minha opinião, és o melhor amigo que alguém pode ter. Entendes-me, conheces todos os meus defeitos e não criticas, não dizes mal, compreendes e ainda assim manténs-te do meu lado, a amar-me da mesma forma.
És tu que estás sempre lá. És tu que me abraças como se fosses a areia e eu o mar. És tu que me sabes realmente amar. Sem rodeios, sem formas, sem complexos ou complexidades. O Homem é demasiado comum, demasiado complexo para compreender sem julgar os outros, ouvir sem conversar ou sem pôr erros de parte. Tu, pelo contrário, ouves-me, choras comigo e mesmo sem conhecer a realidade sabes que do preciso, de conforto e de alguém esteja lá, tu sabes tudo sem, se calhar, saber realmente. No entanto, não importa, pois sabes amar, amar sem vírgulas ou pontos finais, amar no mais simples da palavra e do verbo.
Não me perderás nunca, pois vivo no teu coração, que embora pequeno, é tão grande e, eu sei, que nunca me abandonarás. O teu maior erro tu não podes controlar, mas eu sei que partes cedo, pois o teu objetivo é o de me marcar. Um marca de amor para sempre.

 

(fotografia da autoria de Zinder León)

* O teu olhar: À tua procura

Sugar Candy - Rita Fernandes.jpg

 

Vim, de propósito, à tua procura. Ao encontro desse abraço, desse sorriso pelo qual morro de saudades. Vim, porque quero. Vim, simplesmente para te ver, para te ter, para lutar por ti. Posso? Deixas? Que eu possa caber no teu abraço onde todos os dias eu via a minha vida amanhecer?
Se não deixares, deixa-me pelo menos encontrar-te. Ver que, se tiveres outro alguém, estás ou não feliz. Por favor, não me proíbas de o fazer, eu não vou impedir-te de viveres a tua vida. Simplesmente eu quero voltar a amar também e ao saber que tu o voltaste a fazer sem pensares em mim, então eu seguirei em frente. Eu sei que é difícil, que talvez esteja a ser egoísta, que não devia voltar ao lugar onde eu fui feliz, contigo. Não devia voltar a onde sei que um dia pertenci e onde talvez não pertenço mais, mas eu quero chegar e partir e saber que tudo fiz para ter de ti o melhor. Posso?
Não te amanhes nessa certeza fugidia, porque agora que voltei, sei que não tens mais ninguém, que ainda pensas em mim, como antes, da mesma forma e no mesmo lugar.
Posso? Podemos? Esse podemos, tornou-se num devemos, e muito, esse abraço.
Por isso sentei-me e esperei que a vida nos trouxesse o pôr-do-sol mais belo para ver no final do nosso dia, por fim, o nosso final feliz.

 

 

(Fotografia da autoria de Rita Fernandes do blog Sugar Candy)

 

 

* O teu olhar: A minha voz

Anas há muitas!.jpg

 

É esta a minha voz. É esta a minha vida. Isto é o que sou, em objetos, que são muito mais que simples peças. Dizem tanto de mim, como a minha própria vida. Aqui descrevo e digo de novo – a minha voz.
Eu sou as palavras que escrevo, o meu blog, quem me lê, mulher de tecnologias mas de amor ao papel. Mulher de amor, de muito amor-próprio e felicidade, que me dá o poder de gostar de mim e de quem me rodeia. Sou mulher, mas aprendi a sê-lo de alma e coração quando o meu ser maior de amor nasceu.
Aprendi que ser mulher é muito mais do que simplesmente ser, é amar o mundo, e deixar-se prender ao um novo ser que nasce de si, com todo o seu jeito de perfeição.
Aprendi que sou muito mais do que escrevo, muito mais que dou de mim a conhecer, sou um jeito enigmático que eu própria determino a cada passo que dou, rumo sempre à felicidade, não apenas com esse objetivo mas como um caminho de etapas felizes, porque eu sou aquilo que sonhei ser um dia, por isso sei e sinto que o percurso está a ser percorrido da forma certa, não por acaso, mas sim, porque lutei.
Sei-o e digo-o sem vaidades, mas com alegria, de que posso não ter tudo, mas tenho tudo o que me completa e, tudo o que sou, eu adoro ser.
 

 
* Fotografia da autoria de Ana Azevedo do blog "Anas há muitas"
 

 

* O teu olhar: Sem ti, eu agradeço

Cláudia Fernandes (1) - Cópia.jpg

 

Todos dizem que o pôr-do-sol é romântico. Sinceramente, não o vejo como tal. Não é por já não te ter há mais de duas semanas ou por já não sermos rigorosamente nada um para o outro que assim penso.
Acredito que o pôr-do-sol seja romântico para os mais apaixonados. Já eu aprendi, desde algum tempo, a fazer dele um momento de meditação, agradecimento.
É um dia que finda e que eu agradeço, mesmo sem ti.
Aprendi também que é muito mais libertador agradecer do que lamentar.
Se nos lamentarmos nunca vamos ver a felicidade ao fundo, quereremos sempre mais, nunca estaremos satisfeitos com o que temos ou com o que virá.
No entanto, ao agradecermos daremos valor àquilo que somos, ao nosso ser individual, que acreditemos ou não, ainda tem muito que triunfar. Ao acreditarmos nisso e ao agradecermos, as coisas boas surgirão naturalmente.
Por isso, hoje sento-me aqui sem ti, onde nos sentámos tantas vezes e, embora o nosso amor tenha terminado (o teu pelo menos) eu agradeço teres feito parte da minha história e teres-me respeitado todos os dias em que o nosso amor foi eterno. Também por isso eu me deva sentir grata. Porque aconteceu, porque outro amor virá que fique, porque eu acredito na paz do meu coração, na sua força, num novo amanhã, ainda que sem ti.

 

(Fotografia da autoria de Cláudia Fernandes)

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