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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

22
Dez16

[Ficção] Virou pesadelo

Carolina Cruz

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Entraste sem pedir, naquele sonho e, incrivelmente, permaneceste na minha vida para sempre. Nesse sonho tudo era realmente um sonho, na vida... Ora! Virou pesadelo. Na vida fui infeliz em ter-te por perto depois de ironicamente me sentir a mulher mais amada... E adivinha por quem? Por ti!
Será que fui amada ou confundi o teu sentir? Com ser desejada? É diferente amares-me a mim ou desejares o meu corpo.. Podes tocar-me sem teres ou sentires o mínimo de amor, e foi isso que aconteceu, mas eu amei-te profundamente, porque de forma cruel me tocaste em cheio no coração e eu fui vencida pelo resto de toda a minha vida.

12
Abr16

Não te quero

Carolina Cruz

Embriaguei-me na loucura de ti e fui até ao fim, ao fundo do mais fundo de mim. 
Perdi-me na ilusão de te ter e caí nesse sonho que jamais queria acordar.
Só hoje acordei desse sonho, que de nada sonho tinha, apenas um pesadelo que eu pintara de azul, para não ver claramente que mentias e que eu mentia a mim mesmo. 
Perdi-me nesse teu olhar doce, nesse teu ajoelhar e carência, onde prometias amor eterno e apenas um dia permaneceste e ficaste.
Demorei a entender que não eras tu, não era eu tão pouco, apenas um momento de devaneio puro e de incerteza.
Hoje olho em frente e estou ciente que não te quero mais nem num segundo perdido nem no seguinte. 
Não quero aquilo em que nunca fui, na essência de mim... Não te quero jamais.

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16
Out15

[Ficção] No mundo de Helena

Carolina Cruz

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A escuridão invadiu o mundo de Helena, parecia-se encontrar num beco escuro onde a luz parecia não ter lugar. 
Corria, tentava correr para um espaço seguro, mas parecia ficar no mesmo sítio, permanecia intacta, já que o frio parecia congela-la. 
Ao tentar fugir daquele aparente poço, avistou um vulto, de um homem corpulento, que imaginava poder-lhe fazer mal, podia já imaginar tudo o que de mal ele lhe pudesse fazer, e então correu apressadamente à frente do homem que começara a segui-la.
Não conseguia, o ar faltava-lhe, parecia queimar-lhe o peito e o seu coração quase parou ao sentir uma mão tocar-lhe nas costas, no instante de ainda poder dizer algo, gritou.
Aconchegadamente percebeu que as mãos que lhe tocavam era de alguém que amava e que tudo aquilo não passara de um pesadelo, a tremer entrelaçou-se no abraço e adormeceu, por fim, em descanso.

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