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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

Olho-te enquanto dormes...

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Dizem que dormir ao lado de alguém demonstra confiança, conforto, carinho. O que temos vai muito além disso. 
Olho-te enquanto dormes e os meus sonhos tornam-se realidade.
Olho para ti e orgulho-me de pertencer à tua vida, à tua felicidade. 
Olho para ti, na tua simplicidade e no teu sono profundo e a minha alma sonha também, um sonho pintado de esperança no futuro. 
Obsorves-me nessa tua paz e então percebo, como percebi todas essas vezes em que te olho nos olhos: é para sempre. E contigo o para sempre é tão fácil de dizer, de sentir. 
Olho-te e percebo o que é o amor infinito, aquele que é para toda a vida. Eu vejo em ti o meu melhor amigo, o meu namorado, o meu marido, o pai dos meus filhos, o avô dos meus netos, o meu amparo, o meu ombro amigo, o meu velho confidente, o meu amor para a vida toda. 
Tu acordas, olhas-me e sorris e eu sei que os meus sonhos tornam-se realidade.

 

 

* O teu olhar: Dias...

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Há dias em que tens de acreditar.
Há dias em que tens de ter fé a dobrar, confiança a dobrar, sorrisos a dobrar, lágrimas se for preciso chorar.
Há dias em que tudo desaba, sim.
Há dias em que parece mesmo que nada mais existe contigo, senão a dor.
E é nesses dias que tu precisas de ti mesma. De te sentares, de confiares em ti, de te confidenciares.
Ninguém disse que era fácil pois não?
Ninguém disse que a vida o era, certo?
Então senta-te aí e escuta a tua voz, ainda que pareça vir do outro lado do oceano, onde as lágrimas são um mar perpétuo, um sofrimento sem fim.
Tu tens algo para dizer a ti própria, que és forte, guerreira, sonhadora, e que concretizas todos os teus sonhos.
Se alguém disser que não, mando-a à merda.

  

 

 

 Fotografia da autoria da simpática Simple Girl 

* Palavras que não são minhas: A rapariga que roubava livros

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O ser humano, esse ser, pior que qualquer irracional. O Homem, o único, que mata por prazer. Guerras, mortes inocentes e um imperialismo que conta a história que Hitler escreveu. Triste, repugnante, horrorosa. Muitos mais adjetivos podiam descrever o holocausto, mas por mais anos que passem, é impossível.
"A rapariga que roubava livros" é um livro que narra a história de quem viveu nessa época.
Esta trama é narrada por alguém que teve grande destaque na 2° guerra mundial, sobretudo entre os judeus - a morte.
Ela conta a história de Liesel, uma menina a quem roubaram a esperança e que ainda assim nunca deixou de sonhar. Agarrou-se às palavras, aos livros e aos que mais amava e o mundo, ainda que cinzento, tornara-se cor-de-rosa.
A ânsia de roubar um livro era tão forte que cada dia se tornava numa aventura, ao lado do seu amigo Rudy.
Uma história de ficção envolvendo a história mundial, sobre a inocência, o amor, o afeto, a lealdade e a esperança num mundo onde a morte e a crueldade entram a cada instante.

14 # Existirá destino sem os sonhos?

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Ela sorriu.
Ele continuou a desabotoar-lhe a túnica, a desapertar-lhe o soutien, a beijar-lhe os seios.
Ela pregou-lhe firmemente as unhas nas suas costas e despiu-lhe a camisa.
E se alguém aparecesse? E se John telefonasse? Que iria ela dizer? De cada vez que Manuel a puxava para si, ela esquecia todas as dúvidas, todas as questões, a sua mente era um mundo à parte do seu corpo.
Fechava os olhos de cada vez que ele lhe tocava. Abrir os olhos era aperceber-se que não estava a sonhar. Então todo o passado estava ali naquele ato tão sonhado, tão imaginado.
- Era isto que tinhas guardado para mim? – disse ela numa gargalhada.
- O tempo amadureceu os nossos corpos, a saudade que eles tinham, tornou este sabor mais forte. Não é melhor que dar as mãos apenas?
Ela riu de novo. Demais. Ele deu-lhe a mão e prendeu-a para si. A sua forma de o ter para si era tão perfeita que não havia dor naquela intensidade, havia prazer inundado de beijos por todo o corpo, de uma pertença que voltava a existir catorze anos depois, dois corpos nus, uma aventura silenciosa e imprudente, duas pessoas traídas, outras duas que ao consumar o ato eram felizes, quase sem culpa, porque toda a vida haviam pertencido uma à outra, como os seus corpos pareciam encaixar-se de forma tão certa um no outro.
Mas será que o destino comemorava com eles? E o mundo lá fora?

 

(Continua...)

Na memória nada fica.

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Toda a vida roda, roda e eu não entendo a sua razão, sofro e acaba, morro de desilusão.
Morri, morrer de sonhar, o que hoje vai, amanhã não volta, e vai sem olhar para trás...avança e esquece.
Na memória nada fica, nem mesmo o que fez chorar ou sorrir, na memória fica o agora e não o que foi ou o que fomos, se algum dia tivemos sido.
Murmúrio, silêncio e saudade...fecho os olhos e também esqueço por tudo o que não foste, o que nunca serás. Não serás a roda da minha alma, quanto mais pertencente ao meu coração.

