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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

14
Out18

Um mundo novo espera por ti!

Carolina Cruz

 

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Não sabes onde estás? E onde estás parece que não te encontras?
Rapariga vive intensamente e segue a velha máxima de que “onde não és feliz, não te demores”.
Basta! Basta de implorar amizade onde não a encontras, amor onde só a solidão chega. 
A vida são dois dias e se não podes ser quem és, se não te sentes inteiramente à vontade para seres tu, onde queres que estejas, não fiques. 
Há sempre um lugar no coração de alguém onde possas morar, há sempre um círculo de amigos onde te sintas em casa e um amor inteiro que te irá abraçar.
Não podes é permanecer nesse impasse de te acobardares em ficar onde estás porque simplesmente tens receio de seres criticada. Mas que importa?
Que importa se tu podes ser feliz onde não estás? Se a tua felicidade se encontra fora da tua zona de conforto? Que pelos vistos de conforto não tem muito.
Liberta-te do que te dá peso nos ombros e não paixão. 
Liberta-te antes que seja tarde demais, não olhes para trás e mostra a ti mesma um sorriso.
Anda, miúda, há um mundo lá fora onde podes dançar, onde podes ser tu mesma!
Vamos lá! Sorri, um mundo novo espera por ti!

19
Set18

No teu abraço

Carolina Cruz

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Deixa-me demorar no teu abraço, deixa-me morar dentro dele, deixa-me fazer do teu abraço a minha casa, do teu amor a minha mais bela arte. Com o teu sorriso pintas o meu mundo de forma (tão) mais bonita, que não existe espaço no meu peito para tamanha gratidão.
Demora-te em mim, sorri-me que eu adoro ver-te sorrir, mesmo quando o mundo não quer, quando a vida conspira em deitar-te a baixo… Estou aqui, sorri, sorri-me, abraça-me, que tudo ganha cor.
Sei de cor cada traço teu e cada feito do teu corpo, do teu feitio e mau génio, mau humor, gosto de ti mesmo quando não me sorris, quando choras, quando amuas mas queres por dentro soltar uma gargalhada. 
És tão difícil, tão bonita, tão certa e tão pura, fazes-me ver o mundo de um outro prisma, fazes-me gostar da vida, de viver, aprisionas todos os meus medos e leva-los para longe.
Amo-te e quero amar-te todos os dias da minha vida. 
Abraçar-te até sentir-te tremer de frio porque a pele não aquece mais.
Abraçar-te até os nossos braços não terem mais força para nos apertarmos.
Quero morrer velhinho no teu abraço. Porque nele renasci, vivi, quero lá perder-me e partir.
Abraça-me, não demores, abraça-me já, que o tempo é tão curto.
 

 

21
Jun18

Porquê?

Carolina Cruz

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Porque é que as pessoas não se lembram simplesmente de serem felizes?
Porque é que é mais fácil guardarem raiva que amor? Mais ódio que compaixão?
Porque é que há gente que só gosta de ver os outros sofrer, porquê? 
Porque é que elas pertencem a este mundo?
Não, desta vez não vou baixar os olhos para o chão, desta vez não vou ficar triste, desta vez não vou dizer não a mim mesmo. CHEGA! BASTA!
Porque tenho eu de sofrer nas mãos de alguém?
Não, desta vez não me rebaixam, sou forte o suficiente para mostrar que a diferença de opiniões, de formas de ser, de estar, é o que faz o mundo girar, que não tenho de ter vergonha de ser como sou. Cada ser é um ser especial e essas pessoas que nos maltratam deviam procurar em si essa ficha sentimental, esse lugar mais bonito: o coração. Em vez de nos magoarem, achando-se superiores, achando que tudo tem mais cor porque os meus olhos as vêm brilhar. Cada um brilha à sua maneira, cada um é melhor a fazer diferentes coisas, porque tenho eu de ser subjugado a esta forma de me sentir mal? 
Quando tento que essas pessoas olhem no seu coração, é porque ainda acredito que há algo de bonito nelas, porque sou eu tão inocente? Porque vejo nos olhos de cada um, uma possível história de se ser melhor… É assim que vejo o mundo, estarei errado?

 

 
16
Mai18

Um mundo

Carolina Cruz

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Nas pequenas palavras nasceu um mundo.
No teu sorriso rasgado, no teu abraço tímido, na tua franqueza e no teu “estou aqui”, eu vi o meu futuro.
Ainda me lembro do primeiro olhar coberto de amor, o primeiro beijo com inocência, o primeiro até amanhã coberto de saudade, a primeira mensagem com alma quente de paixão.
Não trago saudades desses momentos, porque o que se construiu em nós pede-nos para viver mais, foi duro, foi bom, repetia, mas agora desejo o presente e que venha o futuro.
Tenho orgulho de olhar-te e dizer-te que éramos pequeninos nessa altura, que nada éramos comparado com o que hoje somos e que o que somos hoje espero amanhã sermos mais, muito mais. Mais amor, mais companheirismo, mais eternidade de cada momento, mais amizade, mais união, mais tempo para nos olharmos, para vivermos um ao lado do outro, com a vivacidade de uma criança que impera em nós, para sempre.

