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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

15
Jul16

[Cinema] 3 filmes sobre a deficiência.

Carolina Cruz

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Beyond Silence

“Beyond Silence” (um filme de 1996) demonstra-nos a importância que existe em ouvirmos o nosso coração e sobretudo não termos vergonha nem pena de nós mesmos.
Este filme conta-nos a história de Lara, filha de pais surdos-mudos, que sempre se mostraram desconfortáveis com as suas limitações, mas sempre apoiados por esta filha que desde cedo aprendera linguagem gestual, comunica com eles, traduz-lhes os programas de televisão e que os incentivava a levar uma vida normal, dentro dos seus possíveis.
O sonho de Lara sempre foi ter uma carreira musical tocando clarinete, sonho esse que os pais de Lara nunca aceitaram da melhor maneira por nunca terem tido o prazer de a poder ouvir, mas podem escutá-la se observarem bem o seu coração e sentirem as vibrações da música que é tocada, pois não é vergonha ver o mundo de forma diferente. É isso que nos desperta e nos faz pensar em “Beyond Silence”, deparamo-nos também sobre tantas curiosidades sobre a audição, a sua importância e ao invés, consequências da falta dela.
Nem sempre precisamos de falar por palavras, pois as coisas verdadeiras sentem-se sem, obrigatoriamente nos expressarmos por palavras, no fundo o mais importante é ouvirmos o nosso coração.

 

 

Soul Surfer – Coragem de viver

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As barreiras são, na maioria das vezes, criadas pela nossa mente, chamando-as de medo, medo de seguir em frente. 
“Soul Surfer – Coragem de viver” mostra exatamente como precisamos de acreditar que somos capazes de fazer o que outrora fizemos, marcando e amando ainda mais. 
Este filme conta-nos a história verídica de Bethany Hamilton, campeã de surf e da coragem, que se viu obrigada a mudar a sua rotina desde que perdeu um braço, mas não mudou nem deixou de realizar a sua grande paixão: surfar. E ainda bem que o fez, pois deixa em nós uma mensagem de nos fazer lutar contra o possível e o impossível, de nos fazer lutar pelo prazer que é estarmos vivos e de nos mostrar que o amor é acima de tudo, a força para conseguirmos. 

 

 

 

Temple Grandin

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Temple Grandin começa o filme por se apresentar: "(...) eu não sou como as outras pessoas. Penso com imagens e conecto-as.", mas miss Grandin não é diferente, ou é porque somos todos diferentes, a sua mente é especial, é muito além do que qualquer mente comum, é interessante, inteligente e sensível. Sim, também sensível ao toque, Templen Grandin tem autismo, diagnosticado aos quatro anos, com um futuro nada promissor, os médicos não davam esperanças que pudesse vir sequer a falar e que o melhor seria o internamento e aí entra a história de todo este filme tremendamente encantador e real. 
A sua mãe com toda a coragem e amor lutou por ela e hoje Temple é doutorada e aprendeu em todas as suas fases da sua vida a evoluir à sua maneira e a conhecer a sabedoria e a amizade. Esta conta que embora os autistas sejam sensíveis ao toque quando se encontram mais agitados eles também necessitam de um abraço e por isso criou um máquina de abraçar com a sua gentil inteligência criativa. 
Vale a pena assistir e conhecer esta mulher que, na realidade completa 66 anos, e é conhecida por grandes palestras e crónicas em grandes magazines. Porque não é o transtorno que nos faz mas sim a nossa luta!

 

 

05
Jul16

[Cinema] A história de Irena Sendler

Carolina Cruz

A história de Irena Sendler.jpg

 

Há pessoas que nascem para fazer o bem e num mundo onde a guerra e a desunião prevalece qualquer bem que se faz é valorizado, mas nem por toda a gente, porque outros há que só plantam o mal.
“A história de Irena Sendler” é uma história verídica da 2ªGuerra Mundial, fala-nos sobre a grande heroína que esta grande mulher foi, ao salvar 2500 crianças judias durante a ocupação alemã na Polónia.
Retrata também que o amor é o que de melhor prevalece, o amor também é uma luta, uma humanidade preciosa que ainda existe mesmo em horas de tanta desumanização.
O filme é uma homenagem a todas as mães, as que por amor abandonam os seus filhos para lhes oferecer um futuro melhor, às mães polacas que mesmo não o sendo, se tornaram as melhores mães do mundo por abraçarem a vida dessas mesmas crianças. E à maior mãe desta história que mesmo não o sendo se tornou a melhor delas todas.
O mundo agradece a Irena Sendler todo o bem que fez.

