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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

Tu bastas-me.

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Pipocas (um balde cheio), uma série e milhares de sorrisos. Basta-me.
Tu bastas-me.
O teu carinho, o teu conforto, o teu sorriso e o teu amor.
Esse amor que não cessa, esse amor que se constrói a cada dia.
Por isso, no calor da noite, eu só quero que me aconchegues.
Contigo, posso até virar rotina, desde que os nossos beijos sejam sempre iguais, cheios de pedaços gigantes de cumplicidade.
Contigo, tu e eu, para sempre. Até sermos velhinhos.
Tu e a bola, eu e um livro. Mas no fim da noite, ai o fim da noite!
Pipocas (um balde cheio), uma série e milhares de sorrisos!
O que vier depois disso será segredo, será nosso, será amor. Amor para viver, não para mostrar ao mundo. Eu e tu, para sempre. Até sermos velhinhos. Até não conseguirmos amar mais, porque os braços cessam e porque o corpo pesa.
Virá a morte, mas não o esquecimento. Virá a morte, mas não o término. Porque este “para sempre”, vai muito além da eternidade.
Eu e tu, para sempre. Basta-me.

 

 

 

Acreditas? Eu também

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Sabes... é impossível não te querer para sempre.
A verdade é que mil sonhos do (meu) futuro te pertencem.
Um lar, uma certeza, uma vida a dois. Um aconchego, uma calma e um coração completo.
Uma casa inundada de amor, de desejos partilhados, tarefas distribuidas, rotinas quebradas.
E mais tarde, com estabilidade, passaremos a ser três.
Três pedaços de amor, um sorriso infinito e um amor maior.
Porém, o tempo presente é o agora e é nesse agora que devemos lutar para que esse "para sempre" exista.
Esse agora, que é o hoje, será a história que contaremos (com amor) amanhã.
Acreditas? Eu também.

 

 

Se é amor...

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Se é amor então não são precisas palavras. Se é amor, do verdadeiro, é o coração que fala com a alma através de um olhar, de um olhar ao qual ninguém se insurge, que ninguém ousa contestar ou negar. Se é amor, a aura que paira num olhar cúmplice é intensa, poderosa e o sorriso surge. Surge mesmo quando se quer chorar, surge mesmo quando o mundo nos quer roubar o que temos de melhor, quando o destino quer que a distância separe esse amor, mas se é amor, de verdade, ultrapassa e cura tudo.
Ainda que, por momentos, não se consiga ultrapassar, ele viverá para sempre na memória de quem ama para sempre e viverá com esse desejo para toda a vida, de um reencontro, de uma ajuda do destino, porque um amor verdadeiro nunca se esquece, não se pode fugir dele, ainda que se queira. Porque no cruzamento da vida, em que os olhos se reencontram, o sorriso, que embora magoado com o tempo, diz que o tempo não interessa mais, fazendo jus à felicidade e se entrega num beijo profundo. Porque se é verdadeiro, não tem fim, data de término ou falecimento. Amor de verdade é para toda a vida. É meu, teu, de mais ninguém.
 
 

 

 
 

 

12 # Existirá destino sem os sonhos?

