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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

20
Jun18

Nos seus olhos

Carolina Cruz

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Olho nos seus olhos e só vejo amor. E quando ele me olha tão ternamente e feliz, eu sorrio cheia de gratidão pela imensidão do que sentimos neste mundo tão pequeno, que parece desacreditar num amor para sempre. Mas eu, com ele, eu posso sonhar, eu acredito nessa eternidade. 
Fecho os olhos e vejo-o meu marido, pai dos meus filhos, a envelhecer a meu lado, a ser avô dos meus netos, a viver a juventude do nosso amor até sermos velhinhos.
Eu sei que é demasiado cliché, há quem possa chamar tudo isto de piroso, mas não importa. Foi com ele que aprendi a ser lamechas e de dia para dia essa lamechice e esse amor aumentam e é tão bom vê-lo crescer connosco, sem nunca esmorecer.
É tão bom viver um sonho acordada, abrir os olhos todos os dias e poder agradecer tudo o que com ele vivo. 
O nosso amor é bom demais e melhor que isso: é verdade!

 

 

________________

Fotografia de "This is Us"

10
Jan18

[Completas-me] Com a Elsa

Carolina Cruz

Olá, sorrisos! 
Vocês ainda se lembram desta rúbrica?!
Pois é, está de volta ao blog, desta vez quem me acompanha na escrita é a minha querida Elsa, que é muito simpática e o seu sorriso é maravilhoso! Ainda não conhecem o blog "As teorias da Elsa"?. Tratem já disso porque o seu blog transmite imensa felicidade e conforto a quem o visita. E é mesmo sobre felicidade que escrevemos (juntas) hoje! Espero que gostem!

 

"Todos os dias faço o mesmo percurso na procura do meu eu. Na busca da perfeição interior. No encontro comigo própria. Encontro a felicidade em cada movimento. Encontro a felicidade no cruzamento com os outros. Num pequeno gesto incalculado, esboço um sorriso. Uma satisfação que me completa... O que me preenche são as pessoas. Os seus passos. Os seus sorrisos. As suas vivências. Os seus ensinamentos. Completo-me de pessoas e guardo atitudes. Existem pessoas que me magoam. Afasto-me. Nego a sua existência. Não me completam. Pego nas experiências que me transmitem e absorvo. Tenho um chip sentimental muito sensível. Choro, grito e odeio, mas tudo passa. Eu quero que passe. Quero que apenas os bons sentimentos fiquem. Empurro o que não me interessa até ao precipício e rio maquiavelicamente quando cai. Quero ser feliz. Sou feliz. Eu só sou o que eu quero. Ninguém manda no meu ser. Eu completo-me. Tu completas-me. Existe outro ser. Uma realidade paralela. Um patamar superior. Quem sou eu? Alguém. O que quero ser eu? Feliz! Com quem? Com a metade que me completa. Quem é? És tu. És tu... Um ser imperfeito que vive na perfeição da minha vida. Que estou eu a dizer? Chama-se procura... Vivo numa eterna procura sem sentido. Sou e serei uma eterna insatisfeita e incompleta. Tenho tudo, sempre tive. O que me falta? Nada."

 

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Por isso não me compreendo, sei o que quero, luto por isso, mas ao mesmo tempo há um medo que surge, é um medo que tem nome: amor. E eu amo-te tanto que tenho receio perder-te no tempo das memórias. Porque esta procura incessante de mim, não existe sem ti, mas tu já não estás do meu lado, partiste e desde que partiste eu continuo a minha vida, mas não da mesma forma que me encontraste naquele tempo, porém esse tempo não passou por mim e eu continuo a querer-te como sempre te quis, podes voltar?
Porque quando digo que não me falta nada, eu acredito que ao faltares-me tu, falta-me o coração que bate, falta a vida, falta tudo e eu ainda digo que não me falta nada. Se eu não me percebo porque irias tu perceber-me?
Apetece-me matar a rotina, os gestos, as formas de vida e procurar a constante certeza que é ter-te nos meus braços. Tu és a minha pessoa preferida e sem ti, tenho tudo, mas não tenho nada.

23
Dez17

És

Carolina Cruz

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És o som que bate no meu coração.
És o ar que respiro.
O meu jogo da razão.
Venci-me pelo tempo, pela desilusão na verdade.
Tornei-me indiferente, não fria, mas descontente com quem se aproximava por mera paixão. Até ao dia em que te olhei nos olhos e sorri. 
Nunca imaginei que houvesse em mim tamanho amor, nunca fui mulher de sonhar com casamentos, com grandes paixões como as histórias do cinema. 
Não que me queira casar contigo, nada disso, sempre fui decidida quanto aos meus planos. 
Amor, família, eternidade, não precisa de papéis, de contratos assinados que provem aquilo que sentimos. Porque o que sentimos revê-se nos nossos olhos a brilhar, na felicidade do nosso sorriso, da nossa pele que se toca, nos lábios que se beijam como se fosse a primeira vez. 
Casar é um sonho para muitos e eu respeito. Porém, o meu sonho é ter-te por perto, é acreditar que será sempre assim, a intimidade e a cumplicidade que se espelha nos nossos olhos a sorrir. 
Não preciso de cartas de amor para mostrar o que sinto, não preciso de presentes para me mostrares o que sentes, preciso que precises de mim, que ames quem sou, que valorizes o que temos, me beijes e que me respeites. 
O amor não precisa de palavras desmedidas ou festejos de celebrar anos juntos, nada disso, somar está nas pequenas coisas do dia-a-dia. Do beijo de bom dia ao aconchego do lar à noite. De um pequeno “amo-te” em gestos de mão dada, de um abraço apertado…

O amor é o sentimento mais simples quando te tenho do meu lado e isso diz tudo, certo?