 

Vais ficar.

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(fotografia do filme "Midnight in Paris")

 

A noite calou-me o sonho, enfrentou-me de verdade e eu em nada a poderei calar.
Já ouvi sermões demasiados ao nascer do sol, ou quando ele se punha. Deixei de bater as asas ao vento, hoje apenas vivo o momento.
Esqueci as palavras frias que o pesadelo transformou, hoje são velas acesas e apagadas num doce luar.
Quando voltares, vou poder de novo sonhar, descobrir, acreditar num mundo renovado, mergulhado num passado esquecido, num futuro incerto, escondido. Mas saberei que nesse dia olharei o mundo de uma outra forma, de um outro ponto, em cima de uma só sombra escrita, sentida por detrás dos teus cabelos.
Fui uma estrela que um dia deixou de brilhar, num dia de chuva perdida em cada passo, cada soluço. Uma estrela que voou por detrás de um sorriso que hoje se voltou a formar, porque apesar da tua ausência, eu hoje ainda acredito que para sempre, vais ficar.

 

 

Sonha menina

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Vejo-te passar pela rua, como um anjo que guarda os meus pensamentos. Nem uma palavra consigo dizer-te, porque sei que nessa pacatez tu tens o mundo a teus pés, nessa tua simplicidade tão especial.
Embora não te conheça, sei que és cá dos meus, gostas dos lugares mais escondidos, dos sentimentos duradouros, de momentos que não precisam de palavras, és de poucos gastos porque apenas a vida te basta.
Não te conheço, mas sei tanto de ti, ao ver-te pela janela. Sei que és uma pessoa luz, que com a sua paz ilumina o meu dia e também isso me basta, porque sou uma sonhadora e sonhar contigo todas as noites é sentir que posso também morar um dia que seja no teu pensamento, mas se eu não disser quanto temo estar errada, nunca vou saber se estou certa.
Ainda assim, acredito que me guias, que sabes melhor que eu o meu futuro e quem sabe os nossos caminhos não se cruzarão um dia?
Sonha, menina, sonha, com esse homem luz. Sonha, que faz tão bem.

 

 

 

A vida ensinou-me

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A vida ensinou-me a dar o tudo por tudo, a não esperar o amanhã como futuro e fazê-lo hoje mesmo.
A vida ensinou-me a não pensar, mas a fazer as coisas com conta, peso e medida, a lutar por elas e ir até ao fim do fim, não dar nunca por terminado.
Senão for para valer a pena de que serve estarmos por aqui, pisando o tecto dos que já partiram? A vida não é certa, não é de fiar, só temos de realizar os nossos sonhos e dar tudo de nós até não termos a mais pequena resistência e partirmos para nunca mais voltar a este lugar.

* Inspirações: Closed your eyes

 

Fecha os teus olhos e pensa no belo dia que poderá ser se sorrires, tens tanto para dar, és a minha força, a nossa força.
Todo o teu ar é bonito, meu anjo.
Abre agora os teus olhos, mas fecha-os para qualquer maldade e, sonha, porque é bom sonhar!
És livre na tua essência e o sol traz consigo o teu brilho, que é bem mais que aquilo que imaginas.
Não chores, há sempre uma razão para as coisas acontecerem, não desistas mais… E sê tu, sempre.
Fecha os olhos, mas sonha acordada meu anjo, Deus prometeu fazer de ti, uma pessoa especial… e eu? Irei fazer-te a pessoa mais feliz do mundo.
Por isso fecha os olhos e pensa no bom que é viver, limpa as lágrimas e abraça o dia com um sorriso, o teu, tão bonito.

Há uma saudade

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Há uma saudade que volta ao meu rasgar do sorrir.
Voltei a perder tudo e a guardar memórias como quem guarda vaidade de tempos vividos, de marcar a diferença!
Volta a saudade sempre que penso como fui feliz por cada rua da minha alma, em cada cântico de uma balada, de amargura. Embora me sinta triste, sinto-me ainda mais contente por saber que o vivi!
Não... jamais deixarei partir os meus amigos, que comigo criaram os maiores laços e as melhores certezas, que aconteça o que acontecer, venha a distância que vier, estamos sempre juntos, sempre.
Porque há sempre um tempo assim nas nossas vidas, que vem para nos fazer dar valor a tudo aquilo que temos, traz-nos as melhores pessoas para ficarem connosco e envolve-nos na magia que há em acreditar em um para sempre.
Sim, há saudade! Há nostalgia! Por sonhar e lembrar momentos tão passageiros, que marcaram tanto, que de tão rápidos me ofereceram o melhor de mim, por isso há saudade, mas também há esperança que todo esse viver se repita sempre em cada recanto da minha vida!

 

(fotografia do filme "A culpa é das estrelas")

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