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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

19
Jul17

[Cinema] El Hilo Rojo

Carolina Cruz

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“El hilo rojo” (“The Red Threath” em inglês) é um filme argentino simples, mas intenso, bonito. 
Este romance dramático conta a história de uma lenda em que duas pessoas ligadas por uma linha vermelha invisível estarão conectadas para toda a vida, por mais tempo e distância que as separe.
Abril conhece Manuel num voo para a Argentina. O amor atingi-os desde o primeiro momento em que se veem. 
Embora digam que se querem conhecer, parecem conhecer-se há anos e a sua cumplicidade é tão bonita que nos faz acreditar no amor à primeira vista. 
O beijo acontece, mas um pequeno incidente faz com que esse verdadeiro conhecimento fique para trás e Abril e Manuel tomam rumos diferentes. 
Passados 7 anos, os rumos de ambos são realmente diferentes, porém voltam a encontrar-se e a paixão que julgavam adormecida, reacende-se, mas… como farão estes dois apaixonados, com famílias construídas? Serão que conseguirão terminar tudo ou não resistirão ao que ficou por completar? Será que esse fio os ligará para sempre?
Um filme realmente muito bonito, que nos faz sorrir e também chorar. 
Um ótimo filme para uma tarde de domingo!

 

 

18
Jul17

Abraça

Carolina Cruz

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Quando houver amor em ti e não souberes como expressá-lo...
Quando houver amor em ti e não souberes o que dizer, quando te faltarem as palavras...
Abraça!
Um abraço pode dizer tudo por ti... um abraço é o gesto de amor mais genuíno do mundo. Ele fala muito mais que palavras e quem o dá sabe o que vai na alma de quem o sente, porque um abraço nunca mente.
Pensa comigo. Como abraçarias alguém que não gostas ou alguém que te tenha magoado?
Pois, nunca o farias. 
É exatamente isso, o abraço é sempre carregado de magia, de amor, nunca conseguiria ser cínico.
Um abraço é tal e qual como o amor, se não for verdadeiro, não é sentido, logo não é um abraço, é um simples cumprimento.
Um simples cumprimento não faz bem à alma, um abraço sim, um abraço cura! 
Por isso, quando não souberes o que dizer, um abraço verdadeiro falará por ti, e é tão bom, não é?
Num abraço só há um aperto, o da felicidade. Nesse aperto, todos os outros apertos parecem desaparecer. Por isso, abraça! Por isso, abraço-te com amor.
Sentes?!
 

 

 
 

 

17
Jul17

[Ficção] Esses olhos

Carolina Cruz

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Esses olhos. 
Eram os teus olhos rasgados a olhar os meus.
O sorriso a despontar. O sorriso a nascer para toda a vida... esse mesmo sorriso que se quebrou.
Não há mais volta e tu não voltas para mim.
Não há amor como o primeiro? Mentira, não há amor como aquele que nos mata a sede, que nos envolve no peito e nos queima de prazer pelo simples gesto de amar.
Nunca me esqueci de ti.
Não existe um único dia em que não me lembre desse olhar.
Há amores que, por mais anos que vivamos, por mais pessoas que passem por nós, são eternos, pelo facto de nos terem marcado para sempre.
Embora eu ame quem tenho a meu lado, os meus filhos, os meus netos, eu ainda amo as nossas memórias, quem foste para mim, porque a juventude não volta. Volto apenas, todos os dias, a vontade de voltar atrás no tempo.

 

 

16
Jul17

Com intensidade

Carolina Cruz

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Faremos no silêncio tudo aquilo que o corpo nos pede. Faremos desse silêncio o desejo inteiramente feito da nossa pele. 
Somos e fomos o pecado que quebrou todas as regras. 
Sejamos. 
O que é mais importante ser feliz ou aprisionarmos no que é dito pela sociedade ser bem feito ou com bom senso? 
Chega! A tua pele e a minha conspiram e respiram uma pela outra. Não existem uma sem a outra. Porque haveríamos de ficar longe? Porque haveríamos de lhe renegar o prazer? 
Não. Seremos corpo e alma, felizes. 
Seremos corpo e alma, unidos. 
O amor é o amor, ele pede paixão, desatino, insensatez, coração. Nada disso seremos se não quebrarmos as regras. 
O amor por si só quebra regras, desarma a imensidão. 
Não vale a pena parar o amor, controlá-lo. 
A melhor forma de o viver é sem medida, com intensidade.

