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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

05
Mai19

Feliz dia da mãe!

Carolina Cruz

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Há um brilho no seu olhar, conforto no seu abraço e um abraço sempre terno nas suas palavras.
Não sei se a minha mãe é a melhor do mundo, não conheço todas as outras nem os seus caminhos, mas sei que não podia estar mais grata à vida por me ter trazido e colocado no seio deste ser tão puro, tão humano e tão humilde.
No seu verde de esperança e na vida plantada na sua alma, eu encontro sempre uma realidade para existir: a sua força, que me ficou tão inquieta e tão intrínseca na minha forma de ser.
E foi nessa forma de também ela ser, que todos os meus sonhos brotaram e os dela continuam a brotar, pois ela é uma doce razão para acreditar sempre que melhores dias virão.
Obrigada mamã!
 

30
Dez18

Serei sempre rica

Carolina Cruz

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Nunca escreverei com o sonho de ser rica, mas serei sempre rica em pensamentos, em sensações, em sentimentos e não há melhor forma de ver e levar a vida do que inundada de boas vibrações, de sonhos positivos, de “feelings” positivos e é isso que a escrita me dá. 
Aprendi que os sonhos existem para se tornarem realidade e as palavras são o lugar onde quero permanecer todos os dias. 
É o meu lugar mais feliz, são as palavras que me entendem, é com elas que desabafo, que crio, que sou!
É no conjunto das letras que faço o mais bonito, a poesia que envolve o meu amor, a minha vida, a minha paz.
E aprendi também que ninguém me pode tirar isto, irei escrever para sempre, é como algo inato e necessário que nasceu comigo, preciso de escrever como quem precisa de respirar, preciso de escrever como quem precisa de viver. 
Tudo o que escrevo ganha vida, tudo aquilo que penso é magia no papel. 
Enquanto estiver viva, nenhuma página em branco existirá na minha alma, na minha vida, na minha pele.
E quando eu partir, todas elas estarão comigo noutro mundo e nas memórias que deixo a este.

29
Dez18

Corre

Carolina Cruz

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És inquieto. 
Pareces uma criança, olhas-me com intensidade, com brilho no olhar, quase que te leio por dentro, creio que vejo um toque de emotividade na tua alma. 
Dou-te a mão e a nossa infância volta! 
É isso o amor, não é? 
Ter a inocência e sabedoria de que sonhar é preciso para se construir um novo dia, reinventar cada momento, aceitar cada defeito e cada desafio, acreditar que os erros fazem parte, e aos pequenos atritos rirmo-nos com eles. Discutir, bater, brigar e fazer as pazes no minuto a seguir. 
É isso mesmo, contigo quero ser criança toda a vida, correr o mundo, contigo a limpar-me as lágrimas quando caio, comigo a dar-te uma palmadinha nas costas quando vences. 
Viver um para o outro, um com o outro, sem mau perder, mas sim com um orgulho próprio de quem se ama: «ela é minha namorada», «eu e ele existimos como um nós». 
É confiar, sem medos, mas não cegamente. É confiar que podemos construir uma relação de amizade infinita e ainda assim amarmo-nos ainda mais. 
Vamos ser crianças toda a vida, pois saberemos dar valor à essência da palavra «amor».
Vamos?
Dá-me a mão! 
Corre! 

05
Dez18

Sinto-me em casa

Carolina Cruz

Nunca senti que pertencesse a um lugar, mas nos teus braços eu sinto-me em casa. 
Há em ti um sentido de segurança, um conforto tão grande e tão bonito que aprendi que o meu espaço favorito é dentro do teu coração, que o meu lugar mais feliz é ao teu lado. 
Nos teus olhos eu vejo a sensatez, a verdade, a coragem. 
És tudo aquilo que desejei num amor, és a minha realidade feita de sonhos e canções. 
Sem ti, perco o chão, pois levei uma vida inteira a pertencer-te e assim desejo que seja sempre, a amar-te a cada dia mais, a cada segundo mais ainda. 
O meu coração é profundamente grato por todos os sorrisos que me dás, por todas as entregas, por todos os gestos que, eternamente, damos diariamente um ao outro. 
O amor é isso mesmo, ver no coração do outro um sorriso inquieto.