10
Dez17

Ela

Carolina Cruz

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Ela é leve, desprendida, presa ao que vale realmente a pena. 
Não precisa de muito, precisa apenas de viver... Bem!... E feliz... 
E ela sabe ser feliz com tão pouco. 
Alimenta-se de momentos, de alegrias, de abraçar, abraçar muito, os outros, quem ama, o mundo. 
Precisa de tristezas porque também necessita de chorar, ela não é de ferro, porém apresenta sempre um sorriso, até quando a vida é malvada.
Ela é rebelde qb, porque sabe que a vida é para ser vivida ao minuto, pois passa num segundo. 
É também quanto basta de ansiosa, de teimosa, de arrogante, nessa pressa de aproveitar cada momento ao segundo. Quer tudo o que não seja nada, não quer meios termos, quer confiança, conforto, decisão. 
Queria conhecer todos os lugares da Terra, mas não precisa de grandes viagens, quer sim estar perto de quem ama e por quem ama atravessa o mundo.
Ela só quer uma boa paz de espírito, um bom livro, uma mensagem para toda a vida, para ler mas também para escrever.
Acredita que ainda pode mudar o mundo e por vezes acredita que as palavras despertam sorrisos e são os sorrisos o gesto mais bonito de encantar quem está perto, mesmo estando longe.

04
Out17

Sê.

Carolina Cruz

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Sê autêntico. Sê tu, sem máscaras, sem filtros. Sê para que te sintas bem contigo mesmo.
Dá, sem pedir nada em troca.
Dá(-te) de coração. Porque dar nem sempre significa receber. Dá porque te sentes bem com isso. Dá porque amas, porque queres ver alguém feliz. Não hesites. Faz de coração.
E não esperes nunca que façam o mesmo por ti, podes cair no erro das expectativas e por essa ordem saires magoado.
Não esperes dos outros tudo de bom, tudo o que dás, eles também têm defeitos, os outros também erram, também têm esse direito, tu tens, certo?
Ora por tempo, por indisponibilidade, às vezes magoamos sem dar conta ou atenção, isso não significa que não gostemos de alguém.
Por isso, sê autêntico.
Vive de coração e dá o melhor de ti, a quem tu sentes que vale a pena, porque o que surge, sem expectativas e com surpresa, traz-nos mais felicidade.
Sê, autêntico.
Sê, de coração. 

15
Set17

Que mundo este.

Carolina Cruz

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As mãos pesam-me.
O cansaço aprisiona-me o corpo.
Dizem que escrever é gritar em silêncio, que as palavras são alma em fervor.
Não é justo, não é justo que o mundo esteja virado do avesso.
Este não é um lugar feliz, está a ser tomado por bárbaros, Deus leva os bons.
Onde está Ele nestas pequenas coisas?
Permaneço cética, perdoe-me quem acredita.
Estou em silêncio, medito e sussurro para apenas os meus pensamentos me ouvirem…
Se Ele existisse porque é que leva os que mais gostamos?
Porque morrem inocentes diariamente nas mãos de quem deveria ir para o inferno?
Sento-me e sinto que não está certo.
Quem somos afinal? Quem trazemos connosco? O que levamos de tudo isto?
De que nos vale sermos bons se partir é o nosso destino?
O mundo não é feito para aqueles que fazem o bem.
É para aqueles que a ruindade amplifica, é para aqueles que vivem de futilidades, de intrigas, de morte, de crime.
Lamento viver neste mundo.
Lamento tanto.
Ainda assim creio em fazer a diferença, creio que um simples sorriso muda um pequeno segundo na vida de alguém.
Eu não vou mudar, porque o mundo muda.
Eu não vou virar costas ao outro e à solidariedade se for em vão.
Se for, vira aprendizagem.
O mundo não é feito para aqueles que fazem o bem.
Ainda assim, eu escolho fazê-lo.

14
Set17

[Ficção] Dói.

