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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

21
Mai18

Histórias que não quero esquecer!

Carolina Cruz

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Luzes na memória a brilhar. O meu sorriso e o meu tempo. O teu sorriso e o nosso tempo. 
A dor que amainou, o sonho que cresceu, o sol que mesmo sem raiar, apareceu. 
Obrigada ao mundo por existires, obrigada ao destino por te conhecer e obrigada à vida por te pertencer. 
Foi amizade à primeira vista, foram gargalhadas infinitas e uma cumplicidade sem fim. Como posso um dia querer perder-te? Jamais!
É verdadeiro o que sinto, tão verdadeiro que nem sei explicar. Quero que este sentimento nos abrace até ao fim dos nossos dias. Quero que me vejas no altar, quero ver-te feliz, quero que brinques com os meus filhos, quero apoiar-te na dor, quero que me dês na cabeça quando pensar em desistir dos meus sonhos, quero que empurres comigo as minhas pernas quando elas não puderem mais e ainda assim dancemos e agradeceremos a nossa velhice.
É amor isto que nos une, não é? A amizade é a constante primavera da vida, que não nos deixa esmorecer. Obrigada por seres tu, por estares aí, obrigada por dares tempo sem contratempos, sem cobranças desmedidas, por aceitares que o tempo nem sempre nos abraça, mas que nos abraçamos sempre como a primeira vez, como se a distância não tivesse passado, como se muitos meses não tivessem passado até ao nosso encontro. 
Luzes na memória a brilhar. Momentos que construímos para sempre, para ficar na história e histórias que não quero jamais esquecer!

05
Fev18

Amigo!

Carolina Cruz

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Um amigo é um pequeno super-herói.
Faz-nos felizes, cura as nossas dores e respeita o nosso silêncio a seu lado e abraça-nos com o coração. 
Um amigo é um porto de abrigo seguro, que mesmo longe, se torna perto, na forma mais bonita de se amar. 
Um amigo fica quando todas as paixões vão embora e quando todas as desilusões chegam. Por isso digo que um bom amigo é um verdadeiro herói.
Se dói, está lá, cura. Se é vitória, está lá para nos apoiar como esteve nas dores do corpo, da mente e da alma.
Sente orgulho se dás o melhor de ti e esse melhor de ti é o melhor dele também. 
É esse amor que sentem um pelo outro, porque amizade é mais que amor, e assim sendo não há distância que separe um grande sentir. 
A amizade está à distância de um abraço para toda a vida. Se for verdadeira não haverá distância e sim, durará pela eternidade. 
Abraças-me amigo?!

29
Jan18

[Resenha Literária] "Há pesadelos que nos fazem acordar" de Joana Veríssimo

Carolina Cruz

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"Há pesadelos que nos fazem acordar" é o primeiro livro (de muitos, espero!) de Joana Veríssimo.
Quem segue a Joana sabe que a sua escrita é de uma simplicidade mágica e poética, logo este livro não é excepção!
A Joana fala-nos sobre sentimentos que todos nós presenciamos diaramente, a perda, o amor, o desamor, pedras no caminho. É nesta simplicidade deste viver tão intenso que cabe a minha admiração pela escrita da Joana. Lê-la é dar sentido a cada pedacinho maravilhoso das nossas vidas, até as coisas menos positivas fazem sentido. 
Porque quando se escreve com a alma e o coração é a engrenagem da vida e da escrita, o resultado só podia ser este: fantástico.
Leiam, porque vale mesmo a pena. 
Até lá, sigam a Joana nas redes sociais (facebook e instagram)

21
Ago17

Abre os braços!

Carolina Cruz

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Deixa de lado a raiva, o ódio, a tristeza por alguém que te ignora, que não gosta de ti ou que sintas que te abandonou.
Olha para quem tens à tua volta, tenho a certeza de que te amam e estão ao teu lado para o que der e vier. É a esses que tens de dar valor, amor.
Liberta-te.
Deixa-te levar pelos sentimentos mais leves, mais verdadeiros.
Se não te libertares dessa dor nunca irás amar ternamente, um amor tão completamente, porque o teu pensar ainda está magoado com quem te magoou.
Se esse alguém te abandonou é porque não gosta de ti e, podes acreditar, que mesmo não sendo a favor de vinganças, o teu sorriso é a melhor.
Anda lá, liberta esse mente, liberta esse coração de quem não o merece, abre os braços, corre, dança.
Abre os braços e ama!

05
Jul17

[O teu olhar] A tua bagagem

Carolina Cruz

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Deixa-me ser a tua bagagem. Deixa-me entrar dentro de ti, sentir firmemente a tua pele e dizer-te que serei sempre o melhor de ti. Quero que me digas também, sem dúvidas, sem rodeios “és o melhor de mim” e respeitares todas essas tuas palavras ditas. Não me mintas, eu vou saber se o fizeres.
Se não fores o melhor de mim, nem eu o teu, se não me respeitares por atos, mas somente em palavras, essa bagagem que sou, haverá de ser preenchida por mim, mas para partir. Partir para longe e partir o teu coração, se for preciso, ao reparares que erraste.
Será tarde demais, não terei pena, estarei melhor sozinha.
Não venhas tentar comprar com rosas ou com as flores mais bonitas do mundo, se não vieres para me amar. Tentar comprar-me com algo mais material que sentimentos ou gestos genuínos será em vão, eu não estou à venda, não me podes comprar, nem sou vencida com tão pouco.
Eu já sou uma flor, se me regares serei tua, se conheceres e amares as minhas raízes, cresceremos juntos, de outra forma, na tua vida, eu murcharei e não me terás mais.
 