 

 

15
Jul17

Ouve-me

Carolina Cruz

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É essa tua simplicidade, esse teu ar genuíno, esse teu sorriso tímido encantador, esse um jeito de sonhar que me conquista.
Chama-me louca, o que quiseres. Ouve. Ouve-me.
Gostava que toda a gente pudesse ser como tu, com esse abraço apertado sem regresso ao feio mundo da inveja, da superioridade, do querer ser ou parecer mais que alguém. 
Nesse abraço de tamanha grandeza tu tens tudo, não precisas de grandes contas no banco, de viagens, de mostrar a onde vais, de passeares a tua vida por aí. 
Não, nesse teu sorriso tu tens todos os sonhos, nesse teu sorriso tu agarras o melhor que podemos ter: as pequenas coisas.
Nesses braços que abraçam o mundo inteiro, eu quero viver. Nesses braços grandes onde a pequenez se torna grandeza e onde eu me torno, para sempre, especial.

 

 

14
Jul17

[Cinema] American Beauty

Carolina Cruz

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“American Beauty” é um verdadeiro clássico.
Um clássico que se entranha, que se estranha, que nos deixa a pensar, a repensar e a dizer “muito bom mesmo”. 
Dá-nos a conhecer as personagens, oferece-nos um pouco de cada uma delas, começamos a odiar todas elas, a repudia-las, a julga-las. Porém, como é na vida real, nós não conhecemos ninguém, não podemos julgar ninguém pelos seus atos, pelas suas fraquezas, pelo que parecem, mas os seus atos, os seus pensamentos e as suas atitudes levam-nos muitas vezes a fazê-lo. 
Ainda assim, continuamos a acreditar que não conhecemos tudo sobre uma pessoa, nem sobre os nossos filhos, nem sobre os nossos pais, com quem casámos, por quem nos apaixonámos. As atitudes falam muito de uma pessoa, mas de onde surgem elas? De que pensamentos? De que atos de outrora?
Um filme que, embora possa estranhar num início, vão querer vê-lo até ao fim, porque agarra. Foi o que aconteceu comigo, tenho a certeza que convosco também vai acontecer. Vão querer vê-lo até ao fim, e no fim vão querer saber mais!
Vejam, vale a pena.

 

 

13
Jul17

[Ficção] Na pele e no corpo

Carolina Cruz

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Por entre a multidão, naquele concerto, um ao outro, destacaram-se como que numa luz infinita. 
Quando se conheceram houve algo no olhar de ambos que prometera mutuamente: “hei de te conhecer melhor que ninguém, não vais largar mais a minha mão quando eu responder a esse ato de as entrelaçar, a minha na tua.”
Perfeito, dito e feito.
Tornaram-se unha com carne, amigos inseparáveis, não precisavam expressar palavras para falarem, o silêncio dizia tudo o que era preciso pois os sorrisos e os olhares eram mais especiais que todo o mundo à volta. 
Secretamente e timidamente amavam-se, mas nenhum deles conversava sobre isso, a ligação que tinham era forte demais para se perder. 
Corriam pela areia como crianças que confrontam o infinito correndo livremente pela rua. Nos entretantos, entre risos e brincadeiras o beijo aconteceu e das gargalhadas nasceram as lágrimas puras, porque ambos sorriram em silêncio, como neles era tão natural, coisa que só eles sabiam explicar, no entanto era algo que não precisavam de o fazer.
Irmãos de coração, melhores amigos, namorados se tornaram. O sabor cru e diferente de se amarem noutro prisma do amor trazia-lhe uma nova sabedoria, não tão díspar como a de outrora, mas era confuso, bom… 
Ele amava-a perdidamente, ela tornava-se sexy mesmo desarrumada, cheia de borbulhas ou apenas com a camisola dele vestida, mas quando se vestia para sair conseguia ser ainda mais a mulher mais bonita do mundo. Com todos os seus defeitos, feitio casmurro e teimoso, ele era o melhor namorado do mundo, nunca confiara tanto em alguém como nele, sentia-se protegida e amada nos seus abraços.
Como poderia tudo isto mudar? Quando o amor passou a ser demais, a não caber no peito, quando o medo de perder quem se ama agarrava-se à desconfiança. Tinham igualmente medo de se perder mutuamente, discutiam, discordavam, choravam e entrelaçavam-se em abraços, até ao dia em que perceberam que não podiam dar cabo de tudo aquilo que tinham, que a amizade inicial era mais forte que o que mais tarde crescera. 
Seguiram caminhos diferentes mas prometeram jamais criar distância entre eles, quem os amasse um dia mais tarde tinha de respeitar essa amizade que compreendia todo o amor existente na pele e no corpo. Talvez eles não soubessem que estavam destinados um ao outro, o medo de perder é o primeiro passo para a derrota, a vida sempre desvenda algo que está guardado para ser nosso. Por enquanto amavam-se nessa amizade de irmãos porque não é vergonha continuar a ser-se amigo de um ex-namorado, vergonha é apenas lembrar dos maus momentos quando se foi tão feliz.

