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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

26
Abr16

“O livro que marcou a minha vida”, com The Chocolate

Carolina Cruz

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Há uns meses fui desafiada pelo blog The Chocolate (um doce de blog) para falar sobre o livro que mais me marcou, e não podia ter vindo em melhor altura, pois há já algum tempo que andava para ler “Na Margem do Rio Piedra, eu sentei e chorei” de Paulo Coelho, o livro que marcou a minha vida. O livro que me fez começar a ler desmedidamente e que fez com que me prendesse a este amor pelos livros, a esta paixão mágica que é ler.

 

Este livro de Paulo Coelho marcou-me, porque de certa forma, retrata um pouco da minha forma de levar a vida, de amá-la, de viver com fé, com um olhar bom sobre o mal que por vezes nos pode acontecer.
As suas palavras fazem-me sorrir, parece que conversam comigo, que falam um pouco sobre mim.
Na verdade, fala-nos sobre as pequenas coisas da vida, aquelas que lhe dão sentido: o amor, a luta, a fé em não desistir dos nossos sonhos, no vencer o medo de correr riscos. Porque a vida é isso mesmo, precisamos de viver um dia de cada vez, em harmonia connosco mesmos, com a natureza, com os outros.
Um livro que nos encanta, nos emociona e nos faz abraçar a vida!
Faltam-me as palavras para o definir, por isso deixo-vos um excerto:

 

“É preciso correr riscos, dizia ele. Só percebemos realmente o milagre da vida quando deixamos que o inesperado aconteça. (…) quem presta atenção ao seu dia, descobre o instante mágico. Ele pode estar escondido na altura em que enfiamos a chave na porta, pela manhã, no instante de silêncio logo após o jantar, nas mil e uma coisas que nos parecem iguais.
A felicidade às vezes é uma bênção – mas geralmente é uma conquista.
O instante mágico do dia ajuda-nos a mudar, faz-nos ir em busca de nossos sonhos. Vamos sofrer, vamos ter momentos difíceis, vamos enfrentar muitas desilusões – mas tudo é passageiro, e não deixa marcas. E, no futuro, podemos olhar para trás com orgulho e fé.
Pobre de quem teve medo de correr os riscos. Porque este talvez não se dececione nunca, nem tenha desilusões, nem sofra como aqueles que têm um sonho a seguir.”

 

Leiam, vale (muitíssimo) a pena.

07
Fev16

[Simplicidades da vida] saudade

Carolina Cruz

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Há uma saudade que nos amarra e nos prende, mas é tão bom sentir saudade, é sinal de que o que vivemos nos fez alguém e que nos marcou. 
É bom sentir saudade, sentir que há algo que nos liga ao nosso passado, que nem sempre deve ser esquecido, porque faz parte de nós e da nossa história e se há de facto esse sentimento em nós é porque não devemos esquecer e sim, nos lembrarmos que o que somos também se deve àquele momento que, por alguma razão, queremos voltar a vivê-lo ou apenas recordar por ter sido assim tão bom. Por isso mesmo digo que, viver é também sentir saudades.

25
Jul15

[Simplicidades da vida] Dias longos

Carolina Cruz

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Eu gosto dos dias que parecem não ter fim, quando o sol traz a energia que basta para sorrirmos, para sermos felizes.
Adoro os dias em que a noite demora a chegar e o calor abraça o que a vida tem de melhor, refrescando-nos com a água que parece trazer-nos o mundo numa brincadeira, apenas num momento tão cheio de bons sentimentos e sensações.
Não me canso de ser feliz se o sol estiver comigo, se puder adormecer ao quente, derretendo-me no frio da água que me encanta num jeito simples de se ser feliz e é aí que penso que é preciso tão pouco para sorrir. Vem sol, vem e sorri.

29
Mai15

[Simplicidades da vida] Adormecer em teus braços

Carolina Cruz

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Abraça-me, aquece-me, que tenho frio. Pudesse eu não sair de dentro dos lençóis e da colcha em que me deito e te abraço.
Pudesse eu não ir a lugar algum e ficar assim nos teus braços esquecendo que o mundo e os problemas lá fora existem.
Trocava tudo por mais um minuto em que me deito e adormeço nos teus braços, porque dormir ao lado de alguém significa proteção e confiança. É o que sinto neste lugar em que me aconchego.

 

 

 

 

Fonte da imagem: Tumblr 

10
Abr15

[Simplicidades da vida] Escrever

Carolina Cruz

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Escrever é guardar da vida, o que ela tem de melhor e nesse melhor encontrar tudo o que se levou de algo menos bom, pela qual não baixámos os braços e nos levantámos em direção ao sol.
Escrever é mergulhar na cor do nosso desejo, é beber da vida em goles pequenos e saborear toda a sua sabedoria, que consigo está guardada.
Escrever é não desistir dos sonhos, é envaidecer-nos de culpa e de promessa que o que escrevemos é também para olhar os outros e saber que tudo aquilo que sentimos, eles sentem também.
Quem escreve sempre vive, porque a vida está nas entrelinhas de cada pedaço da nossa história de cada dia em que somos nós próprios, em palavras.

 

Fonte da imagem: Tumblr

 

 

08
Fev15

[Simplicidades da vida] Rom rom.

Carolina Cruz

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É tão bom chegar a casa, cansada, com os pés em ferida e a alma a rebentar e receber um miminho. Daqueles miminhos que não pedem retribuição mas sim, muita ternura.
Num rom rom está a paz de um abraço e num miado, o calor de um pedido simples de amor.
Olho para ele e por ele e penso como é mais racional que muito homem do mundo, mais perspicaz e mais terno... Mais humano que muita gente que pisa o chão, ele sente com o coração.

 

 

 

 

 

 

Fonte da fotografia: http://www.rafalopes.com.br/

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