 

 

 

 

17
Mar16

3 filmes românticos para chorar!

Carolina Cruz

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Bounce

Nós sempre aprendemos com a vida, a ter força, a ser corajosos, a mudar a rotina, a encarar a morte de alguém tão próximo. Aprendemos sobretudo que ninguém entra nas nossas vidas sem (algum) sentido e que nada (mesmo nada) acontece por acaso.
O destino faz parte e as pessoas fazem com que ele aconteça na verdade e na mentira, nos bons e nos maus momentos, deixando (ou não) um pouco de esperança e a imagem daquilo que somos.
Mesmo que custe haverá sempre um caminho em frente, mesmo que se receie, a vida continua. Mesmo que se tenha medo, é necessário lutar para se ser feliz, o medo é sempre necessário, porque “não havendo medo, não é coragem”.

Blue Valentine

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No amor existe sempre o reverso da medalha, esse reverso da medalha pode ser amor em troca, mais amor ainda, ou o contrário, quem não foi magoado pelo amor? Por amar demais?
Por vezes sentimos que o que damos nunca chega ou talvez acabemos por pensar que na verdade fomos longe demais, demos demais.
Há pessoas demasiado egoístas para valorizar o que se sente e elas próprias sentirem.
O mundo será sempre assim, o amor será assim até encontrarmos a pessoa certa, até lá é preferivel a distância de quem nos fez feliz mas nos magoou, um dia a felidade será encontrada de novo noutro coração, o conforto noutro ombro, a confiança noutra palma da mão e a vida partilhada com outra convicção!

Blue Valentine, magoa os corações mais fiéis, os corações que amam, mas pelo que desperta na nossa sensibilidade vale MESMO a pena, um filme lindíssimo!

 

 P.S. I love you

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Ele amou-a sem limites e esse amor foi eterno.
Não se deixa de amar porque sim, tudo tem uma história e um tempo, tudo o que vivemos é inesquecível, tudo o que sentimos tem sempre sabor a sonho ou a pesadelo.
Ele deixou-lhe marcas para a eternidade e esteja ele onde estiver deixar-lhe-á a sua mensagem para sempre: " P.S. I love you "

 

16
Mar16

The art of getting by

Carolina Cruz

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A vida nem sempre é o que queremos, mas por vezes é também o que fazemos dela.
É preciso que sejamos optimistas, mesmo que a vida não passe mesmo disso, da vida e seja só uma ilusão, ou uma passagem. Temos de conquistar os nossos sonhos, amar e fazer valer a pena.
George, logo em criança guardou uma frase consigo que o fez deixar de crer em tudo o que havia em si, em tudo o que havia para fazer ou lutar na vida. 
Não tinha fé em nada e sentia que tudo era passageiro e por isso não valia a pena lutar nem fazer nada, ele apenas desenhava, até aí rejeitava os seus dons. Mas... houve um dia que tudo mudou, o seu mundo mudou... 
George apaixonou-se perdidamente e embora também não o sentisse e não o dissesse, aquele amor era a sede de acreditar em algo. Foi preciso chegar longe, bater fundo, para perceber que algo tinha de mudar e mudou.
O amor é a base da vida, é sempre um ponto de partida para a luta, faz-nos bem ter algo ou alguém que nos faça acreditar em nós mesmos e ele provou que merecia uma segunda oportunidade da vida.


"The Art of Getting By" é uma lição para acreditarmos em não desistir de nada. 
A vida sempre dá a volta e aprendemos com algo ou alguém, que sempre vale a pena.