 

 

 

(A fotografia é tão maravilhosa como a dona. Amante da vida e das suas pequenas coisas, a Titi tem um coração enorme, já a conhecem? Visitem "Em nome do amor")

07
Abr17

7 # Existirá destino sem os sonhos?

Carolina Cruz

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Havia um conjunto de sentimentos em Sara que eram tão confusos que ela não sabia como explicá-los. Embora não esquecesse o seu primeiro amor, Manuel; John (um famoso baterista em Londres, um amigo mais íntimo que os outros) curava um pouco o sopro que Manuel deixara no seu coração.
Era mais amor que amizade, embora não quisessem revelar. Era uma relação como as da nova geração – sem compromissos. Ainda assim, eram inseparáveis, não ficavam um dia sem se falarem ou sem se verem.
Embora fosse sem compromissos – querer estar e ser quando lhes apetecesse – Sara queria apresentar-lhe a sua família, eles já tinham ouvido falar muito nele e John também queria conhecer o forte suporte da amiga. Portanto, dali a vinte dias (já faltava menos de um mês) Sara partiria com John de férias para a cidade natal.
O que sentia, nos braços de John era uma inquietude e, perante a sua presença apenas, calma e proteção, polvilhada com um grande de toque de empatia. No entanto, havia algo que ficara no passado, que estava incompleto, que decerto não a deixava avançar ou acreditar no amor. Muitas vezes questionava-se a si própria. Ela tinha tudo o que queria, porque é que o seu pensamento não mudava?
 
 

(Continua...)

 
 

 

30
Jan17

[Ficção] Tê-lo para sempre

Carolina Cruz

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Os nossos olhares sabiam tudo um sobre o outro, conversavam sem palavras.
Estar com ele era rir às gargalhas, sentir-me bem, feliz. Muito feliz, ele contava piadas, tinha um sentido de humor infalível, fazia-me cocegas na barriga, fê-lo também no meu coração… mas temi tudo isso.
Há pessoas que são tão bons como amigos, mas não está certo serem mais que isso. Foi o que aconteceu connosco, tentámos algo mais e estragámos tudo o que tínhamos. Depois de vermos os nossos corpos nus, de sentimentos, sem roupas, deixámos intocáveis as nossas almas.
O silêncio demorou horas, dias, meses. Era infindável, perpétuo, doloroso.
Até ele chegar e dizer que não vivia sem mim, sem o meu sorriso, o meu olhar meigo.
Assinámos contrato de fidelidade de mãos de dadas e com um abraço apertado, o seu feitio seria meu amigo para sempre, era assim que nos aturávamos, não de outra forma, ele era um mau namorado, eu má namorada também, havia distância entre nós, não havia amor desses que falam de paixão, havia amor de amigos, e esse diz que dura uma vida inteira, foi o que aconteceu, melhor assim.
Tê-lo para sempre já é melhor que qualquer outro amor.

 

 

01
Dez16

[Resenha Literária] Quando a neve cai

Carolina Cruz

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“Quando a neve cai” é um livro mágico, numa palavra: maravilhoso.
Na minha opinião é o livro ideal para se ler durante a quadra natalícia.
Cruza várias histórias de amor, de três autores, que são simplesmente doces, que nos fazem acreditar não só no espírito natalício como na mudança e na partilha dos sentimentos mais importantes da vida.
São três histórias de amor que se ligam entre si através da fatídica neve que permite que várias aventuras surjam e tornem todo o enredo do livro ainda mais divertido, porque este livro leva-nos a caminhar sobre a eterna juventude.

Adorei, leiam!

 

Foto: diariodigital.sapo.pt 

06
Nov16

[Ficção] E agora?

Carolina Cruz

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Só queria ter a coragem de te demonstrar aquilo que sinto, de ser capaz de o fazer mas sou uma atriz, sou tão boa atriz que omito tão secretamente o que guarda o meu coração para ti.
São segredos que ficam para mim, mas até quando? É essa incerteza imprópria que me deixa capaz de morder o destino e fazê-lo sem pensar.
A ideia de que tudo pode mudar num segundo dá-me a esperança de ser feliz um dia. Mas… e agora?

 

(fotografia do filme "If I stay)

 

27
Mar16

O elo do amor

Carolina Cruz

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Há histórias que marcam tanto, que deixam marca uma vida inteira, assim como segredos e ligações que precisam de ser limados a cada dia e que se tentarmos esquecer a cada minuto, não esquecemos de verdade. 
Quando algo nos magoa ou nos deixa tão bem, necessitamos de precisar todos os sentimentos que nos envolvem e se for preciso chorar, para depois então sorrir, porque se não chorarmos, o nosso sorriso não existe ou então é pouco ou nada mais que amarelo e morto.
Há histórias de amor que nos ligam e que nos prendem e por serem tão especiais e tão fortes fazem-nos chorar e sonhar, aprender também um pouco.
O filme "O elo do amor" fala-nos exatamente sobre isso, sobre as marcas, os sentimentos, segredos, amizade e muito muito amor, aquele a que chamamos de verdadeiro, aquele que traz promessas cumpridas.

 

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