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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

07
Jan18

[Cinema] A Bela e o Monstro

Carolina Cruz

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Há imenso tempo que andava para ver este filme, as expectativas eram imensas e o filme estava exatamente como acreditava que estivesse: Brilhante!
"A bela e o monstro" está incrívelmente belo. É fiel à história original, é maravilhosamente bem caracterizado e as imagens são fantásticas.
Pessoalmente, não sou fã de musicais, mas as partes musicais são tão bonitas e divertidas que tornam o filme mais especial. 
Este filme é um verdadeiro brilho no olhar para os mais românticos como eu. 
Nem tudo é o que parece e por vezes aquilo que nos é mais estranho torna-se o mais bonito e mais especial. O amor não é uma questão de beleza exterior ou estatuto, mas algo que vem de dentro, bem dentro do coração. 
Uma história que de forma tão bonita e cheia de fantasia nos fala de amor. 

 

 

04
Jan18

[Cinema] Antes que eu vá

Carolina Cruz

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O hoje é o teu dia mais importante, é no presente que podes mudar a tua vida para sempre ou se isso não for possível, mudar ou melhorar o contacto com os outros, deixar uma mensagem em alguém ou a tua própria mensagem, a opinião que os outros ficam de ti e o mais importante - a tua consciência tranquila e feliz.
"Antes que eu vá" fala-nos de Samantha, uma jovem que tem uma vida "perfeita", mas da pior maneira percebe que a sua vida não é totalmente aquilo que sonhava, embora seja das raparigas mais populares da sua escola. Será que isso é assim tão importante?
O seu dia 12 de fervereiro não será um dia como os outros e pelas priores razões (a sua morte), porém ela tem a oportunidade de mudar tudo para sempre. Conseguirá?
Um filme que não só nos deixa a pensar, como nos prende e nos arrelia, como nos faz soltar gargalhadas ou até chorar.
Vejam, porque embora pesado quanto à sua história, este filme tem um toque de leveza e juventude.
Vão gostar!

 

17
Nov17

[Cinema] Amor acima de tudo

Carolina Cruz

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Amor acima de tudo”, filme baseado no livro “Tudo, tudo… e nós” está bonito, porém quem leu o livro há-de entender-me quando afirmo que fica um pouco aquém.
Como falámos na resenha do livro, a história desta longa-metragem fala-nos de Maddy, uma rapariga de 18 anos, que é alérgica ao mundo e que vive com bastantes cuidados, sem nunca poder sair de casa, sem conhecer outro lugar senão nos livros que lê.
Tudo muda na sua vida quando se apaixona por Olly, o novo vizinho. A sua perspetiva do outro lado da janela muda e a sua vontade de arriscar ter medo também. O amor pode fazer-nos alcançar o impossível.
O filme tem um bom elenco, jovem, que prende ao ecrã pela simpatia. Porém, tem algumas coisas de que não gostei e que não tivesse lido o livro talvez não notaria.
Há partes confusas no filme que quem não leu o livro talvez não entenda que sejam sonhos, quando ela apenas imagina, e nesses mesmos sonhos a ficção é demasiada, na minha opinião.
Ainda assim, a história consegue cativar o público jovem e para os mais românticos é de facto um romance para sonhar. 
Mas, pronto, preferi o livro!
E vocês? Leram o livro? Viram o filme?
Qual a vossa opinião?

 

 

16
Nov17

[Resenha Literária] Ao teu lado

Carolina Cruz

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"Ao teu lado" é o segundo livro da autora Ana Ribeiro.
Após "Um amor inexplicável", o seu romance de estreia, no qual nos apresenta Ana e Miguel como personagens secundárias, Ana traz-nos neste segundo livro Ana e Miguel como personagens principais, permanecendo no espaço do primeiro livro: a pediatria onde Ana é médica e Miguel voluntário e onde contam a sua história de vida e amor aos meninos internados.
Ana e Miguel criam na infância uma amizade para toda a vida: uma promessa que fazem de mãos dadas.
Esta parte do livro - a infância - com os avós, o campo e o Alentejo, é tremendamente doce, a minha passagem preferida do livro, porque nas recordações de Ana e Miguel eu revejo igualmente memórias do meu avô. Há uma inocência bonita e bem caracterizada. 
Porém, como compete a vida, as personagens principais vão crescendo, alterando o seu percurso, criando sonhos, que consequentemente, trazem mudanças e distâncias às suas vidas e à sua amizade.
O desafio deste livro é questionarmo-nos se poderá uma amizade, mesmo que verdadeira, aguentar firme e forte depois de tantas adversidades. Será?
Um livro puro que se sente que foi escrito de alma e coração e no qual Ana, tal como o poeta aconselha, pôs tudo o que é em cada palavra desta história feliz.

