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Gesto, Olhar e Sorriso

Palavras que têm vida.

14
Jul17

[Cinema] American Beauty

Carolina Cruz

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“American Beauty” é um verdadeiro clássico.
Um clássico que se entranha, que se estranha, que nos deixa a pensar, a repensar e a dizer “muito bom mesmo”. 
Dá-nos a conhecer as personagens, oferece-nos um pouco de cada uma delas, começamos a odiar todas elas, a repudia-las, a julga-las. Porém, como é na vida real, nós não conhecemos ninguém, não podemos julgar ninguém pelos seus atos, pelas suas fraquezas, pelo que parecem, mas os seus atos, os seus pensamentos e as suas atitudes levam-nos muitas vezes a fazê-lo. 
Ainda assim, continuamos a acreditar que não conhecemos tudo sobre uma pessoa, nem sobre os nossos filhos, nem sobre os nossos pais, com quem casámos, por quem nos apaixonámos. As atitudes falam muito de uma pessoa, mas de onde surgem elas? De que pensamentos? De que atos de outrora?
Um filme que, embora possa estranhar num início, vão querer vê-lo até ao fim, porque agarra. Foi o que aconteceu comigo, tenho a certeza que convosco também vai acontecer. Vão querer vê-lo até ao fim, e no fim vão querer saber mais!
Vejam, vale a pena.

 

 

13
Mai17

[Cinema] Death Clique

Carolina Cruz

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A amizade é dos sentimentos mais puros, como é que alguém consegue pensar em condená-la?
As condições, horas, e a adrenalina do dia-a-dia fazem com que façamos coisas sem pensar com sensatez e, por vezes, confiar em pessoas às cegas. É verdade. Porém, há erros imperdoáveis, e consequências que nos marcam para toda a vida.
Jade e Sara são as melhores amigas e prometem amizade eterna. No entanto, tudo muda com a chegada de Ashley, uma miúda calculista, mal-intencionada e fria, que trava uma amizade demasiado íntima com Jade. Deixando que esta deixe para trás uma amizade verdadeira de anos.
“Amizade fatal” é um thriller que eu considerei brutal e horrível.
Brutal porque nos agarra do início ao fim, por causa da crueldade da história e da frieza da personagem principal.
Considero horrível, tendo em conta que é um filme baseado numa história verídica. Mas afinal que história horrível é esta?
Vejam e deixem-se surpreender.

 

 

14
Jan17

[Cinema] Knock Knock

Carolina Cruz

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“Knock, knock” é um filme do qual eu ainda não encontrei palavras para descrever de tão ensurdecedor e empolgante que é.
Este thriller deixa-nos com o coração nas mãos, sem ar, enraivecidos, capazes de entrar na história e tomar certas decisões.
Para quem gosta de filmes de ação, drama, e tensão psicológica este é o filme ideal para se escolher.
Será que devemos realmente ajudar pessoas estranhas mesmo com ar angelical? Podemos cair nas teias de um enredo e de um terror do qual podemos não sair vivos, e se sairmos deixa-nos marca para toda a vida.
Por isso, quando fores abrir a porta, pensa duas vezes. Ao aceitares ajudar alguém, pensa três. Ao cederes, pensa mil.
E pensa em ver este filme porque tenho a certeza que vais adorar.

 

 

20
Nov16

[Cinema] Now You See Me 2

Carolina Cruz

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Sei que não é normal o que vou dizer, também sei que talvez muitos de vocês vão discordar de mim, mas na minha opinião, o segundo de filme “Now you see me” está muito bem conseguido, ainda mais cheio de suspense, ação e mistério. Tanto que eu tenho a ousadia de dizer que gostei muito mais deste do que do primeiro. O que não é muito comum em muitos filmes.
Neste filme os fantásticos ilusionistas aprendem que juntos são muito mais fortes e aprendem igualmente a trabalhar como se de um só se tratassem.
Também neste filme todos os mistérios existentes no filme anterior são revelados, deixando-nos num misto de sensações – desejosos de saber, felizes por saber, mas tristes por terminar, com ansiedade de querer mais.
Podem acreditar que é mesmo um bom filme, porque não sou fã assumida de filmes com alguns efeitos especiais, mas esta trama é tão espetacular, tão sublime, que vai agarrar mesmo aqueles que não se dizem fãs do mistério ou de ficção científica.

 

 

16
Out16

[Cinema] A rapariga no comboio

Carolina Cruz

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“A Rapariga no Comboio” tem na minha opinião, uma boa adaptação para cinema.
Esta história, tendo desde fãs afincados a más críticas, por ser algo muito óbvio, a verdade é que deu que falar… E foi um sucesso de vendas!
Embora o filme esteja com algumas diferenças na tela, necessárias no desenrolar da própria história, acho que o papel das personagens principais, a forma como a história é contada, o thriller e o suspense em seu redor estão bem conseguidos e prendem o espectador ao ecrã.
É sempre difícil falar de um filme em que se leu antecipadamente a história em livro, pois a maioria vai sempre defender que o livro é melhor, que tem mais detalhes, que nos faz conhecer melhor as personagens, que nos faz esperar mais ou menos de uma pessoa ou de outra do enredo. No entanto, de forma cruel e certeira o filme foi ao encontro das palavras escritas por Paula Hawkins.
Assistam e deixem a vossa opinião!

