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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

31
Ago17

Olho-te enquanto dormes...

Carolina Cruz

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Dizem que dormir ao lado de alguém demonstra confiança, conforto, carinho. O que temos vai muito além disso. 
Olho-te enquanto dormes e os meus sonhos tornam-se realidade.
Olho para ti e orgulho-me de pertencer à tua vida, à tua felicidade. 
Olho para ti, na tua simplicidade e no teu sono profundo e a minha alma sonha também, um sonho pintado de esperança no futuro. 
Obsorves-me nessa tua paz e então percebo, como percebi todas essas vezes em que te olho nos olhos: é para sempre. E contigo o para sempre é tão fácil de dizer, de sentir. 
Olho-te e percebo o que é o amor infinito, aquele que é para toda a vida. Eu vejo em ti o meu melhor amigo, o meu namorado, o meu marido, o pai dos meus filhos, o avô dos meus netos, o meu amparo, o meu ombro amigo, o meu velho confidente, o meu amor para a vida toda. 
Tu acordas, olhas-me e sorris e eu sei que os meus sonhos tornam-se realidade.

 

 

07
Mai17

[O teu olhar] Dias...

Carolina Cruz

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Há dias em que tens de acreditar.
Há dias em que tens de ter fé a dobrar, confiança a dobrar, sorrisos a dobrar, lágrimas se for preciso chorar.
Há dias em que tudo desaba, sim.
Há dias em que parece mesmo que nada mais existe contigo, senão a dor.
E é nesses dias que tu precisas de ti mesma. De te sentares, de confiares em ti, de te confidenciares.
Ninguém disse que era fácil pois não?
Ninguém disse que a vida o era, certo?
Então senta-te aí e escuta a tua voz, ainda que pareça vir do outro lado do oceano, onde as lágrimas são um mar perpétuo, um sofrimento sem fim.
Tu tens algo para dizer a ti própria, que és forte, guerreira, sonhadora, e que concretizas todos os teus sonhos.
Se alguém disser que não, mando-a à merda.

  

 

 

 Fotografia da autoria da simpática Simple Girl 
06
Mai17

[Resenha Literária] A rapariga que roubava livros

Carolina Cruz

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O ser humano, esse ser, pior que qualquer irracional. O Homem, o único, que mata por prazer. Guerras, mortes inocentes e um imperialismo que conta a história que Hitler escreveu. Triste, repugnante, horrorosa. Muitos mais adjetivos podiam descrever o holocausto, mas por mais anos que passem, é impossível.
"A rapariga que roubava livros" é um livro que narra a história de quem viveu nessa época.
Esta trama é narrada por alguém que teve grande destaque na 2° guerra mundial, sobretudo entre os judeus - a morte.
Ela conta a história de Liesel, uma menina a quem roubaram a esperança e que ainda assim nunca deixou de sonhar. Agarrou-se às palavras, aos livros e aos que mais amava e o mundo, ainda que cinzento, tornara-se cor-de-rosa.
A ânsia de roubar um livro era tão forte que cada dia se tornava numa aventura, ao lado do seu amigo Rudy.
Uma história de ficção envolvendo a história mundial, sobre a inocência, o amor, o afeto, a lealdade e a esperança num mundo onde a morte e a crueldade entram a cada instante.

14
Abr17

14 # Existirá destino sem os sonhos?

Carolina Cruz

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Ela sorriu.
Ele continuou a desabotoar-lhe a túnica, a desapertar-lhe o soutien, a beijar-lhe os seios.
Ela pregou-lhe firmemente as unhas nas suas costas e despiu-lhe a camisa.
E se alguém aparecesse? E se John telefonasse? Que iria ela dizer? De cada vez que Manuel a puxava para si, ela esquecia todas as dúvidas, todas as questões, a sua mente era um mundo à parte do seu corpo.
Fechava os olhos de cada vez que ele lhe tocava. Abrir os olhos era aperceber-se que não estava a sonhar. Então todo o passado estava ali naquele ato tão sonhado, tão imaginado.
- Era isto que tinhas guardado para mim? – disse ela numa gargalhada.
- O tempo amadureceu os nossos corpos, a saudade que eles tinham, tornou este sabor mais forte. Não é melhor que dar as mãos apenas?
Ela riu de novo. Demais. Ele deu-lhe a mão e prendeu-a para si. A sua forma de o ter para si era tão perfeita que não havia dor naquela intensidade, havia prazer inundado de beijos por todo o corpo, de uma pertença que voltava a existir catorze anos depois, dois corpos nus, uma aventura silenciosa e imprudente, duas pessoas traídas, outras duas que ao consumar o ato eram felizes, quase sem culpa, porque toda a vida haviam pertencido uma à outra, como os seus corpos pareciam encaixar-se de forma tão certa um no outro.
Mas será que o destino comemorava com eles? E o mundo lá fora?