15
Nov17

[Cinema] Shelter

Carolina Cruz

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“Shelter” um filme de drama que nos fala sobre a essência do amor.
O amor, esse sentimento que não sabemos definir e que, na verdade, não podemos nem devemos controlar.
Quando há amor, não pode haver vergonha. É preciso amar sem medos, ainda que isso seja contra o que a sociedade dita como correto. 
Não há nada de errado quando se ama alguém com todo o nosso coração, não precisamos de recear assumir que amamos, mesmo quando nem nós mesmos acreditamos ser verdade. ´
A homossexualidade não é uma doença, nem um conceito errado, é amor, ponto final.
“Shelter” fala-nos sobre isto, sobre o amor que Zach sente pelo irmão mais velho do seu melhor amigo e a luta entre o que lhe dizem estar certo e o que sente.
O que será mais importante afinal? O que pensa a família ou o seu amor por Shaun?
Um filme intenso, bonito, com muita qualidade.

 

 

 

 

 

07
Nov17

[Cinema] AMAR

Carolina Cruz

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AMAR
Amar puramente, desenfreadamente, descontroladamente.
Amar ontem, hoje, como se não existisse amanhã.
Amar sem nexo, sem cor, sem jeito, sem controlo. Amar simplesmente. Loucamente, de forma desmedida.
"AMAR" é o nome do filme espanhol de Esteban Crespo. 
Um filme ousado, despreocupado, que nos envolve de suspense e curiosidade. 
Conta a história de Laura e Carlos, que com apenas 17 anos, vivem uma relação intensa, de tal forma que chega a ser doentia, controladora, sufocante, mostrando-lhes que o amor também tem o seu lado mais inseguro, quando respiramos somente paixão e nada mais.
Os ciúmes, as desconfianças e as paranóias, o lado mais negro de se amar. 
O sexo, a loucura e a culpa envolvem-nos nesta trama que não é das melhores, mas que tem qualquer coisa que atrai a atenção do início a fim do filme.
Vejam e tirem as vossas próprias conclusões.

 

 

01
Nov17

[Cinema] Baby Driver

Carolina Cruz

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Baby Driver é o típico filme de ação e ficção, dos quais não sou muito fã. Porém, houve vários fatores que influenciaram a minha curiosidade e a minha atenção: a participação de Ansel Elgort, a história da sua personagem, a banda sonora e o romance que envolve o filme.
Baby é um condutor a toda a velocidade, pois é um piloto de fuga, usado para o crime. Tem o maravilhoso hábito de se fazer acompanhar sempre pela música, para silenciar os zumbidos provocados por um acidente que sofrera em criança.
Embora ele possa estar inserido nesta escomalha do crime, todos o acham diferente e a verdade é que ninguém fica indiferente ao seu coração atencioso. É quando se apaixona por Debora, que a sua intenção realmente muda: afastar-se deste caminho. Mas conseguirá?
Foi também esta mensagem de que, mais uma vez, o amor nos ajuda a superar tudo e nos permite mudanças para melhor, que me fez ver este filme. 
A adrenalina, o elenco, o romance, a proteção e a certeza.
Não contava de gostar e adorei!

E vocês? Já viram?