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Fotografia do filme "Amor e outras drogas"

30
Nov18

Dá tudo de ti!

Carolina Cruz

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Faz o que te manda o coração.
Abraça, perdoa, sente… A vida é um minuto! Quanto mais tempo vais ficar aí à espera que tudo corra bem? À espera dos teus sonhos? À espera de dizer a alguém de quem gostas que sentes a sua falta?
Dá tudo, o que tens e o que não tens na tua alma, vive, que ninguém viverá por ti.
Se tens sonhos? Claro que tens sonhos! Todos temos, vai à luta, não morras sem tentar, não desmotives, se caíres tenta de novo, faz outra vez, faz melhor, pior, mas tenta, porque ao tentar uma coisa ninguém te tira: a consciência tranquila, o amor-próprio.

31
Out18

Vês?

Carolina Cruz

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Olha-te ao espelho. Sorri. 
Agarra os teus sonhos, a vida é tão pequena para teres medo, para ligares ao que os outros pensam de ti. 
Vive! Vive os teus sonhos como se o mundo desabasse amanhã. 
Sabes o quanto sabe pela vida um sonho concretizado? 
Um amor longo, inquieto, livre? 
Uma paixão doce, uma mão dada?
Uma volta ao mundo, um lugar novo?
O que queiras chamar ao teu sonho, é teu, vive-o, com o coração. É teu, de mais ninguém, não importa se te disserem que não és capaz, que isso é impossível, mostra-lhes que sim, que tu vais à luta para lhes provar que só não é possível se não tentares.
Do que estás à espera para seres feliz? Esse é o sonho mais possível da vida, vem de ti, dos teus ideais, das tuas crenças, da tua essência. 
Vês? Está aí, na tua alma, dentro de ti. Basta que encares esse novo dia. Que te olhes ao espelho, que sorrias, que digas “eu sou capaz”. 
Se os outros são, porque não serás tu também? 
Sorri.

03
Jun18

[O teu olhar] Momento perfeito

Carolina Cruz

A noite cai. A lua sobe. O frio chega. Mas essa tua beleza não esmorece.
As luzes da aldeia acendem, queria desligá-las para poder olhar-te somente sobre as estrelas, seriamos no escuro um segredo bonito.
Aqui debaixo de todas as luzes que fazem deste lugar poesia, és tu quem brilha mais e isso faz-me acreditar que no escuro me guiarás.
Olho à minha volta e este é o lugar perfeito para iluminar o nosso amor, não o quero escondido, quero gritar ao mundo tudo o que sinto por ti. Que toda a vila ouça que aqui na serra à noite se fez dia!
Ajoelho-me e pergunto-te: «Casas comigo?»
Fecho os olhos, ouço-te sorrir. 
Abraças-me e aceitas a vida a meu lado para sempre.
Perco a rede e o juízo, as luzes sobem e os sonhos... Ai, os sonhos! São reais!

 

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Fotografia da autoria de André Veiga 

25
Abr18

25 de Abril!