Carolina Cruz

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Dói-me o corpo todo.
Dói-me olhar-te e não ver mais nada se não o espelho da minha falta de dignidade, do meu rancor, da minha frustração, do meu medo, do meu pesadelo.
Bebo mais um golo de whisky, misturo-lhe vodka pura, que explosão louca, mas não maior que aquela que provocas no meu coração e consequentemente na minha alma, por ferires o meu corpo.
Bato a porta, mas não sei para onde vou, volto a entrar, já nem consigo tomar conta de mim, o que tu fazes tão bem, dizes tu de uma forma tão imperativa.
Controlas este meu corpo como sendo inteiramente teu, magoas, violas, torturas, este corpo que já está mais morto que propriamente vivo, enquanto se mantém nos teus braços.
Assim não quero mais permanecer, eu que não tenho mais confiança em mim, eu que não acredito que sou capaz, que melhores dias virão e que te venham buscar.
Mesmo que o viessem, mesmo que te levassem da minha vida, eu não seria mais a mesma, não conseguiria voltar a ser eu mesma, a mulher linda e confiante de cabelos ruivos que amava tanto a loucura, mesmo sendo sensata.
Agora nada sou além de ti, sou um espelho do que não quero ser. Por isso, por não saber o que faço deste lado, por ter perdido o norte ou tendo morrido ainda que viva, termino com tudo o que dói e à vodka e ao whisky junto milhares de capsulas que me levam à loucura, à overdose e à sensação de alívio. Deixei tudo para encarares, deixei o meu corpo, a minha alma livre e jovem viaja agora para outro lugar.
Não sei se tomei a atitude certa, mas não há volta a dar.
Não sei se tomei a atitude certa, mas sinto-me melhor.
Morri, por tua culpa.
Morri, sem ti.
Morri triste, mas agora estou feliz, em paz.

13
Set17

[Ficção] Obrigada

Carolina Cruz

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Como eu tenho orgulho por te ter escolhido.
O meu marido, o pai dos meus filhos.
Meu bem, convosco sinto que não preciso de mais nada, basta ver-te a olhá-los.
A tua simplicidade torna tudo mais fácil.
Eu sou grata por seres assim, por veres nas pequenas coisas a tua maior felicidade.
Contigo, a nossa vida é um lugar feito de sorrisos, de brincadeiras, de um tão completo e doce amor.
Eles amam-te e eu amo-os por te amar e amo-te por eles te amarem tanto.
Obrigada por seres o pai mais feliz e mais companheiro do mundo.
Uma história ao deitar, cócegas ao acordar, milhares de mimos para nos dar.
És o que qualquer mulher sonha na sua vida.
Somos uma família que não é perfeita, mas que é bonita, por dentro e por fora.
Somos o que sempre sonhei, somos um sonho feliz.
Dizem que devemos agradecer antes que seja tarde demais, por isso…
Obrigada por lutares todos os dias por nós, por nos abraçares, por acreditares que estaremos sempre lá para ti, como tu estarás para nós.
Obrigada.

24
Ago17

Vem, sem demoras!

Carolina Cruz

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Vem, sem demoras. 
A minha alma precisa do teu corpo.
Os meus olhos precisam do teu sorriso.
Pequenas coisas tuas, nossas, que me fazem tão feliz.
Preciso de ti, de nós, simplesmente. Dos nossos corpos expostos na cama, exprimindo tudo o que o coração sente, um desejo, uma conversa boa, bonita, muito mais que isso e não preciso de dizer-te.
Vem almoçar comigo, sujar a barba, falar de boca cheia, fazer-me sorrir.
Chama-me nomes e declara que somos os melhores amigos, vem soltar gargalhadas comigo, vem fazer-me feliz. 
E, para me fazeres feliz, é preciso tão pouco, mas tanto… 
Tanto de ti… um tanto da tua atenção, da tua sabedoria, do teu conforto, do teu amor.
Somente isso, não é pouco, nem muito, mas é tudo.
Vem, traz uma colher, prova este gelado, deixa que o doce te escorregue pela boca, sorri e vem beijar-me com esse sorriso.
Não demores, não demores a chegar, porque é isso que me faz feliz, tu estares, tu existires, de mão dada com a minha, mesmo quando o mundo lá fora teima em virar-se do avesso.
Nos teus olhos, o mundo é feliz, e nos teus olhos... eu tenho mundo!
Vem, sem demoras.

03
Ago17

[Cinema] Juntos para sempre

Carolina Cruz

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“Juntos para sempre” é um filme de uma simplicidade enorme e que nos faz chorar a rir e chorar realmente.
Fala-nos sobre o presente (tempo) e o (melhor) presente que podemos ter na vida: o amor.
Questionamos muitas vezes porque é que os nossos animais de estimação não são eternos. E houve alguém que escreveu e muito bem: porque eles já nascem a saber o que é o amor. Trazem-nos essa mensagem.
Bailey é um cão feliz e ama o seu dono como quem morre por alguém, sacrifica-se, doa-se a cada minuto e faz dele o melhor lugar para o seu lar. O seu colo é o melhor casulo para o seu coração.
Porém Bailey terá de partir, terá de espalhar novas mensagens, experienciar outros lugares, outras peles, outro pêlo, outros amores, outros donos. Mas será que o vai esquecer?
Uma ligação tão forte não se quebrará assim… ou o tempo será mais forte do que esse amor de quem dizemos ser o melhor amigo do Homem?
Só têm uma forma de saber… Ver o filme, um filme doce para juntar toda a família.

 

 

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