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Sim, ligou-lhe. Talvez errasse, talvez cometesse o maior erro da vida dela, mas tinha de tirar todas as dúvidas do que sentia e colocar um ponto final se necessário.
Segunda de manhã, levantou-se decidida. Como John estava a dormir no quarto de Filipe, saiu sem dar satisfações, pronta para pôr fim àquela que era uma complicação na sua vida – uma paixão sem término. Pensamentos infindáveis que tinham de terminar, a bem ou a mal.
Às 9h na pastelaria, era o combinado, mas ele não estava. Passou uma hora, duas. Sara passou-se, adiantou-se, precipitou-se e tanto! Bateu-lhe à porta do escritório, quando não foi o seu espanto, ele estava lá dentro.
- Sara. – disse ele com um sorriso.
- Esqueceste-te que te liguei? Do que combinámos?
- Não. Sabia que me irias encontrar aqui.
Ele lembrava-se de tudo, apenas queria reconhecer que Sara não tinha mudado nada, sempre falara do seu mau humor matinal (mas naquele dia tinha razões para isso) e da sua repugnância com atrasos. Queria poder atiçar-lhe a velha e jovem Sara dos seus catorze anos, prudente mas rabugenta, tão dona do seu nariz.
- Fizeste de propósito? Não acredito.
- Claro. – disse ele, voltando a fazer aquele sorriso irritante mas tão apaixonante como outrora. – Entra. – disse, fechando-lhe a porta atrás de si.
Sara não estava a gostar da sua atitude, Manuel parecia estar mudado e convencido. No entanto, estava mais sedutor do que nunca e ela parecia render-se por completo, como se do passado se tratasse.
- Não é numa pastelaria que se resolve o que há tanto tempo andamos para resolver.
- Tens razão.
E ao dizer isto, Sara senta-se na cadeira à frente da sua secretária e olhando para trás vê Manuel a trancar a porta do gabinete.

 

(Continua...)

2 # Existirá destino sem os sonhos?

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Aquele sorriso derretia-a e, por ele, o seu coração palpitava. Mas o sorriso de quem? A quem pertencia esse sorriso?
Sara pertencia a um clube de teatro.
Às quartas e sextas após as aulas, Sara deslocava-se à companhia de teatro que ficava mesmo ao lado da sua escola.
Sara adorava aquele momento, até porque, na verdade, acabava por ser dos seus poucos momentos de lazer e, sobretudo, de luta pelo seu sonho, esse que sonhava concretizar um dia - ser atriz!
Naquele grupo todos tinham esse gosto, embora o teatro não fosse para todos um sonho, como era para Sara ou para Manuel. Um dos professores que encenava as peças apresentadas e, por quem, o coração de Sara palpitava. Ela sabia que era um amor impossível como os que aconteciam nos filmes, ou nas novelas mais dramáticas.
Manuel tinha 22 anos e Sara apenas 14 anos, era menor, decerto para ele uma miúda.
Quem sabe ele já não tivesse alguém, pensava ela.
No entanto, havia tanto em comum, tanto que os ligava e não era apenas o seu sonho comum.
Às sextas-feiras, quando a mãe saía mais cedo do trabalho e podia ficar com os irmãos, Manuel costumava convidar Sara para um café no bar da praia. Mesmo no inverno, o cheiro a mar consolava as intempéries na vida dela, e ele sabia disso. Gostava de lhe fazer bem, de ajudá-la, de ser seu amigo.
No entanto, aquele olhar, aquele sorriso, diziam muito mais que compaixão, talvez no pensamento dele o prefixo "com" não fosse necessário.
Mas e... se fosse realmente paixão?
 

 

 (Continua...)

 
 
 
 

 

Eu nunca perdoaria?

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«Estou aqui, abre a porta.»
O meu coração batia com força. Ele estava ali à minha frente. Sem rosas ou chocolates, apenas com desculpas, com vontades, com mil perdões. Os seus olhos azuis imploravam perdão e o seu sorriso era encantador. Como podia um rapaz ter tanto de mim na sua alma?
Ele dizia ter sido um idiota, que não havia mulher que mais amasse, por mais que desse a volto ao mundo não haveria rapariga mais bonita, mais especial, que eu era perfeita para ele. As paixões que tivera não se igualaram à minha presença, à marca que deixara no seu coração, porque eu não era banal como as outras, não me deixava ir tão facilmente, era forte e não mais uma. Eu era a tal.
Pedia desculpa por só agora ter visto tudo isso, que não merecia uma segunda oportunidade, que era uma besta. As suas lágrimas corriam pelo rosto, ainda que não quisesse chorar. O seu sorriso envergonhado fez-me abraçá-lo.
É estúpido quando não estando na situação dizemos “eu nunca perdoaria”, talvez tenha dito também, mas há perdões feitos que valem a pena toda a vida, apercebi-me disso naquele dia. Tudo o que ele tinha dito, tudo o que tinha feito, naquela hora não me importava, as suas lágrimas diziam tudo, falavam sobre si, sobre nós, sobre o amor intenso que sempre houvera entre nós.
Aquele abraço durou o tempo suficiente para ambos chorarmos, para curar e colar todos os pedacinhos partidos, chorar e sorrir, beijar muito, abraçarmo-nos de novo e entrelaçámos as mãos para toda a vida.
Por vezes precisamos de abrir os olhos e ver que, num instante, podemos perder o amor da nossa vida, ele percebeu que eu era o dele, pois não houve mais ninguém na sua vida até então.
 