 

 

18
Set17

[Resenha literária] Tudo, tudo... e nós

Carolina Cruz

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“Tudo, tudo e nós” é um livro simples, mas tremendamente “encantador e poético” como definiu o The New York Times. 
Quando digo simples, quero dizer de fácil leitura. 
A sua leitura fácil caracteriza-se pelas descrições maravilhosas, inocentes e inteligentes
de Maddy, uma rapariga que vive isolada do mundo, por estar doente e que tratada pela mãe, que faz tudo por ela.
Porém, o seu pequeno mundo muda quando Olly, o novo vizinho aparece na sua vida e é impossível que Maddy não se apaixone. 
O que fará ela pelo seu primeiro amor?
Como seriamos nós se vivêssemos fechados numa bolha? Sem conhecermos o que nos rodeia? Viver no meio dos livros é bom, amar a nossa mãe também, mas nós também precisamos de conhecer novos rostos, fazer novos amigos, novas aventuras, será que a doença de Maddy o permite? 
“Tudo, tudo e nós” é um livro tremendamente mágico, que nos fala sobre o amor. Esse amor que nos move, que comanda as nossas ações, “o amor mata”, “o amor enlouquece”, mas à conclusão que chegamos com este livro e com a vida, é que independemente de como a vida nos seja oferecida é, ainda assim, bom amar!
E eu amei este livro!

 

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30
Ago17

[Completas-me] Com Liz Pereira

Carolina Cruz

"Completas-me" regressou novamente, desta vez com a maravilhosa Liz Pereira, conhecem? Se não conhecem, deviam tratar de conhecer o seu blog, porque a Liz escreve bem que se farta e é linda, por dentro e por fora!
Hoje, escreve comigo uma história inspiradora e espero estar à altura para ela. Espero igualmente que gostem!

 

«Os primeiros raios de sol que faziam nascer a manhã beijavam lhe o rosto e lembravam-na de que era hora de regressar a casa. Apática e com o coração pesado da desilusão, ela aguardava que a água do duche (da praxe) aquecesse. O banho não a fazia sentir mais limpa e a fonte do seu lucro não lhe trazia qualquer tipo de orgulho. Mas o desespero falava mais alto e, sem querer, ela deu por si a pensar naquela noite. Tudo mudou após aquele encontro e ela não conseguia pensar em mais nada. Mesmo quando dormia, era assombrada por flashbacks daqueles momentos. Se para qualquer pessoa apaixonar-se era um sonho, para ela, era um pesadelo que lhe conferia a incapacidade de imparcialidade de sentimentos exigida na sua profissão. Ela não podia apaixonar-se, não podia desejá-lo daquela forma nem imaginar constantemente que era para ele que se despia, sempre que estava com um novo cliente. Tratou-a como uma mulher e não como um pedaço de carne, cuja única ânsia era atingir o prazer e satisfação sexuais. E isso despertou a sua atenção e o seu coração já há muito adormecido. Ele era diferente e de uma só vez conseguiu despir-lhe não só o corpo mas também a alma. E ela não tinha a certeza de mais nada a não ser da vontade de o voltar a ver e sentir, mesmo que fosse novamente naquele beco. Várias questões flutuavam na sua mente... Seria ele casado? Estaria envolvido em tamanha carência para achar que a sua saída seria recorrer a mulheres como ela? Teria ela sido escolhida ao acaso entre as colegas de profissão? Algo não fazia sentido. Ele não lhe parecia um homem que precisasse de "carinhos pagos". Era bem constituído, bonito e as poucas palavras proferidas denotavam educação. Teria ele sentido o mesmo que ela? Tentava afastar todas as questões e pensamentos da mente. Afinal de contas, paixões não pagam dívidas e era preciso continuar a trabalhar para as poder liquidar. Nenhuma outra mulher pode imaginar a mágoa que enche o seu coração. Estar apaixonada por um homem e ter de se deitar com outros por necessidade financeira, é de facto a maior condenação que ela podia ter, um verdadeiro inferno, que lhe causava um atrito constante entre o corpo e a alma. Na noite seguinte, já no local habitual, o seu coração sobressaltava a cada carro que perto dela abrandava. Queria que fosse ele. Debatia-se com a ideia de estar apaixonada e o seu inconsciente "levava-a" para fora dali, daquela vida, daquela profissão, com ele. Lembrava-se do sonho (que no fundo queria considerar pesadelo) da noite anterior. Lá eles eram um casal normal, com empregos comuns e uma casa, não muito grande, mas acolhedora e onde o amor prosperava. O bater da porta de um carro fê-la voltar à realidade. Era ele! As suas pernas ficaram bambas e a sua face petrificou numa expressão de incredibilidade. A ansiedade era evidente no rosto dele também. E sem dizer uma palavra começou a afastar-se do carro e a caminhar na sua direção...»

