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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

17
Ago18

[Resenha Literária] Sorriste-me

Carolina Cruz

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Após publicar "Há pesadelos que nos fazem acordar", Joana Veríssimo traz-nos este ano o seu segundo livro - "Sorriste-me", tão bonito como o primeiro.
"Sorriste-me" fala-nos de Laura e Pedro, um casal improvável que vive um amor ditado como "impossível", mas a beleza do livro, das suas palavras e personagens é que, independentemente de tudo, acredita-se no sentimento que move a vida, que move as personagens e isso é o mais essencial - acredito no amor que sentimos. 
A Joana tem uma escrita maravilhosa, prende-nos do início ao fim do livro e a sua originalidade e criativade são de excelência, apresenta-nos um romance diferete, acompanhado em cada "capítulo" por uma música. 
Um livro com uma banda sonora lindíssima, um diário de fé e confiança no amor e, na minha opinião, uma verdadeira obra literária. 
Vale mesmo a pena ler. 


Se ficaram curiosos e querem saber e ler um pouco mais da Joana, sigam as suas redes sociais: 
https://www.facebook.com/jisrv/
https://www.instagram.com/joanaverissimoautora/ 

 

03
Ago18

[Cinema] Abzurdah

Carolina Cruz

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Dizem que o amor salva, que o amor cura, que o amor é vida. Pode ser realmente, se o virmos como tal. Porém a mente humana, deturpa-o, torna-o obsessivo, doentio, soberbo... e quando julgamos amar intensamente, podemos enganar-nos, vivendo em absoluto um amor que não é saudável.
"Abzurdah" fala-nos de uma história real, sobre Cielo, uma jovem bonita, que se apaixona por um homem mais velho, que conhece na internet. 
Alejo é um homem dez anos mais velho que a sabe seduzir, mas o amor que Cielo sente por ele não é totalmente correspondido. 
Achando que esse amor não é correspondido pela sua forma de ser, do seu fisico, Cielo deixa de comer, e tenta assim, pondo a comida de lado, chamar a atenção de uma vida perfeita e de Alejo. 
O que será que irá acontecer à sua vida?
Uma história verdadeira que nos deixa inquietos, que nos magoa, que nos deixa a pensar. 
Um filme que nos prende do início ao fim. Disponível no Netflix.

 

02
Ago18

[Séries] Bates Motel

Carolina Cruz

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"Bates Motel" é uma série de suspense e terror, dramática e poderosa, baseada no clássico "Psycho" de Hitchcock. 
É uma série que nos fala de uma família disfuncional, em que a mãe "Norma" e o filho "Norman" não vivem um sem o outro, tão totalmente dependentes, que Norman nunca viveu senão debaixo das saias da mãe e pela superproteção da mesma este começa a ter comportamentos desviantes e incomuns, sendo mais tarde diagnosticado com uma doença mental.
Acabei hoje de ver todas as temporadas e tenho de vos dizer que nunca uma série me chamou tanto a atenção! É mesmo cativante, enigmática e prende-nos, deixa-nos com tremenda ansiedade que só queremos ver mais e mais. Tanto que neste momento sinto um vazio tão grande que seria capaz de a ver de novo! 
As personagens são tão bem caracterizadas, o elenco é tão excelente, que é fácil afeiçoarmo-nos a todos eles, mesmo aos mais estranhos.
Apesar de, como digo em cima, gostar de todo o elenco e achá-lo excelente, seria uma falha não valorizar sobretudo o papelão desempenhado por Freddie Highmore. Fantástico, arrepiante!
Para quem gosta deste género de séries de suspense e até para quem acha que não iria gostar (estou a dizer isto, porque nunca pensei vir a adorar tanto uma série deste género) vejam, porque vale mesmo muito a pena!
Está disponível no Netflix. 