 

 

 

 
 

 

Para toda a vida

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Vem devagarinho, bem devagarinho, com esse sorriso que me mata de desejo. Vem, abraçar-me, matar todas as saudades que eu tinha tuas.
O meu corpo há muito que não se encontrava com o teu, a sede de viver em ti é cada vez maior, o desejo afasta-me da realidade, já só anseio momentos de ficção, como no cinema, como que uma atração fatal.
Deixas-me louca, não por esse anseio total de mera paixão, mas por todo o amor que em ti nasce quando os teus olhos me olham de verdade, quando as tuas mãos me tocam com sentido. Deixas-me louca, não quando me despes a roupa, mas quando me conheces debaixo da minha própria pele e me curas esta minha alma nua.
Tu não és um qualquer, não és igual a todos os outros, a tua temperatura permanece no meu corpo para sempre, exatamente pela forma como me amas, como tornas tudo no melhor que a vida me pode dar. Contigo aprendi que cada momento nosso é já, por si só, um puro prazer, e os nossos corpos unidos e a sua vibração é um complemento dessa forma de viver tão esplêndida.
Contigo aprendi que amar é muito mais que a palavra ou o sentido e que o sexo é apenas e só mais uma razão para dizer que te amo com todas as minhas forças, e de corpo inteiro. Pois, amar-te é querer-te, independentemente de tudo e, para toda a vida.

 

 

 

 

 

 

Um novo começo (parte III)

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Mike, um jovem que estava de visita a Portugal, apercebeu-se da aflição da rapariga e como praticava surf desde pequenino, por instinto correu para ir salvá-la, usando apenas a força do corpo.
- You are a crazy girl! – Disse ele com um sorriso nos lábios. – Sorry, como se diz?
Sofia nem estava com cabeça para conseguir ouvir o que o rapaz dizia. Só se limitando a dizer obrigada!
- You’re welcome. – Disse sorrindo.
Sofia despertou, permanecendo na areia, perto dos seus braços.
- Posso saber o nome do meu herói?
- Hero? What?
Sofia suspirou, não se recordava que ele era estrangeiro.
- Sorry, what is your name?
- Ooh, Mike.
- Sofia! – Disse ela sorrindo.
- Nice to meet… Oops, “plazer”. Like, yes? Sorry, I don’t speak Portuguese.
- Pois, nem eu inglês! – Disse Sofia, suspirando novamente, não tinha sorte nenhuma…
- Um pouco, maybe! – Disse ele trocando-se todo.
- Companhia? – Tentou Mike dizer, fazendo um convite a Sofia.
- Não. – Disse Sofia, já um pouco chateada consigo mesma. Quem a mandava ser uma nódoa a inglês?, pensava para com ela.
Mariana, respondeu a Mike, falando num inglês fluente, que já chegava de praia, que iam até à pousada comer qualquer coisa e descansar.
- Ok, sorry! So, see you soon!
- Bye! – Disse Sofia envergonhada! – Thank you.
Catarina que estava acabada de chegar, já de bikini vestido, olhou para Sofia e abanou a cabeça, revirando os olhos.
- Amiga, és tão tola!
- Porquê?
- O rapaz estava a convidar-te para estares com ele…
- Sim e diz-me lá o que é que eu e ele íamos conversar? Eu mal sei falar inglês.
Mariana compreendeu a amiga.
- Eu percebo-a, Cati.
- Mas o gajo é cá um gato, e os beijos são universais…
- Tinhas de vir. – Disse Sofia afastando-se do mar e das amigas.
- Eish, para com isso, Catarina! Nem toda a gente é descontraída como tu nesse sentido. Sabes que a Sofia é tímida. – Disse Mariana defendendo a amiga.
- Fogo Mariana, eu não disse nada mal. Acho que ela devia aproveitar mais a vida.
- Caramba, não é andando com todos que ela aproveita mais ou menos a vida. Deixa-te disso, e vou ser-te sincera, tu assim também não vais longe.
- Vou a onde quero ir.
- Tu lá sabes…
A amizade é mesmo assim, dizer o que se sente, discutir a opinião de cada um, dizer as verdades, sem omissões. Estas três amigas eram todas elas bastante diferentes, mas tinham algo que as ligava para sempre – o amor que sentiam umas pelas outras, aquele que diz que nunca morre. Será?
Almoçaram, tomaram banho e foram dar um passeio pelo Palácio da Pena. Que lugares bonitos, cada uma delas parecia uma Alice no País das Maravilhas, mas quem lhes iria guiar o caminho?