Carolina Cruz

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Outrora fizemos história, outrora cantámos liberdade!
Trocámos os cravos pelas armas e os sorrisos pela desilusão de nos sentirmos eternamente presos. Acabámos com a guerra, com a exclusão de pensamentos e opiniões, com a censura.
Outrora fizemos história a cantar para que nenhum dos nossos sucessores sentissem na pele a dor de não podermos sermos nós próprios. 
Outrora o tempo foi do povo, para que não nos rebaixássemos perante os que se achavam de superior direito em acabar com a nossa vida. 
Outrora, há 44 anos, Abril chegou, a tão esperada revolução, em que unidos soubemos dar valor ao que nos caracteriza interiormente: a força. 
Que nunca ninguém nos diga que é impossível, se os nossos sonhos podem ser reais, se tivermos força suficiente para lutarmos por eles, pois por mais incertos que sejam, podem um dia ser verdade.
Na dor e na luta é que se fazem os grandes Homens!
Digamos NÃO, NUNCA à censura, não só política, mas à censura de não sermos quem somos por pensarmos não ser aceites, por deixarmos de ser porque os outros não acreditam que venceremos. Digamos NUNCA ao não acreditarmos em nós, à prisão dos nossos próprios pensamentos e à prisão do que podíamos ser um dia mas nunca chegamos a ser com medo de fracassar.
Hoje fala-se em Liberdade! Hoje podemos ser livres, hoje podemos respeitar o outro – é essa também a nossa maior liberdade e a nossa maior liberdade é também amarmos quem somos, sem medo do amanhã.
Sejam livres como fomos há 44 anos atrás, sejam livres para lutarem por aquilo que acreditam, é isso que nos move, é isso que nos faz felizes e sim, sejam felizes, hoje e sempre.

11
Dez17

Escrever é...

Carolina Cruz

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Escritores entenderão que escrever é voar sem asas, é gritar em silêncio, é arrancar do coração a alma autêntica que nos transborda do peito.
Escrever é dar vida a outras vidas que são também a nossa.
É chorar uma dor que nos embala, é carregar na ferida mais feia e torna-la mais doce. 
Cada palavra é uma bala, é uma entranha aberta no nosso corpo carregado de facadas no peito, é a felicidade de viver e a amargura pela intensidade de querer mais, mais alegria, mais dor, mais ambiguidade, mais loucura, mais prazer, mais momentos, mais solidão, mais vida, mais palavras para escrever.
Porque escrever é embriagar-nos na certeza de que enquanto estamos centrados em arrumar frases e formas, estamos a temperar os nossos sentimentos, a dar-lhes cor, importância, a torna-los arte.
As dores são poesia, as lágrimas são rios que não têm fim, inquietudes e hipérboles, sorrisos são abraços genuínos na gramática, exageros de profundidade e a saudade… Ai! Se a saudade se pudesse descrever… eu morreria para a conhecer!

25
Nov17

Não tenhas medo.

Carolina Cruz

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Não tenhas medo.
Não tenhas medo, já basta a vida ser curta. 
Não tenhas medo de sorrir, das lágrimas, de chorar, de perder, faz parte. Para ganhar também é preciso perder, caso contrário ganhar não tinha piada. 
Não tenhas medo de amar, com receio de sofrer, quando se ama isso acontece, sofrer também faz parte, não se amam pessoas perfeitas, por isso... Ama, abraça quem amas e ama cada sentimento precioso e bonito da tua vida.
A vida é tão curta para ser escassa, a vida é tão curta para teres medo, para deixares de sorrir ou de acreditar.
Nada disso, enfrenta o hoje e o amanhã com toda a força que tens no peito, eu sei que precisas de respirar fundo, por isso enche o peito de ar, vais ver que ao suspirar sorrirás, irás libertar tudo o que há-de mau em ti. 
Sorri.
A vida é curta demais para não sorrires com medo do que vão pensar os outros. 
A vida é curta demais para não mostrares os que sentes com medo de te negarem esse amor. 
Há mais marés que marinheiros, há mais corações bonitos prontos para te amarem. 
Há vida e enquanto houver vida há sonhos, vive-os sem receios de te cortarem as asas. 
As asas ainda que sejam pequenas acredita que algum dia as usarás para voar. Não olhes para os sonhos dos outros, quando chegaram ou quando partiram, se tiveram mais sucesso que tu. Não te equipares, se ainda não voaste é porque ainda não é o teu tempo, a seu tempo voarás. 
Mas voarás se permitires a ti mesmo não teres medo da vida, porque o medo será sempre a tua maior barreira.
A vida é tão curta. Tens a certeza que queres ceder?

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