 

05
Mar16

3 filmes com Bradley Cooper

Carolina Cruz

Acho que não é novidade, ou para alguns seja, que Bradley Cooper é um dos meus atores favoritos, por isso deixo aqui três filmes com o mesmo, que vos aconselho a ver:

Aloha

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“Aloha” é um filme que aborda o amor e como ele nos torna tão lutadores e nos absorve no poder do perdão.
No início pode não ser um filme que nos apegue mas no seu decorrer desejamos que não termine tão cedo porque o suspense e os segredos a pouco e pouco desvendados dão a este filme uma perspetiva mais interessante.
Até onde vamos pelo amor? Até quando esse amor fará parte de nós? Porquê?
O amor faz-nos atuar de forma impensável mas por vezes faz todo o sentido que o façamos e que demos valor.
Vejam e formem a vossa opinião!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sniper Americano

“Sniper Americano” embora não tenha ganho a maioria dos óscares a que foi nomeado em 2015 (apenas venceu o óscar de “melhor edição de som”), é um filme que merece as nomeações feitas. O papel intrigante de Bradley Cooper, na pele de Chris Kyle, merece uma atenção redobrada pois é em torno dele que o filme se desenrola.

sniperamericano-poster.jpgBaseado numa história verídica, o filme descreve a vida do “Sniper Americano” mais conhecido como “Lenda” por salvar tantas vidas, por lutar sem cessar pelo seu país (EUA) no Iraque.
Casado e com dois filhos é nos abraços do seu lar, depois de atravessar uma depressão pós-traumática, que percebe que a melhor batalha que pode ter é a educação dos seus filhos e o amor dos três, que com ele formam a família perfeita.
No entanto a vida e o filme surpreendem-nos. 

Vale a pena ver, pois faz-nos refletir sobre aquilo pelo qual devemos lutar, mais ou menos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pegando fogo

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Mentiria se dissesse que este filme não me atraiu imediatamente pelo trailer, logo eu que sou uma apaixonada pela cozinha e por experimentar coisas novas.
É um filme simples, diferente, um bom filme para um domingo entre as mantinhas.
É uma verdade comer bem é um prazer, saber fazer boa comida é uma arte e maior verdade é que quando somos dotados em algo o mundo a nossa volta inveja-nos, odeia-nos e ao invés ama-nos, precisa de nós.
É exatamente isto que acontece com Adam, um chef conceituado em Paris, que dois após cair no álcool e nas drogas destruindo tudo, volta para provar que não foi esquecido e que o seu dom não esmorece.
Será que conseguirá ele fazer frente a todos aqueles que o querem ver no chão?

“Pegando fogo” incendeia-nos de suspense e adrenalina, inspirando-nos com belas imagens e sabores.

 

 

04
Mar16

Dois grandes filmes portugueses

Carolina Cruz

Um funeral à chuva

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"A imortalidade ganha-se nas relações com os outros"
Não importa a tua carreira, o teu cargo, não importa o que julgam de ti, a tua fama ou o teu dinheiro, o importante são as amizades verdadeiras que constróis.
Amigo é um dom, todas as suas memórias, momentos partilhados com um grande amigo é a dádiva que ele nos dá: a sua amizade...
Por tudo isso será sempre nosso, amigo até aos confins do tempo. Nas lembranças e nos nossos corações permanece vivo, é Eterno!
"Um funeral à chuva" é um filme português com todo o mérito e qualidade.
Repito: Portugal devia dar maior valor à cultural nacional!
Espreitem, não se vão arrepender:

 Os gatos não têm vertigens

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“Os gatos não têm vertigens” é um filme português de António Pedro Vasconcelos.
Confesso que a primeira vez que vi o trailer no cinema não fascinou de todo, mas depois de ver este filme, pude provar como estava redondamente enganada.
O filme conta a história de um rapaz chamado Jó, que à mercê da sua própria ditadura: a família (ou a falta dela) em que cresceu, procura um encosto onde dormir depois de ter sido posto fora da sua própria casa.
Cruza caminho com a velha viúva Rosa que de velha só tem a idade e é neste encontro que ambas as personagens provam que tal como o amor, a amizade não escolhe idades. E a verdadeira amizade baseia-se no respeito e na confiança de que cada um é.
Um encontro e uma amizade que muda tudo, mas sobretudo a forma de Jó encarar e levar a vida. A prova de que o mundo é um lugar melhor se procurarmos afetos e sentimentos verdadeiros e que tudo é mais simples na ponta de uma caneta.
Uma amizade que nos faz rir e chorar, numa história comovente e bonita, com um pingo de esperança a quem assiste a este filme.
Já disse e volto a dizer: vejam cinema português, porque é preciso dar valor ao que também se realiza por cá.
Vejam, vale a pena, é um filme merecedor de todos os prémios conquistados!

