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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

03
Jan18

Sê, sempre, tu!

Carolina Cruz

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Afasta-te de quem não te faz bem.
Afasta-te de quem não te acrescenta, de quem não te ama.
Afasta-te de lugares a onde não te sintas em paz.
Aproxima-te de quem te dá a mão todos os dias e não te apoquentes com aqueles que não gostam de ti, que te tratam com indiferença ou que rejeitam a tua companhia.
Aprendi ao longo dos anos que não precisamos de deixar de ser quem somos para nos encaixarmos num grupo ou para que alguém goste de nós.
Esquece, só perdes o teu tempo e a tua identidade, porque para quem gosta de ti, os teus defeitos não são importantes, a tua forma de ser é um complemento para quem está ao teu lado.
Nunca mudes quem és por alguém não gostar de ti.
Nunca sejas frio porque alguém te magoou.
Nunca desacredites do amor porque o teu coração quebrou. 
Não, nada disso.
A vida é um ciclo. 
Fases... é isso a vida!
Aprender, crescer, somar...
Nunca reduzir!
Nunca reduzir nos abraços, nas surpresas, no carinho por quem amas, nos momentos felizes.
Nunca te reduzas a quem não és.
Se fores tu, muitos vão querer-te ao seu lado por essa mesma razão, porque mesmo que a vida te tenha sido dura, tu nunca desististe dos teus sonhos, daquilo que sempre ditou a tua alma.
Sê, sempre, tu! 

02
Jan18

[Cinema] Castelo de vidro

Carolina Cruz

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"Castelo de vidro" é um filme baseado no livro com o mesmo título. Conta-nos a história verdadeira da educação e vida da conceituada jornalista do New York Times, Jeannette Walls. 
Não li o livro, mas o facto de este filme estar cinco estrelas, fiquei bastante curiosa em fazê-lo.
Jeannette nasceu numa família dita disfuncional, o pai era alcoólico e a mãe era pintora. Sempre viveram no limite, muitas vezes sem tecto e sem comida. 
Jeannette, a segunda filha da família sempre foi a força do pai, porém várias foram as vezes em que a desilusão e o desespero a motivaram a fugir e a procurar outra vida que não a dos pais. 
O dinheiro faltou e Jeannette mudou de vida, tornou-se uma jornalista de sucesso por mérito próprio e está noiva.
Mas será que conseguirá ela abandonar as suas origens? Cortar relações definitivas com os seus pais e com o seu passado? 
Afinal independentemente de tudo o que somos no presente, da nossa vida, o que nos faz o que somos, na nossa essência, são as nossas raízes, o nosso seio familiar. Será que isso não importa para Jeannette?
Um filme poderoso e encantador, que nos faz pensar, chorar e sorrir também!
Vale a pena ver!

 

 

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