 

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Estava ali tão perto, o coração tão fora da boca, os seus corpos tão perto.
- Eu pago todo o dinheiro do mundo, mas esta noite será só e inteiramente minha. – A sua delicadeza, os seus braços na sua cintura, em vez de escolher outro lugar do corpo.
- Não há dinheiro que pague a sua presença.
E seguiram juntos para aquela que, de olhos fechados, era a sua casa, a sua sorte grande.
Repetiram vezes sem conta a noite anterior.
Havia milhares de passados entre eles, outros anos, outros milénios, outras vidas, em que tinham sido família, amigos, amantes, o destino tinha-os outra vez juntado naquela fantasia infinita.
Fantasia. Agora ela sabia o que era trabalhar feliz ou amar um corpo, sem sentir repudio, nojo, tristeza ou solidão.
Ela queria abraça-lo eternamente, queria conhecê-lo melhor que ninguém, queria amá-lo para sempre, sonhar com ele acordada, fantasiando sonhos que eram realidade.
- Quem é você Henrique? Porque me ama tão completamente sem sabê-lo?
Naquela hora, ela ficou a saber que ele era o seu anjo mais protetor, a sua esperança para um lugar melhor. Não era casado, não tinha filhos, era amante da vida, e apaixonou-se por ela na primeira vez quando a vira.
Anteriormente a vergonha tinha tomado conta dele, mas ele estava disposto a mudar-lhe a vida, a fazê-la feliz.
Mas ele tinha um segredo escondido, nunca o revelara, essa era a sua condição, o pedido para ela viver com ele, para trabalhar com ele, para lhe dar uma vida melhor.
Helena só soube quando um dia chegara a casa e Henrique estava a dormir um sono profundo. Apenas três meses tinham passado da sua vida a dois e ele nunca mais acordaria.
Deixou-lhe uma carta. Umas palavras. Um punhado de tristezas. Amá-la tinha sido a sua última missão, o seu último compromisso, o mais valioso.

«Ocultei a minha doença para evitar receios da tua parte. O cancro tomaria conta de mim para sempre, há anos que soube. Porém quando te conheci, quis tomar uma porção de magia, cumprir a missão de amar alguém, de lhe fazer bem, de lhe dar uma vida melhor. Sempre fui teu desde o primeiro momento. O que resta de mim, também o será.
Amar-te-ei sempre.»

Helena recorda com saudades o seu amado anjo, ainda hoje.
Está casada com Luís, tem dois filhos, mas não esquece o bem que ele lhe fez.
Henrique mudou a sua vida.
Se ela não o questionasse, talvez ele ainda hoje receasse. Se ele não tivesse aparecido na sua vida, talvez a solidão mantinha-a encurralada àquela profissão que repugnava.
Helena é gestora de uma loja de roupa, amada por alguém que conhece o seu passado e o respeita.
É preciso que arrisquemos, sem medo, pois a nossa vida pode mudar a cada instante.
O amor vence tudo, não vence?

31
Mai17

Sabes a certeza

Carolina Cruz

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Cheiras a mar, sabes a certeza.
Provar-te é degustar profundamente o teu amor.
É sentir a tua pele ardente, com saber e sabor.
É como criar, esperar, sorrir, ser.
Brinco no teu leito e acalmo a minha alma em pequenos pedaços de prazer.
Sentir-me como parte do teu corpo é poder trincar o sonho e mordê-lo com provocação.
Ser-te fiel é tão certo, tão bom.
Podemos ficar nesta doçura toda a vida?
Embora te saiba seduzir. Embora saiba que o que temos não é tudo, que não é sério, eu quero-te para sempre. É por isso que eu te quero para sempre. És a perfeita metade de mim.
Se sei viver sem ti? Não sei se sei. Prefiro ficar na dúvida. Posso?
Envolve-te nos meus braços. Beija o meu peito e aquece-o por dentro, bem no fundo da minha alma.
Anda. Esqueçamos isso.
Tenho-te neste momento, é tudo o que importa. Tudo o que mais quero.

 

 

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