18
Jan18

[ACMA] Mudas o mundo sem saber

Carolina Cruz

Mais uma nova surpresa este ano de 2018: textos mensais com o grupo ACMA.
O tema deste mês é MANEIRAS DE MUDAR O MUNDO.
Espero que gostem:

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E tu mudas o mundo sem saber. 
Mudas em cada sorriso que ofereces, em cada olhar na procura de ser diferente, de fazer a diferença. 
Mudas o mundo sem saber e ao sabê-lo queres mudar ainda mais, queres fazer o bem, queres deixar a marca, queres viver inteiramente e abraçar quem te ama, amando a vida, sem deixar nenhum momento em vão ou em paragem. 
Porém tu não sabes que mudas o mundo nas mais pequenas coisas, nas mais pequenas motivações do dia-a-dia. Pelo menos, mudaste aquilo que sou, a minha forma de ser, o meu ver, o meu viver. 
Acreditar em ti e acreditar que me podes dar o melhor de ti, todo o teu amor, esse mesmo amor que tens pela vida, é arriscar viver e viver para mim sempre foi tão agreste. Mas esse amor, essa tua paixão desmedida ensinou-me tanto não a querer sobreviver apenas, mas a querer apaixonar-me por mais um dia feliz.
E das tuas palavras nasceram as minhas e as minhas irão criar esperança, crença, força e sem saber não mudaste apenas a minha vida, mas o mundo que nos rodeia.
É nas pequenas coisas, nos pequenos detalhes de amor que fazemos a diferença, se todas as pessoas que habitam este planeta amassem, acredito que tudo mudaria. 
O amor move o mundo. O teu amor move o meu.

 

 
 
 
 
Sobre o projeto A Cultura Mora Aqui
 

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Criado pela Ju, do blog Cor Sem Fim, o projeto A Cultura Mora Aqui - ou ACMA, para abreviar - tenciona, tal como tenho vindo a referir nos meses anteriores, trazer a cultura de volta à internet com temas mensais ou bimestrais. Para participarem, só têm de enviar um e-mail com os vossos dados para acma.cultura@gmail.com - aproveito para repetir que não vamos falar sobre outfits, maquilhagem, moda, etc, e que qualquer um de vós pode participar, não sendo obrigatório fazê-lo todos os meses. Para não perderem nenhum post, já podem seguir a página do ACMA no facebook e a Revista.

29
Dez17

O mundo é um lugar bom

Carolina Cruz

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Por favor, olha para ti, levanta a tua cabeça, olha para mim então...
Não te menosprezes por achares que amas demais, não te aches ridícula... 
Nunca ninguém ama demais, apenas sente com o coração e sentir com o coração é viver inteiramente.
Não chores por alguém não te ter dado amor, ridícula é essa pessoa que não sente, ela é que devia chorar, mas pelo que me contaste não está preocupada em ter sentimentos... Por isso, aproxima-te de ti mesma e afasta-te desse alguém que simplesmente não te quer. 
Por favor, não chores. És tão bonita, por dentro e por fora. 
A vida haverá de te sorrir, o amor virá para te fazer sonhar. 
Não te lamentes por quem não merece, seja quem for não merece encontrar-te com lágrimas a correrem pelo teu rosto de seda. 
Tu és tu, um ser especial, e amar é uma definição tão própria e tão boa, que não deverias sofrer por isso e manter na tua vida quem te quer realmente. Tu não és para qualquer um, entende isso. Nem toda a gente te entende como tu pareces entenderes os outros. 
É por isso que te digo, sorri em vez de chorares. Porque o mundo, o mundo é um lugar bom por existires. 

06
Nov17

Um mundo diferente

Carolina Cruz

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Olho o rosto da pobre menina que não brinca. Inquieta-se sem saber porquê. Dói-me vê-la, sem saber chorar, repugnada ao olhar indiferente por ser diferente. 
Não devia ser assim pois não? A diferença devia ser encarada como algo tão natural como nascer e morrer.
Olha para mim. Eu não sou igual a ti, pois não? Eu sou diferente de ti. Sou diferente e gosto de sê-lo.
Se fôssemos iguais tu não aprenderias comigo, eu não aprenderia contigo, não nos completávamos, seríamos somente isso: iguais. E deixa-me que te diga que seria uma seca. 
Era uma seca se por ventura o mundo fosse todo igual. E se pensássemos todos da mesma forma? Se agissemos todos da mesma maneira? O mundo seria o caos. 
Não é a diferença que é o caos, é a indiferença do teu olhar, que julga a diferença com estranheza, que repugna e discrimina. 
Aquela criança, que vês, no recreio sentada, não é mais nem menos que as outras crianças, é diferente sim, todas o são. Ensina a tua criança a encará-la como igual a todos os colegas, eles fazem escolhas que diferem, não gostam das mesmas coisas. A Catarina não gosta de falar. A Catarina, a menina ali sentada, há-de gostar dos mesmos desenhos animados que as outras crianças, mas comenta-os para si, brinca consigo, porque o seu pensar é diferente, o pensar e o agir, mas isso não define quem ela é. 
A Catarina, a menina que vês naquele canto, tem nome, vai buscá-la, sorri-lhe. Essa menina que vês, também sonha, também gosta de se vestir de azul e olhar o céu, gosta da sua mãe e do pai, mas não gosta que os pais dos outros meninos a olhem porque dizem ser diferente. Ela implora, no seu olhar, para a incluíres, e isso é tão simples. Começa na aceitação, começa aí na tua mente. Porque o mundo todo ele é diferente, por isso aceita e sê consciente, tudo será mais feliz e meninos como a Catarina também.