 

 

06
Mar16

4 filmes românticos, de traição e suspense

Carolina Cruz

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 Killing me softly

Quanto mais alto voarmos, maior será a nossa queda. No entanto, também podemos pensar que quanto mais confiarmos em alguém, maior será a nossa desilusão. É tudo uma questão de altitude e da temperatura da nossa alma.
A verdade é que o amor, para existir, necessita dessa mesma confiança, senão jamais será amor. Não importa o passado quando amamos alguém, mas sim o que representa em nós, como o seu “eu” é para “nós”. No amor não importa o que passou, importa o presente e o futuro que ambos necessitarão de construir com respeito, sinceridade e confiança.
O mistério envolve-nos e o coração bate mais forte, não deixemos que vozes ditem o que sentimos mas sim que procuremos viver o que é para sentir, longe de tudo o que é dito de má fama. Sabemos quem somos, precisamos apenas de acreditar que o amor é possível, pois se não o fizermos jamais daremos um passo em frente e a desilusão invade o que somos.
Não importa como a vida é ou foi. A vida dele começou de novo, quando a viu. Deixou para trás todos os planos, escondeu memórias para viver com ela, mas a sua alma pedia que lhe contasse mais.
Quem ama, espera que o tempo revele as histórias que existiram e que deixe acalmar as mágoas que se sobressaíram, pois pecado é duvidar, pecado é perder… Pois amar, amar é confiar, amar é também sofrer (junto).

"Killing me softly" deixa-nos a pensar sobre tudo isto e dá-nos no fim, uma revolta inesperada, quem sabe boa, ou não.

 

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O véu pintado

“Como se uma mulher amasse algum homem pela sua virtude”.
Quando se ama os defeitos também se encaram como qualidades e tudo se torna especial no seu todo.
Quando se ama o dever e o amor são um só e a vontade de ficar por perto, no bom e no mau, tem uma razão de ser.
“O véu pintado” é uma história de amor, passada nos anos 20, sob uma vingança de uma traição, levada para o mais terrível dos lugares: uma aldeia remota da China, infetada por colora.
Mas é aí que tudo surge, é aí que tudo se desenvolve e demonstra ter e ser sentido, quando olhares nunca antes trocados por marido e mulher, se tornam não no mais perfeito, mas sim no mais simples do amor.
É na destruição, no mau tempo e na desgraça, que o verdadeiro amor surge e, então aí pode comprovar-se ser eterno.

Edward Norton com o seu inquestionável dom ao lado da brilhante e belíssima Naomi Watts.

 Match Point

"Match Point" é um filme tocante que arrepia e que mexe com a alma.
Woody Allen fez com que este filme consiga ser arrebatador e emocionante, atrativo e a69.jpgtraente, deixando-nos a cada minuto de boca aberta.
"Match Point" é surpreendente porque depois de nos agarrar ao ecran com um óptimo elenco, traz-nos um final com que ninguém conta. 
Entras na história e não te desligas
dela, é como se pedisses um pouco mais de desenlace, porque o preço da traição tem marcas que duram... Quanto tempo?
A dúvida persiste e morre connosco! 
Assistam, vale (muito) a pena!

6 years

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 Quando amamos alguém, queremos essa pessoa na nossa vida para sempre. Custe o que custar, contra a opinião de quem seja. Aliás, quando amamos alguém por mais diferentes que sejamos não há desculpas, há formas de querer estar, de fazer por estar junto.
A nossa vida não termina porque começamos a ter uma relação séria, não nos deixamos de divertir por isso, de sair com os amigos, de nos deslumbrarmos pela pessoa que há tanto tempo vive do nosso lado, o segredo é amar… não há outra forma, outro querer, senão esse.
Quando queremos muito alguém o que vivemos juntos torna-se tudo, o nosso coração muda, a nossa razão de viver também.
O amor tal como as pessoas não se vê pelo olhar dos outros, mas sim pela essência do que se vive, do que se sente. Quando amamos alguém, não queremos nem desejamos mais ninguém, porque senão então na verdade já não amamos ou se calhar então nunca chegámos a sentir. Porque quem ama não faz um esforço, não completa anos de relação, mas vive-os com amor, com uma cumplicidade genuína. Isso é o amor, mas como podemos ter certezas disto?
É assim que defino a mensagem do filme “6 years”. A maioria das críticas que li não foram muito positivas, mas foi um filme que me intrigou e me apegou ao enredo.

 

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