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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

29
Jun17

[Cinema] O Herói de Hacksaw Ridge

Carolina Cruz

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Cobarde não é aquele que não aceita as leis, cumprindo os seus ideais. Cobarde é aquele que não vê que certas leis precisam de ser quebradas para nosso bem.
Doss foi um homem tido como cobarde. Tendo o sonho de ser médico, sonho esse que foi adiado por ter de se alistar. Doss aceitou a guerra, mas com um único objetivo – não matar, mas cuidar.
Doss, um homem religioso, jovem, segundo todos os companheiros – enfezado – não aceitou pegar em nenhuma arma para matar. Por isso foi espezinhado, gozado, torturado e espancado e, quando todos pensavam que ele desistiria, Doss permaneceu fiel a si mesmo. Conseguiu desafiar o exército norte-americano e seguir para a Segunda Grande Guerra sem qualquer monição em sua defesa, mas sim como médico.
Em defesa dos outros sempre se manteve predisposto, salvando assim milhares de vidas. E, o outrora cobarde foi glorificado, medalhado e honrado, tornando-se um verdadeiro herói vivo – o Herói de Hacksaw Ridge.
Uma história verídica, que nos faz refletir. Qualquer que seja a nossa religião, acreditemos ou não em Deus, este filme leva-nos a acreditar na arte do bem-fazer e nos corações nobres e poderosos!
Vejam, vale mesmo a pena!

 

 

27
Jun17

[Cinema] Brothers

Carolina Cruz

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Os homens que partem para a guerra, são heróis. Não porque fazem o bem, porque o bem é, neste caso, muito relativo. Mas são heróis porque se sujeitam a morrer pela pátria, pelo seu país, são heróis pela força interior que consomem, que possuem.
No entanto, muitos deles sofrem grandes perdas, tal como as suas famílias. Perdas não significa apenas morte, morremos por dentro quando algo deixa de viver em nós. Neles morre a felicidade, surge a culpa. Vem o medo, a depressão e a desconfiança.
Sam é enviado para o Afeganistão, deixando a sua mulher Grace e as suas duas filhas. Quando é destacado para a guerra, o seu irmão Tommy deixa a prisão. Tommy é odiado pela sua família.
No entanto, tudo muda quando Sam é dado como morto. Tommy, sentindo o peso da responsabilidade, altera a sua forma de viver, prometendo cuidar da mulher e das filhas do seu adorado irmão. É aqui que as questões mais mediáticas deste filme surgem.
Estará Sam realmente morto? O que acontecerá na sua ausência?
O que perdoaríamos após a nossa morte? O que perdoaríamos à nossa mulher, filhas ou irmão? Como regressar? Como viver depois de tudo?
Vejam e tirem todas as dúvidas!

 

 

22
Jan17

[Cinema] Bravetown

Carolina Cruz

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Há marcas de guerra e de saudade que deixam marcas para sempre, há pessoas que não voltam e outras que não conseguem refazer as suas vidas na sua ausência.
Outras há que estão presentes, mas ainda assim sempre ausentes, desejando a cada segundo a ausência ou a indiferença da presença de quem lhes deveria ser tão querido.
Tristezas há em todas as famílias, quanto mais não seja quando se chora a morte de alguém, mas há famílias que nem se deviam chamar como tal.
Toda a história que não se sabe contar é uma ferida aberta no peito, é por isso que custa traduzir por palavras, é uma dor que afinca o peito e traz um aperto na garganta. Nunca se sabe como reagir perante nós mesmos, muito menos com os outros.
Sabe-se bem que o segredo é confiar mas em quem? Um dia alguém surge para mudar essa maneira de ser, para ajudar a transformar essa dor em vitória, e pesadelos em boas formas de aprendizagem, aprendemos a partilhar com alguém a nossa dor e então tudo se torna mais leve, como se de uma dança se tratasse.
A mudança na vida de Josh muda, sem conta (mais tarde, de forma intencional) a vida de quem se cruza no seu caminho, acreditando sempre numa máxima muito conhecida de que “há males que vêm por bem”.
Um drama que levamos de um início ao fim, sempre com motivação!
Um filme com um bom ritmo para um passo de dança no sofá a um domingo à tarde!
Vejam, vale a pena!

 

05
Mar16

3 filmes com Bradley Cooper

Carolina Cruz

Acho que não é novidade, ou para alguns seja, que Bradley Cooper é um dos meus atores favoritos, por isso deixo aqui três filmes com o mesmo, que vos aconselho a ver:

Aloha

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“Aloha” é um filme que aborda o amor e como ele nos torna tão lutadores e nos absorve no poder do perdão.
No início pode não ser um filme que nos apegue mas no seu decorrer desejamos que não termine tão cedo porque o suspense e os segredos a pouco e pouco desvendados dão a este filme uma perspetiva mais interessante.
Até onde vamos pelo amor? Até quando esse amor fará parte de nós? Porquê?
O amor faz-nos atuar de forma impensável mas por vezes faz todo o sentido que o façamos e que demos valor.
Vejam e formem a vossa opinião!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sniper Americano

“Sniper Americano” embora não tenha ganho a maioria dos óscares a que foi nomeado em 2015 (apenas venceu o óscar de “melhor edição de som”), é um filme que merece as nomeações feitas. O papel intrigante de Bradley Cooper, na pele de Chris Kyle, merece uma atenção redobrada pois é em torno dele que o filme se desenrola.

sniperamericano-poster.jpgBaseado numa história verídica, o filme descreve a vida do “Sniper Americano” mais conhecido como “Lenda” por salvar tantas vidas, por lutar sem cessar pelo seu país (EUA) no Iraque.
Casado e com dois filhos é nos abraços do seu lar, depois de atravessar uma depressão pós-traumática, que percebe que a melhor batalha que pode ter é a educação dos seus filhos e o amor dos três, que com ele formam a família perfeita.
No entanto a vida e o filme surpreendem-nos. 

Vale a pena ver, pois faz-nos refletir sobre aquilo pelo qual devemos lutar, mais ou menos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pegando fogo

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Mentiria se dissesse que este filme não me atraiu imediatamente pelo trailer, logo eu que sou uma apaixonada pela cozinha e por experimentar coisas novas.
É um filme simples, diferente, um bom filme para um domingo entre as mantinhas.
É uma verdade comer bem é um prazer, saber fazer boa comida é uma arte e maior verdade é que quando somos dotados em algo o mundo a nossa volta inveja-nos, odeia-nos e ao invés ama-nos, precisa de nós.
É exatamente isto que acontece com Adam, um chef conceituado em Paris, que dois após cair no álcool e nas drogas destruindo tudo, volta para provar que não foi esquecido e que o seu dom não esmorece.
Será que conseguirá ele fazer frente a todos aqueles que o querem ver no chão?

“Pegando fogo” incendeia-nos de suspense e adrenalina, inspirando-nos com belas imagens e sabores.

 

 

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