 

(Continua...)

08
Jan17

[Ficção] Sonha menina

Carolina Cruz

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Vejo-te passar pela rua, como um anjo que guarda os meus pensamentos. Nem uma palavra consigo dizer-te, porque sei que nessa pacatez tu tens o mundo a teus pés, nessa tua simplicidade tão especial.
Embora não te conheça, sei que és cá dos meus, gostas dos lugares mais escondidos, dos sentimentos duradouros, de momentos que não precisam de palavras, és de poucos gastos porque apenas a vida te basta.
Não te conheço, mas sei tanto de ti, ao ver-te pela janela. Sei que és uma pessoa luz, que com a sua paz ilumina o meu dia e também isso me basta, porque sou uma sonhadora e sonhar contigo todas as noites é sentir que posso também morar um dia que seja no teu pensamento, mas se eu não disser quanto temo estar errada, nunca vou saber se estou certa.
Ainda assim, acredito que me guias, que sabes melhor que eu o meu futuro e quem sabe os nossos caminhos não se cruzarão um dia?
Sonha, menina, sonha, com esse homem luz. Sonha, que faz tão bem.

 

 

 

24
Nov16

Há uma saudade

Carolina Cruz

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Há uma saudade que volta ao meu rasgar do sorrir.
Voltei a perder tudo e a guardar memórias como quem guarda vaidade de tempos vividos, de marcar a diferença!
Volta a saudade sempre que penso como fui feliz por cada rua da minha alma, em cada cântico de uma balada, de amargura. Embora me sinta triste, sinto-me ainda mais contente por saber que o vivi!
Não... jamais deixarei partir os meus amigos, que comigo criaram os maiores laços e as melhores certezas, que aconteça o que acontecer, venha a distância que vier, estamos sempre juntos, sempre.
Porque há sempre um tempo assim nas nossas vidas, que vem para nos fazer dar valor a tudo aquilo que temos, traz-nos as melhores pessoas para ficarem connosco e envolve-nos na magia que há em acreditar em um para sempre.
Sim, há saudade! Há nostalgia! Por sonhar e lembrar momentos tão passageiros, que marcaram tanto, que de tão rápidos me ofereceram o melhor de mim, por isso há saudade, mas também há esperança que todo esse viver se repita sempre em cada recanto da minha vida!

 

(fotografia do filme "A culpa é das estrelas")

18
Out16

Em busca do que sonhei ser um dia

Carolina Cruz

 

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Vejo a noite crescer lá fora, aprisiono-me de pensamentos vãos e deixo-me consumir pela incerteza. Olho o luar e receio-me a mim mesma.
Tanta coisa há que não volta, tudo termina. Porque é que tudo tem um fim? Porque é que não há apenas uma simples espera para saber o que se sente mais?
Tudo se evapora no escuro, vivemos com muitas sensações que não queremos, com algo que jamais sonhámos. Eu não sou eu.
Que vontade de partir, partir sem destino em busca das respostas certas. Em busca do que sonhei ser um dia.

11
Out16

Adoro-te.

Carolina Cruz

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Adoro-te, da mesma forma que me perco entre as estrelas e me encontro ao luar, encantando-me com o teu olhar.
Adoro-te da mesma forma que o sol nasce e o vento dança sobre os meus cabelos. 
O que temos é uma sabedoria e uma metáfora para os dias bons e maus, para o que virá que nos abrace ou nos confronte.
O que temos é o que faz com que tudo seja mais fácil de suportar e nos fazer sorrir, todos os dias nas nossas vidas. Descobrindo-nos, por amar, perfeitos sob um beijo, de sonhar!

26
Set16

Será sempre assim

Carolina Cruz

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Estranhamente sinto-me a voltar ao passado, mas é só pura imaginação.
Sinto a minha cabeça pesar e os meus braços a cansarem-se.
Sinto o meu coração bater suavemente à volta de uma recordação.
Elevei-me até ao céu ao som de um refrão, num profundo silêncio.
A alma encobre-me o estado lunático da tua harmonia cintilante.
O silêncio, o silêncio da tua voz é apaixonante.
Fechei os olhos e desesperei
A ver o tempo a passar….
Numa neblina transparente…
E eu sou aquela que ousou sonhar.
Para onde vais? Estás diferente…
Estás aqui…
Sou mais forte que o mundo, mas penso em ti.
Hoje em que tudo era nada, o nada passou a tudo.
As palavras faltam-me, e as lágrimas escorrem-me em serenidade.
Não quis ouvir a verdade,
Nunca quis.
Olha-me e diz:
 Mas que culpa tenho eu? Se o inferno pousou em mim?
Soluço e vês que hoje ainda tenho o mundo a teus pés.
E sempre será assim. 

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