 

 

30
Jul18

Uma das razões da minha ausência

Carolina Cruz

Olá, meus queridos bloggers e leitores.
É verdade que tenho andado um pouco mais ausente aqui pelo blog, que tenho me reduzido um pouco mais à página de facebook e diminuido o número de publicações aqui no blog, sobretudo de leituras e cinema/séries. 
Mas a minha ausência tem um nome, ainda não está publicado, nem disponível para reservarem, mas espero em breve dar-vos notícias. 
O nome da minha ausência no meu blog chama-se: "O coração vive de sorrisos" e é o nome do meu primeiro livro!

 

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Espero que gostem e que esteja perdoada!
Um beijinho para todos!

18
Jul18

[Resenha Literária] "Letizia" de André Curvelo Campos

Carolina Cruz

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"Letizia", um livro de André Curvelo Campos é mais uma prova que há muitos bons escritores que andam escondidos e graças à CoolBooks podemos descobri-los. 
Tenho ficado bastante grata e admirada positivamente com as publicações da CoolBooks, "Letizia" não é excepção!
Este livro fala-nos de Luís, um jovem jornalista, que viaja para Florença para investigar o homícidio de Salvatore Savelli, um professor universitário e escritor conceituado, já passados 10 anos da sua morte.
Passado tanto tempo não há muita evolução na investigação, não há grandes provas, nem testemunhas. 
Luís volta a Florença depois de lá viver um romance tórrido, uma lua-de-mel em segredo e de perder esse amor. Mesmo passados três anos, Luís ainda não conseguiu esquecer esse amor e voltar àquela cidade é um tormento, até conhecer Letizia, uma rapariga lindíssima, inspiradora, mas igualmente cheia de sedução e segredos. 
Luís que se deslocou a Florença apenas para escrever sobre a morte de Savelli, aprende também que a mesma cidade pode voltar a ter encanto com um novo amor, mas o secretismo imenso de Letizia deixa-o desconfiado, por vezes o coração engana-nos e ele já se enganou tanta vez, será que Luís não vai cair de novo em alguma ladaínha de uma mulher sedutora?
"Letizia" é um livro pequeno, de fácil leitura, que prende do início ao fim, com passagens tão bonitas que nos fazem viajar, tão inquietas que nos fazem viver cada momento das personagens. 
Surpreendente, real e bonito!
Não se enganem, este livro não é apenas mais um, é sim um livro que têm de ler!

 

13
Jul18

[O teu olhar] Nunca te esquecerei

Carolina Cruz

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Imploro ao teu coração que não pare. Eu sei que precisas de partir, que ele está fraco, que é um esforço tremendo ainda estares connosco. 
Eu sei que estou a ser pretensioso, egoísta, mas o que será do meu coração quando o teu deixar de bater?
Baterá com dor, com rancor a Deus, por te ter levado consigo. E bate, baterá como sempre, com uma enorme gratidão por te ter conhecido, por te ter pertencido. 
Obrigado, meu amor, por todo o amor que me deste, por todo o apoio que me deste quando só me apetecia chorar, obrigado por seres o meu eterno sorriso. 
Tenho a certeza que o céu ficará mais feliz, mais colorido, as estrelas brilharão com mais intensidade, porque estarás lá, a brilhar também, a mostrar a tua luta, a tua sabedoria, carregada de uma alegria que não deixa ninguém indiferente. 
Porta-te bem, meu amor. 
Serei sempre teu, sempre fiel.
Cuida de ti até ao dia em que poderei ser eu de novo a cuidar do teu coração.
Amo-te, meu amor. 
Nunca te esquecerei. 

_______________________________

Fotografia da autoria de Manu Pereira do blog:
https://existeumolhar.blogs.sapo.pt/

 

 
12
Jul18

Ficar.