 

 

03
Mar16

[Cinema] 2 filmes épicos

Carolina Cruz

Cold Mountain

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Os melhores filmes são aqueles que falam com a nossa alma, que falam de amor, da amizade, do companheirismo e do poder de não desistir.
Conversam connosco sobre a luta e como o caminho dela pode-nos trazer dissabores que têm marca na nossa vida assim como as pessoas, os momentos e como a vida é feita de memórias, de agridoce.
Desejar ter alguém por perto é amar, é sentir que nada está completo, falta um pedacinho importante que volta e fica, alguém de quem amamos vive sempre no nosso coração, fará sempre parte de nós, a cada segundo. Tal como, em cada segundo, te prendes a assistir a "cold mountain", longo mas incansável, interminável mas a cada minuto expressa que quando amamos algo ou alguém, se lutarmos, venceremos!
Sem dúvida, aconselho!
Sem dúvida, dos meus filmes preferidos!

 

Cavalo de Guerra

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 “O Cavalo de Guerra” é um dos filmes épicos mais belos e inspiradores de sempre.
Steven Spielberg relata a história apaixonante e comovente da ligação entre um rapaz e o seu cavalo, uma ligação que nos faz crer (mais ainda) que a amizade dos nossos quatro patas é mais que pura, é genuína, o valor e a emoção de cada encontro mostra que eles nos conhecem e nos amam como ninguém.
Joey, o belíssimo cavalo, torna-se grande e milagroso combatente da Segunda Guerra Mundial, sem nunca esquecer quem lhe ensinou a ser guerreiro.
“O Cavalo de Guerra” surpreende-nos a cada segundo, é fantástico! 

Vale a pena, cria coragem, dá-nos esperança!

 

02
Mar16

3 filmes de Nicholas Sparks

Carolina Cruz

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 A walk to remember

A rapariga dos seus sonhos era diferente de todas as outras, é como a história do velho patinho feio que no fundo tinha tanto de tão belo escondido em si que, quando a conheceu, Landon aprendeu a amar a vida, tanto quanto a amou a ela.
A rapariga dos seus sonhos foi alguém que o mudou, que o fez rumar direito ao futuro, que teve o poder e o prazer de o marcar para sempre. Pois o seu amor foi tudo de bom que o mundo lhe podia dar.
Ele respeitou-a, realizando todos os seus simples sonhos, construindo um sorriso no seu rosto, fazendo-a feliz.
O amor é isto e aquilo que nos faz aprender a amar também a vida, é o que nos mostra aquilo que somos, no melhor que cada um é.
Landon e Jamie conheceram o verdadeiro significado do mais belo sentimento e, por mais curto que tenha sido, ele durará uma vida inteira e, por isso, têm um "amor para recordar".

 The Best of me

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A vida é um presente que nos é oferecido. Aquilo que sentimos, de verdade, nunca se esquece. E, por mais que queiramos afastar quem amamos ou enganar o destino nunca conseguimos sair a ganhar, pois ele sempre arranja uma forma de nos surpreender.
Nicholas Sparks escreve de novo uma história brilhante e diferente de todas as outras. 
Sem esquecer a magia com que trata o amor, entrega-nos a mais uma forte recordação que alguém pode ter: a primeira paixão de uma vida, que atribulada jamais se desgastou, porque o amor nos torna iguais e nada mais importa, aquilo que sentimos é o melhor de nós.
Não vale a pena pensar sobre o que pensam os outros, o amor nos conhece de coração e nos envolve na chama do melhor que podemos ser, eternamente. Porque aquilo que somos quando amamos de verdade, é a nossa essência, jamais se esquece e vive em nós, como se os anos não tivessem passado.
Só se ama verdadeiramente uma vez na vida, o amor na sua forma mais pura. Amanda e Dawson, souberam isso desde o primeiro momento, em que os seus olhos se voltaram a tocar, pois descobriram que nunca se afastaram realmente, pois o sabor do que se sente vive além de tudo… Só o destino pode falar… 