18
Set17

[Resenha literária] Tudo, tudo... e nós

Carolina Cruz

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“Tudo, tudo e nós” é um livro simples, mas tremendamente “encantador e poético” como definiu o The New York Times. 
Quando digo simples, quero dizer de fácil leitura. 
A sua leitura fácil caracteriza-se pelas descrições maravilhosas, inocentes e inteligentes
de Maddy, uma rapariga que vive isolada do mundo, por estar doente e que tratada pela mãe, que faz tudo por ela.
Porém, o seu pequeno mundo muda quando Olly, o novo vizinho aparece na sua vida e é impossível que Maddy não se apaixone. 
O que fará ela pelo seu primeiro amor?
Como seriamos nós se vivêssemos fechados numa bolha? Sem conhecermos o que nos rodeia? Viver no meio dos livros é bom, amar a nossa mãe também, mas nós também precisamos de conhecer novos rostos, fazer novos amigos, novas aventuras, será que a doença de Maddy o permite? 
“Tudo, tudo e nós” é um livro tremendamente mágico, que nos fala sobre o amor. Esse amor que nos move, que comanda as nossas ações, “o amor mata”, “o amor enlouquece”, mas à conclusão que chegamos com este livro e com a vida, é que independemente de como a vida nos seja oferecida é, ainda assim, bom amar!
E eu amei este livro!

 

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16
Set17

[O teu olhar] Deixa-me ser o teu jardim

Carolina Cruz

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Minha flor deixa-me ser o teu jardim, a tua primavera, o teu sol.
Nunca hei-de aprisionar-te ou colher-te, sei que o mundo pode ser cruel e eu quero proteger-te, mas sem controlo demasiado.
Vou conquistar-te e demorar-me nessa conquista, vou cativar-te como o Principezinho fez com a sua rosa. Concedes-me assim tamanho tesouro? O da tua amizade? 
Minha flor, a amizade é o nosso amor mais delicado,é o sentimento mais precioso da vida, é a base de tudo, sem amigos nada somos, nem uma verdadeira relação amorosa poderemos viver.
Por isso, peço-te que aceites, ninguém pode ter ou ser um amigo se não estiver disponível para dar o melhor de si, não se pode ser pela metade. Se se é amigo, tem de se ser complemente. Não há meias laranjas, não gosto de nada que não seja por inteiro.
A amizade sem compromisso, sem reciprocidade, é uma flor que murcha e eu quero que o mundo floresça, seja feliz. 
Quero-te do meu lado, mas se me concederes esse gosto, esse prazer que é tão simples, que é o de gostarmos de alguém.

 

Fotografia de Ana Ribeiro do blog "EscreViver", autora do seu mais recente livro "Ao Teu Lado

15
Set17

Que mundo este.

Carolina Cruz

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As mãos pesam-me.
O cansaço aprisiona-me o corpo.
Dizem que escrever é gritar em silêncio, que as palavras são alma em fervor.
Não é justo, não é justo que o mundo esteja virado do avesso.
Este não é um lugar feliz, está a ser tomado por bárbaros, Deus leva os bons.
Onde está Ele nestas pequenas coisas?
Permaneço cética, perdoe-me quem acredita.
Estou em silêncio, medito e sussurro para apenas os meus pensamentos me ouvirem…
Se Ele existisse porque é que leva os que mais gostamos?
Porque morrem inocentes diariamente nas mãos de quem deveria ir para o inferno?
Sento-me e sinto que não está certo.
Quem somos afinal? Quem trazemos connosco? O que levamos de tudo isto?
De que nos vale sermos bons se partir é o nosso destino?
O mundo não é feito para aqueles que fazem o bem.
É para aqueles que a ruindade amplifica, é para aqueles que vivem de futilidades, de intrigas, de morte, de crime.
Lamento viver neste mundo.
Lamento tanto.
Ainda assim creio em fazer a diferença, creio que um simples sorriso muda um pequeno segundo na vida de alguém.
Eu não vou mudar, porque o mundo muda.
Eu não vou virar costas ao outro e à solidariedade se for em vão.
Se for, vira aprendizagem.
O mundo não é feito para aqueles que fazem o bem.
Ainda assim, eu escolho fazê-lo.

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