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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

30
Abr18

[Por aí] "Casa", de Carolina Deslandes

Carolina Cruz

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Uma "Casa" onde nos sentimos verdadeiramente em casa. Em Portugal. Com a nossa tão bonita língua. 
Uma "Casa" onde nos emocionamos com cada palavra escrita por Carolina Deslandes, que se nota inteiramente vir do seu grande coração. 
Desde o primeiro instante que fiquei rendida a este disco, as letras são doces e tocam-nos, ficam no ouvido, Carolina parece falar de nós, connosco, enquanto fala genuínamente do que é, também, a sua essência.
Este albúm é uma verdadeira homenagem viva à vida de Carolina Deslandes, onde a cantora interpreta o seu dia-a-dia, o seu amor, a sua família, a sua saudade... fala-nos também de inocência, de desamor, de casamentos, de amizades, fala-nos ao coração com imensa doçura que lhe é tão característica!
Este albúm foi produzido pelo seu marido, o talentoso compositor e produtor Diogo Clemente. Entre as músicas mais conhecidas encontra-se o verdadeiro sucesso "A vida toda" e, "Avião de Papel" em dueto com Rui Veloso; contando ainda com outros duetos, com António Zambujo ("A coisa mais bonita") e Maro ("Não me deixes").
Está fabuloso!
Se, tal como eu, são  fãs da música portuguesa então será um verdadeiro erro não ouvirem este novo disco de Carolina Deslandes porque vão adorar!

Eu aconselho, vivamente! 

 

28
Jan18

[Por aí] Os Quatro e Meia e convidados no Convento de S. Francisco

Carolina Cruz

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[Fotografia de Paulo Bico]

 

Bilhetes comprados há já tanto tempo para a primeira data (dia 26 de janeiro), mais duas datas extra e três salas esgotadas com mérito merecido!
Finalmente chegou o tão esperado dia de ver ao vivo esta malta que tanto admiro: Os Quatro e Meia. 
Descrevem-se como "A música portuguesa com uma nova roupagem" e eu não podia estar mais de acordo. 
Simplicidade, talento e alegria é o que os definem. 
Uma banda coimbrense que começou com uma brincadeira e que brincadeira tão bem conseguida, como disse João Gil: "Coimbra está muito bem representada". Sim! A minha maravilhosa Coimbra está, de facto, maravilhosamente bem representada.
Se eu já tinha orgulho e admiração por esta excelente música, na passada sexta-feira, dia 26, tive a prova mais que provada de que esta malta faz isto de alma e coração e de forma inexplicável!
A sonoridade dos instrumentos, a qualidade vocal dos elementos, o talento mais uma vez inquestionável e a simpatia e piadas que nos presentearam naquele que foi um serão maravilhoso, deixou-nos (pelo menos a mim) a fazer "chorinho" por mais!
Em palco fizeram-se acompanhar por convidados igualmente de excelência: João Gil, Miguel Araújo, João Só e Tiago Nacarato. 
Foi brilhante, ter estes músicos em palco num só dia!
Como se aguenta um momento destes sem deixar marcas para sempre e um desejo de querer mais? 
Têm um "sim para regressar" porque quando assim for, eu lá estarei!
Como dizia um cartaz na plateia "com música desta somos felizes" e é verdade!
Obrigada por nos presenciarem com o vosso talento!

 

Quem não conhece "Os Quatro e Meia", tratem já disso:

 

27
Nov17

[Por aí] Ricardo Araújo Pereira - Conversa sobre assuntos (Lousã)

Carolina Cruz

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Ricardo Araújo Pereira, um ser dotado de uma tamanha inteligência e por quem eu sempre tive um grande apreço, teve a brilhante ideia e o gesto de louvar em ajudar as vítimas dos incêndios que assolaram o nosso país este ano. 
Sei que a publicação de hoje poderá não ser das melhores que leram ou que lerão no blog, pelo simples facto de me faltarem as palavras perante tamanho gesto este que eu tive o privilégio de assistir e de ajudar. 

Ontem, dia 26 de novembro, de uma série de oito espetáculos de solidariedade da autoria deste grande senhor intitulados "Conversa sobre assuntos", realizou-se uma - na minha terra - Lousã, infelizmente também assolada pelos incêndios de 15 de outubro. 

Ricardo Araújo Pereira entrou na sala carregado de simplicidade, para conversar com o público. 
"Conversa sobre assuntos" é exatamente o que o próprio nome do espetáculo afirma, conversar com as pessoas, de forma intimista, sendo elas a lançarem os temas através de perguntas. 
Abordando temas como o Benfica (é claro), o Sócrates, incendiários, política, gato fedorento e histórias pessoais, as gargalhadas eram constante.
Duas horas maravilhosamente bem passadas, num espetáculo de rir e chorar por mais (porque não me importaria de ficar ali mais tempo) onde denotei como sempre uma grande veia artística para o humor, e sobretudo com inteligência e humildade. 