12
Jul17

[Resenha Literária] Reflexos da lua

Carolina Cruz

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Coloquem na vossa lista este livro para ler: “Reflexos da lua” de Adelaide Miranda.
É um livro intenso, bonito, que nos fala sobre o amor, que nos mostra que todos nós somos merecedores de um romance como nos filmes, mesmo quando não acreditamos que é possível.
A lua é a “personagem principal” e a culpada deste romance tórrido e maravilhoso que nos relata a Adelaide. Porém… ainda que haja amor, há um suspense que nos agarra à história…
O que farias se o teu namorado aprisionasse o teu amor e a tua relação entre quatro paredes, com medo de assumir-te perante a sua empresa, porque tem um cargo importante? 
Há uma grande diferença de idades entre este casal, mas será isso razão para não assumirmos o que sentimos? 
O amor verdadeiro vence todas as barreiras, mas será que o amor é suficiente perante a distância, o medo e o poder económico e social? 
Leiam, que vale mesmo a pena!

11
Jul17

Vamos?

Carolina Cruz

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Não me importa a onde vamos. 
Correremos o mundo juntos. De mãos dadas. Para sempre, de mãos dadas.
Não precisamos de ir muito longe, não precisamos de fazer milhares de quilómetros. Precisamos de sentir a natureza, de amá-la, como ela nos ama com todo o seu esplendor.
Não me importa a onde vamos. Eu só quero partir, tu e eu. Para longe de tudo. Para bem longe do mundo. Ficaremos mesmo no centro, do centro do amor.
Não me importa mais nada se estivermos juntos. Passearemos de mãos dadas o resto da vida. Viajar nos tornará melhores. Não precisamos de gastar um tostão, precisamos de amar o que temos e isso, isso já é tanto. 
Vamos… conhecer, completar (ainda mais) quem somos, vamos aprender, olhando ao redor do mundo. Vamos… conhecer novas culturas, novos lugares, pessoas novas, e ainda assim nos manteremos lado a lado, porque sem ti viajaria na solidão. Contigo, eu faço esta travessia de alma e coração.
Vamos?
 

 

 

 

 
10
Jul17

[O teu olhar] Porto do meu coração

Carolina Cruz

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Porto.
Há muito que não te escrevia. E tu sabes porquê, enamoraste-me na paixão pelo teu rio e deixaste o meu amor por ti morrer. Ainda assim eu não sinto rancor, sinto saudade. Saudade de te dizer "estou aqui" e estar realmente de braços abertos para te receber, porque deste-me o maior encanto de todos, o amor-próprio.
É por isso que mesmo depois de tudo, de tanto tempo, eu ainda consiga gostar de ti da mesma forma e recordar o teu sorriso ao nascer do sol.
Essas tuas pontes são a forma de compreender que existirá sempre uma razão para nos unir, mesmo antes de nos separar.
Porto, desculpa não escrevo só para ti, escrevo para um amor perdido, no entanto decidi em escrever-te.
Foste tu o meu remetente porque foi nos braços dele que me perdi mas foi no teu regaço que me encontrei.
Porto, feito de memórias. Porto feito de razão, porto de abrigo, de amor. Porto do meu coração.

 

 

(Adoro o Porto, a Sara sabe disso. Esta fotografia está maravilhosa, é uma das tantas fantásticas que tira. Já seguem o seu blog "Just Saying"? Tratem disso porque vão adorar!)

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