The Longest Ride

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A maior obra-prima da nossa vida é o podermos partilhar todos os momentos bons e maus com alguém. O amor soma-nos, torna-nos melhores e mais capazes de enfrentar qualquer sacrifício, pois para amar é preciso fazermos alguns sacrifícios e ainda assim nos mantermos de pé e de coração aberto.
O amor é o que temos de mais genuíno na nossa vida, os sonhos podem durar minutos, momentos - segundos, mas o amor se for verdadeiro durará uma vida inteira. 
É o que nos conta o filme "The longest ride" que é surpreendente do ínicio ao fim. 
Este filme, história de Nicholas Sparks, interliga dois romances: um antigo (de Ira e Ruth) e um atual (de Luke e Sophia), estes dois romances ligam-se entre si, provando que não podemos deixar que o nosso amor morra se ainda vive e se é a arte do nosso coração.
Claramente é possível que duas pessoas com vidas tão diferentes sigam o mesmo rumo, basta acreditar e lutar por isso, porque se amarmos, então tudo se tornará possível à imagem da nossa alma e da nossa eterna paixão.

 

01
Mar16

[Cinema] As vantagens de ser invisível

Carolina Cruz

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É bom pensar que o nosso passado não é mais que isso, um passado, passou, foi embora. 
E, na verdade, se olharmos bem será sempre assim, importa é nunca fechar os olhos e não recordar todas as mágoas. Embora às vezes, seja preciso. 
Pensa que hoje vais construir um novo eu e vais conhecer sempre alguém que te vai amar sem te perguntar quem foste tu ou, se souber, não questionará o porquê… saberá esperar por ti e pelas tuas palavras… porque talvez também tenha histórias parecidas às tuas e quem sabe o seu passado também a magoe. 
O passado, embora seja uma passagem, faz muito do que somos hoje e o hoje é um presente que darás de ti aos outros, isso é importante, nunca te esqueças, eles irão dar valor e conhecer as tuas fraquezas, conhecer-te-ão melhor que ninguém. 
Eles serão o teu presente, os teus verdadeiros amigos, aqueles que realmente te amam, na sua essência. 
Por vezes sim, é bom ser invisível, mas melhor é teres alguém sob o teu olhar, que sente o teu coração.

 

29
Fev16

# Uma foto por dia: Fevereiro!

Carolina Cruz

E mais um mês terminou... Fevereiro chegou ao fim! Foi um mês variado, cheio de novidades, de boas leituras e bons momentos, podem conferir:

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32/366 - Sou a chef cá de casa
33/366 - Arrumar recordações.
34/366 - A acabar de ler, para rever o filme "Se eu ficar".
35/366 - Cheira a primavera e a leituras ao sol

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36/366 - Mia a apanhar banhos de sol.
37/366 - Porque o vício de ler não tem senãos.
38/366 - Dados viciados.
39/366 - Qualquer mulher tem o seu quê de vaidosa

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40/366 - Cinema, bolo, família e preguiça no feriado de Carnaval.
41/366 - Ler e rever "Chocolate"
42/366 - É tão bom fazer o que se gosta, quando assim é, não há travões para a criatividade. Querem saber quantos textos tenho ainda por publicar no blog?! 
43/366 - 248 textos que ainda tenho em word e papel para partilhar convosco no blog.

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44/366 - Leituras que batem certo com o mês em que estamos.
45/366 - Sou a boneca de fazer penteados preferida da minha mãe.
46/366 - Todos os dias são dias dos namorados, desde que se ame.
47/366 - Uma das minhas outras paixões: animação.

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48/366 - Bom dia, Coimbra :) Bom dia sorrisos! *
49/366 - "Cada dia é um bico de obra"
50/366 - "É sexta-feira yeah"
51/366 - Solinho bom :)

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52/366 - Finalmente pelos vossos lados, podem ter a certeza que nunca vos esqueço.
53/366 - A Mia não está cá, está está!!!
54/366 - 'Bora lá para mais um dia de trabalho!
55/366 - Não há coisa melhor depois de um dia de trabalho.

7.jpg53/366 - Quentinho bom
54/366 - Recarregar energias
55/366 - Bom dia frio
56/366 - Pesado, forte e realista.
57/366 - A minha mais recente aquisição *.*

 

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