A seriedade por trás deste humor, a seriedade por trás das piadas, do sorriso e do próprio riso, foi o que mais me comoveu. 
Ricardo terminou a sessão a agradecer ao público por se ter disponibilizado a estar presente, por ajudar com 10 euros (preço do bilhete).
Nós é que agradecemos. Nós é que louvamos a atitude de chegar, estar e trazer estes bons momentos de livre e espontânea vontade, sem cachês, sem pedir nada em troca, tudo em nome da solidariedade e da ajuda aos que perderam tudo.


Obrigada Ricardo!

 

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P.S. Ainda trouxe para casa um livro da Mixórdia de temáticas, tendo em conta que a editora "Tinta da China" também se quis associar à causa e assim oferecer livros. Muito obrigada também!

 

24
Set17

[Por aí] Alexander Search

Carolina Cruz

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Já não é novidade que sou fã da inteligência, da genialidade e competência musical de Salvador Sobral, uma pessoa com uma qualidade tamanha à qual Portugal não estava habituado, e o mais incrível é que não caminha sozinho nesta arte, traz sempre consigo (acompanham-se mutuamente) outro génio musical: o Júlio Resende, da qual também me tornei fã. 
Alexander Search, é o seu projeto mais recente e ainda não tinha falado dele convosco. 
É um projeto musical que a mim, amante de música e da literatura, me enche as medidas. E porquê?
Tudo começou com a leitura de um livro de poesia inglesa do poeta Fernando Pessoa. O leitor e criador desta banda é Júlio Resende.
A banda tem uma característica muito própria, cada membro tem um nome que é um heterónimo do poeta.
Enquanto Resende é "Alexander Search" (um pescador de Province Town), Salvador Sobral veste a pele de Benjamin Cymbra, uma personagem que é totalmente o contrário da sua personalidade, o que se torna um desafio maravilhoso, como diz o próprio.
Os outros membros da banda também foram dados heterónimos e sua caracterização: Sgt. William Byng (André Nascimento), Mr. Tagus (Joel Silva) e Marvell K. (Daniel Neto).
O disco foi lançado em maio deste ano e a estreia ao vivo foi no SuperBock Super Rock, a 13 de julho. 
É assim que eles se definem:

 

«Alexander Search é uma banda de língua inglesa que cresceu na África do Sul, mas que está radicada na Europa, mais concretamente Portugal, "paraíso à beira mar plantado" como dizia o seu maior poeta, Fernando Pessoa. A sua música mistura influências da indie-pop, música electrónica e rock. As letras foram escritas maioritariamente por Alexander Search, membro da banda que morreu tragicamente ainda jovem, mas que granjeia o respeito e admiração dos seus pares como "the greatest conquerer of the beauty of words", o maior conquistador da beleza das palavras.
Augustus Search é o compositor de serviço da banda, toca piano e sintetizadores e faz a direcção musical. Benjamin Cymbra é um cantor extraordinário e traz na sua voz a garra rock n'roll do passado e as angústias e esperanças do presente. O futuro "é a possibilidade de tudo", dizia também Pessoa.
Sgt. William Byng comanda a vertente computacional e electrónica. Marvel K. tem uma guitarrada cortante e espacial. E Mr. Tagus, ex-baterista de jazz, ainda tem na música e 'groove' de África uma das suas maiores riquezas.
Alexander Search é uma banda que gosta de ousar, impaciente, à procura, sempre à procura, da quintessência. Nunca o conseguiu. Este é o disco de mais uma tentativa falhada.»

 

Fico grata ao Júlio, sobretudo, e aos que caminham com ele, por conseguir criar cultura musical e única como esta e nos dar o prazer de poder ouvi-la e fazer parte dela.

Vamos ouvir um pouco?

 

 

03
Set17

[Por aí] "Há pesadelos que nos fazem acordar"

Carolina Cruz

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Hoje o "Por aí" apresenta-vos "Há pesadelos que nos fazem acordar", o livro de estreia de Joana Veríssimo. 
Foi através do seu antigo blog "Upside Down" (no qual cheguei a participar como parceira) que conheci a Joana e estou muito grata por isso, é uma rapariga bastante simpática e o seu dom para a escrita é bastante vísivel. 
Este ano irá dar um passo importante neste que é um sonho a ser concretizado, no qual me identifico, editando assim o seu primeiro livro.