 

(continua...)

 

 

 

 

Este amor que por ti tenho.

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Este amor que por ti tenho pode não ser a única certeza que me agarra à vida, mas é uma das maiores.
Sei e sinto, que te amo todos os dias e é nesses dias em que eu sou mais feliz, mesma na tua ausência, quero com isto agradecer-te por existires em mim, por ti tenho todos as horas, uma alma contente.
Nunca o coração bateu tão certo e tão forte, nunca o sexo fez tanto sentido, como hoje, como contigo.
Por isso te digo também que não preciso, nem quero, conquistar o coração de mais ninguém com a intenção de o amar. Porque quero e devo, não como obrigação mas como compromisso e amor, de conquistar-te para todo o sempre. É a ti que eu quero conquistar todos os minutos, desejando ser conquistada por esse mesmo tempo, deixar que seja o sorriso mais bonito o que nos contamine de paixão até as nossas mãos dadas estejam envelhecidas, e as rugas atravessarem esse olhar que sorri como na primeira vez, exatamente como na primavera da vida, em que este amor nos torna e nos faz ser.

 

Amo-a, no seu completo teorema.

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 (fotografia do filme "If I stay")

 

O brilho dos seus olhos. A simplicidade do seu sorriso. A clareza com que um beijo doce pode dizer tudo sobre ela.
Não são as formas ou as curvas do seu corpo que fazem uma mulher bonita. É a sua personalidade, a sua maneira de ser.
Várias mulheres sabem como seduzir um homem pela sua pura simplicidade de ser. Pela personalidade contagiante com que enfrentam os problemas, como encaram as adversidades que a vida lhes proporciona.
Para mim é isso que me cativa numa mulher, não o seu corpo, mas o seu espírito, a sua gargalhada, como a sua clareza e inteligência dela torna tudo tão mais especial, tão bonito.
Não vou mentir que o seu corpo não me atrai, claro que sim, ela é incrivelmente bonita, parece mesmo feita de pele de anjo, gosto dela no seu completo teorema, em todas as suas composições. No entanto, atrai-me ainda mais essa forma como ela descomplica, como ela discute e se importa e faz valer a pena após tudo isso, mesmo quando julgava as coisas terminadas.
A forma como ela acha que tem razão e como em tantas vezes a tem e o poder dela saber que sim, que a tem.
Os meus olhos brilham, o meu sorriso parece de um completo pateta, mas o que é isso senão o amor? Uma forma maior que me deixa completamente fora de mim, mostrando o que de melhor há no meu ser.

 

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