Carolina Cruz

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Gosto do teu cheiro a mar, do teu sabor salgado.
Leva-me pela corrente fora e deixa-me beijar-te o corpo, admirar-te como uma deusa e abraçar o teu coração.
Deixa-me ficar, porque ficar é a forma mais bonita de se amar.
Permanecermos ao lado de quem amamos mesmo quando o destino nos tenta virar as costas é a prova mais bonita de amor.
É acreditar que todos os dias esse sentimento vence e não apenas um Verão, não apenas enquanto somos jovens ou enquanto o prazer durar.
É ficar...
Ficar e ter prazer em olhar-te apenas, em chamar-te de minha namorada, dar-te a mão.
É acreditar mesmo em dias menos felizes, que melhores dias virão!
11
Jul18

[Cinema] Midnight Sun

Carolina Cruz

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Mais uma leitura indispensável e um filme maravilhoso!
Baseado no livro com o mesmo nome (“Amar-te à meia-noite” em português), este filme tem um toque juvenil e divertido, enquanto se fala de algo bastante sério.
Kate sofre de XP, uma doença que a impede de estar exposta ao mais pequeno raio de sol, sofrendo queimaduras graves e consequências fatais.
Kate vive com o pai, viúvo, que dá a vida por ela, é um pai dedicado e com quem ela tem uma relação bastante próxima. Porém, ela tem um sonho, o mesmo sonho que a fez ultrapassar os anos a fio passados em casa – a música. E Charlie, o rapaz dos seus sonhos.
Tudo muda no dia em que terminam o secundário.
Convencendo o pai, Kate consegue ir tocar guitarra à noite para a estação de comboios, onde o destino cruza o seu caminho com o de Charlie. 
Um amor livre, juvenil, poderoso, que nasce entre os dois, o que nos prova que o amor e aquilo que sentimos é muito maior e mais importante que a nossa condição.
Uma história maravilhosa, de superação, amor e amizade.
Aconselho vivamente o filme, mas é claro, aconselho que leiam o livro primeiro!

 

 

 

10
Jul18

[Resenha Literária - Chiado Editora] O homem que me fizeste ser

Carolina Cruz

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Já há alguns anos que sigo o trabalho fantástico do André Sousa no seu blog “Pedacinhos de mim para ti”.
O André tem uma escrita suave, mas muito intensa e neste livro não é exceção.
“O homem que me fizeste ser” é um diário de um homem que ama, de um homem que escreve diariamente o seu amor, a sua paixão eterna.
Um homem sem medo de dizer o que sente, sem medo de amar plenamente, de sentir, de chorar. 
Retrata a sua dor, a saudade, o amor, o desejo carnal, o prazer, a juventude e um envelhecer nos braços de quem se ama. 
Um livro encantador que nos faz pensar que nunca devemos deixar de dizer o que sentimos e que a vida e o amor são a nossa existência, essenciais à nossa vida.
Aconselho vivamente a leitura deste livro!

29
Jun18

[Cinema] "A cada dia"

Carolina Cruz

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Uma das coisas que eu não perco por nada, fiquem a saber, são os filmes dos livros que li, há quem diga que não gosta de ver, nem de comparar, mas eu tenho de o fazer impretivelmente. Gosto de comparar as personagens que crio na minha cabeça com as do filme, gosto de ver o que leio, interpretado. Porém e é claro, há filmes que nos desiludem, que perdem a clareza do livro e alguns detalhes importantes da sua história. Mas...
"A cada dia" foi um filme extraordinariamente bom e que soube homenagear de forma maravilhosa o livro de David Levithan no qual é baseado, a prova disso é que durante o filme senti-me ansiosa como se não conhecesse o final e emocionei-me como se fosse a primeira vez que conhecia a história. 
A história fala-nos de A. uma alma que acorda num corpo diferente todos os dias, tenta não se afeiçoar às pessoas que o rodeiam, conformando-se com a sua vida, até ao dia em que acorda no corpo de Justin e conhece a sua namorada - Rhiannon - e tudo muda. 
Uma história belíssima, um romance incomum que nos mostra que o amor não é uma questão física, mas de olhar e coração.
Um filme que nos prende ao ecrã!

 

 

 

 

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