Diz a Joana que "Há pesadelos que nos fazem acordar" é um livro que reúne um conjunto de textos que foi escrevendo ao longo de alguns meses e que dividiu em cinco capítulos distintos para que, dessa forma, quem lê consiga perceber o seguimento dos mesmos. É um livro escrito com o coração nas pontas dos dedos, totalmente sobre ela e sobre aquilo que foi sentindo nos vários momentos da escrita.

Adoro a escrita da Joana e estou super ansiosa que este livro chegue às minhas mãos e às vossas, porque tenho a certeza de que será fantástico e nos fará pensar, pois as citações, com que ela nos tem presenciado na sua página de autora, são fantásticas.
Vou partilhar algumas delas convosco, espero que gostem!

 

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25
Ago17

[Por aí] Miguel Araújo na Visão

Carolina Cruz

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Já não é recente a minha admiração por este senhor e quem segue o meu blog sabe-o, é impossível esconder, pois é, na minha opinião, um dos maiores génios da música portuguesa do momento.
Tal como a minha admiração, a sua estreia como colunista na Visão também não é recente. Ainda assim, tinha de fazer este post para dar a conhecer aos mais distraídos este (não novo) dote para a escrita deste homem dos sete ofícios. 
Miguel Araújo após a saída de "Os Azeitonas" (final de 2016), agarrou novos desafios este ano de 2017, começando em Janeiro a escrever para a consagrada Revista "Visão", estreando-se com a crónica intitulada "Pop de trás para a frente lê-se na mesma Pop"
Vários temas são abordados pelo artista, desde a música, a temas mais pessoais como a sua origem, o Porto, famíliacolegas. Falando também de situações diárias do mundo e opiniões próprias e muito pertinentes.
Sem entrar demasiado em pormenor na sua vida pessoal, Miguel dá-se a conhecer um pouco mais. 
Usando uma simplicidade que lhe é tão característica, tem uma escrita atrativa, mas desengane-se quem ache que as suas palavras são simples demais. Nada disso! Leiam todos as hiperligações que fiz!
Araújo tem o dom de contar histórias, como é claramente visivel nas suas músicas e, agora, nas suas publicações de opinião.
Este dom a que me refiro vai muito além do bonito ou do simples facto de escrever. Miguel tem um toque literário especial, palavras maravilhosamente bem escritas e pensamentos tão geniais e tão claros e igualmente complexos, que nos perguntamos (pelo menos eu!) - "como nunca pensei nisto?". 

Espero que seja uma crónica para manter por muitos e longos anos, porque é com grande agrado que a leio e que com com bastante orgulho vos falo dela!

08
Jul17

[Por aí] Salvador Sobral no Convento de S. Francisco

Carolina Cruz

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Salvador Sobral tem uma voz inquietante e um talento inquestionável.
Sobral é uma alma revolucionária e isso tem vindo a fazer dele um alvo de críticas positivas e menos positivas.
Creio que Salvador está mais importado em viver aquilo que mais ama fazer, do que agradar a todos. É verdade que ninguém consegue fazê-lo, porque teria uma figura pública de consegui-lo?
Não se considerando uma, Salvador vive com intensidade a música e isso é visível, ele diverte-se à brava com o que faz e isso, na minha humilde opinião, é o mais importante. Afastando-se das máquinas tecnológicas e pedindo ao público para em vez de usá-las, usufruir do seu trabalho e do puro jazz, leva esse mesmo público a apaixonar-se por cada nota musical que, de outra forma, talvez não tivesse tanta atenção.
Com piadas próprias que não são do gosto de toda a gente, Salvador troca tudo o que pode ser mau na sua vida pela coragem de rir e que coragem é preciso ter!
Mas como esta publicação não é para falar do seu coração que sabemos que é fraco digo metaforicamente, mas de forma verdadeira, que é poderosamente forte no que toca à música.
A música é a sua força e isso torna tudo transcende, mágico, inexplicável, ouvir Salvador Sobral ao vivo é como entrar noutra dimensão, é um explodir de sentimentos, apertar o peito, respirar fundo, agradecer e querer mais e mais.
Salvador Sobral faz-se acompanhar por uma banda incrivelmente talentosa, composta por Júlio Resende (piano), André Rosinha (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). Uma equipa unida, uma família que faz de quem os vê e escuta um grupo de amigos, como se estivéssemos em sua casa ou num bar bem simpático e acolhedor.
Humildemente Sobral sai muitas vezes para a penumbra para deixar os seus colegas brilharem, como se também ele se colocasse na plateia. O orgulho que ele tem em quem o acompanha é enorme e visível.
Um pianista que é um talento incrível, um contrabaixo doce e uma bateria tocante, uma voz arrepiante que brincam seriamente com o verdadeiro jazz. Aqui, há música pura, sem rodeios, sem questões, sem arranjos.19970629_1614215851923247_765967326_n.jpg
Merecem salas esgotadas, merecem aplausos, merecem sucesso e quando falo em sucesso, falo do intemporal, do que marca para sempre, não do momentâneo, porque o que se faz não é apenas com o corpo, é com tudo, porque como diz uma das novas músicas do cantor e que tão bem o define: “No corpo e na alma estava o coração”, o mesmo coração que bate inteiramente por esta arte.

Tive o prazer de presenciar tudo isto, no passado dia 6 de julho, em Coimbra, no Convento de S. Francisco e agradeço por isso.

 

 

14
Mai17

[Por aí] Obrigada manos Sobral!

Carolina Cruz

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Ainda não estou em mim.
Afinal a verdadeira cultura musical acabou por vencer de forma justa.
Numa sociedade em que a música pop fabricada é a mais valorizada, entre corpos nus e bem feitos, barulho, brilho e luzes, a simplicidade venceu!
Depois de ser criticado, julgado como esquisito e diferente, tendo muitos dito que não era música para festival, Salvador sagrou-se vencedor.
Venceu a simplicidade, a cultura, "a música feita para sentir". 
Uma verdadeira chapada de luva branca!
Tenho muito orgulho neste final feliz que pode ser o começo de uma mudança de consciência musical e tenho orgulho também em poder dizer que desde o início que acredito que esta música nos colocaria na melhor posição de Portugal na Eurovisão e... aqui está a prova, vencemos! 
Obrigada Salvador, obrigada Luísa, por esta forma genuína de ser e de fazer música, com um talento sem fim! 
Obrigada por nessa forma simples nos mostrarem que o amor ainda move o mundo e que a música nacional e de qualidade tem um valor infinito. Por nos mostrarem também que é possível sonhar e, mais que isso, concretizar os nossos sonhos! 

Muitos parabéns!

 

 

06
Mai17

[Por aí] Commedia a La Carte Circus, no TAGV, Coimbra

Carolina Cruz

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Quem me segue pelo instagram reparou que ontem foi dia de Commedia a La Carte Circus, no Teatro Académica Gil Vicente, em Coimbra!
Foi a primeira vez que vi um espectáculo dos Commedia e tenho-vos a dizer que é de rir e chorar por mais e mais e mais. 
E porquê? Porque além de ser (muito) divertido, este grupo de comediantes composto por César Mourão, Carlos M. Cunha e Ricardo Peres, que conta já com 16 anos (quase 17!), baseia-se no público e nas suas escolhas para realizar cada um dos seus espectáculos. Sendo, então, à base deste tipo de improvisação e contacto com a plateia, nenhum espectáculo será igual ao outro. 
Várias são as performances e as improvisões que estes "três palhaços deste circo" fazem, mas posso garantir que todas elas são de morrer a rir, desde passar uma história de vida de uma pessoa que suba ao palco para um musical dos anos 40, como inventar histórias e improvisar frases escritas pelo público, profissões alternadas, enfim, gargalhadas confirmadas!
Quem comprar um bilhete para os Commedia a La Carte pela primeira vez e não souber para o que vai, garanto: rir é viciante e vão querer mais!
Foi um óptimo serão e se ainda não tiveram oportunidade de conhecer este trabalho, não perca tempo!
Eles vão andar por aí a espalhar a sua magia, confiram a agenda na página de facebook oficial.

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Bom fim-de-semana! :)

04
Mar17

[Por aí] Talasnal

Carolina Cruz

Quem me conhece sabe que tenho orgulho de dizer que sou da Lousã.
Nem sempre foi muito falada, houve anos que, creio que, era um pouco desconhecida. No entanto,  nos últimos anos, tem vindo a receber um conceituado conhecimento e quem a visita fica claramente rendido.
O que tem vindo a destacar a Lousã não é somente a sua simpática forma de receber, mas também o seu património natural e as mais belas aldeias de Xisto.
A Natureza que a abrange, o ar puro da serra, os caminhos pedestres, são uma verdadeira aventura para os amantes de corrida, trail, caminhadas, passeios.
O Talasnal é uma das aldeias de Xisto da vila da Lousã e é tão encantadora que é impossível ficar-lhe indiferente.
Ao chegar ao Talasnal pode-se parar para beber um copo, beber um licor caseiro, com vários sabores à escolha, e ainda provar os famosos talasnicos. Nas fotografias destaco a taberna “O Curral” e a famosa “Ti Lena”, lugares onde a paragem é obrigatória.
O Talasnal é uma aldeia de Xisto tão encantadora que foi, recentemente, palco de gravações da série “Mata Hari”, transmitida na SIC.


Querem conhecer melhor este lugar? Visitem a Lousã, tenho a certeza que vão adorar!

 

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